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Desvendando Barreiras: As Lutas e Conquistas dos Direitos das Pessoas com Deficiência no Brasil

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Mara Gabrilli e a Luta pelos Direitos das Pessoas com Deficiência na ONU

A senadora Mara Gabrilli, que também atua como perita no Comitê da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, participou recentemente da 33ª sessão do Comitê, realizada em Genebra. Esta sessão, que ocorreu no final de agosto, foi marcada por intensos diálogos entre representantes de governos e organizações da sociedade civil, com um foco especial nas necessidades das pessoas com deficiência.

Uma Voz em Prol da Inclusão

Durante suas intervenções, Gabrilli enfatizou o compromisso de incluir as pessoas com deficiência nas políticas públicas. Ela destacou a importância de não deixar ninguém para trás, afirmando que todos têm o direito de ser ouvidos e respeitados. Essa afirmação não é apenas um princípio, mas uma luta constante por reconhecimento e igualdade.

Principais Temas da Sessão

Entre os diversos assuntos tratados, destacam-se:

  • Direitos Humanos: Gabrilli ressaltou que a deficiência não anula os direitos humanos de uma pessoa. Esse conceito é fundamental para garantir que as políticas respeitem e promovam a dignidade de todos.

  • Emergências Climáticas: A senadora abordou a vulnerabilidade das pessoas com deficiência durante desastres naturais e emergências climáticas. Ela deixou claro que essas populações são frequentemente as mais afetadas e deixadas de lado em situações críticas. O que é necessário? Protocolos de emergência inclusivos!

Mudanças Climáticas e sua Relação com a Inclusão

Dialogando com representantes de países que estão na linha de frente das mudanças climáticas, como Kiribati e Maldivas, Gabrilli destacou a necessidade urgente de proteger as pessoas com deficiência.

Perguntas que Ficam

  • Como os governos podem garantir a segurança de todos durante desastres naturais?
  • Quais protocolos inclusivos estão sendo implementados?

Essas são questões cruciais nas quais Gabrilli insiste para que sejam consideradas nas discussões globais.

A Luta Contra a Poluição e o Tratado sobre Plásticos

Outro ponto de destaque na sessão foi a negociação do Tratado Global sobre Plásticos, abordado por Gabrilli. Ela argumentou que, para que essa discussão seja efetiva, é vital considerar todo o ciclo do plástico, desde a fabricação até o descarte.

Justiça Ambiental para os Vulneráveis

A perita chamou atenção para o fato de que a população mais vulnerável — incluindo as pessoas com deficiência e comunidades de baixa renda — sofre de modo desproporcional com a poluição plástica. Vamos ilustrar isso:

  • 12 milhões de toneladas métricas de plástico são despejadas no oceano anualmente. Isso equivale a um caminhão de lixo a cada minuto!

É fundamental que as políticas ambientais levem em conta essas realidades, promovendo justiça social e ambiental.

Impacto da Experiência Internacional no Brasil

Mara Gabrilli enfatizou a importância das trocas de experiências entre países com realidades diversas. Essa interação fortalece não apenas sua atuação no Senado brasileiro, mas também enriquece o entendimento sobre desafios globais.

Mandato na ONU

Eleita para o Comitê da ONU em junho de 2024, seu novo mandato irá até 2028. Esta não é a primeira vez que Gabrilli está no Comitê; sua primeira eleição ocorreu em 2018. O que isso significa?

  • Protagonismo: Gabrilli acredita que é essencial reconhecer as pessoas com deficiência como protagonistas de suas próprias histórias e cidadãos de igual valor em qualquer parte do mundo.

Um Futuro Mais Inclusivo

Em sua missão, tanto no Senado quanto na ONU, Mara Gabrilli destaca que “lutar para que ninguém seja invisível” é o seu objetivo. Essa afirmação ressoa com aqueles que acreditam em um mundo mais justo e igualitário.

Em Reflexão

Ao olhar para esses temas, é impossível não se questionar sobre o que cada um de nós pode fazer para promover a inclusão e os direitos das pessoas com deficiência. Como indivíduos, organizações ou governantes, qual será nosso papel?

A discussão não se limita a Genebra ou Brasília; é um apelo que ecoa mundialmente. O que podemos fazer para garantir que, em um momento de crise, a voz de cada indivíduo, especialmente aqueles mais vulneráveis, seja ouvida e respeitada?

Convidamos você a se envolver nessa conversa! Quais são suas reflexões sobre os direitos das pessoas com deficiência? Como você vê o papel das políticas públicas nessa luta? Compartilhe suas opiniões e contribua para a construção de um mundo mais inclusivo!

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