O Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) caiu 3,34% no pregão de terça-feira (3), para 3.524,86 pontos. A perda de 121,76 pontos em relação ao fechamento anterior, de 3.646,62 pontos, levou o indicador ao menor nível dos últimos 12 meses e o deixou próximo da mínima observada em 52 semanas.
O movimento foi de queda ao longo da sessão. O IFIX abriu aos 3.646,58 pontos, nível que também marcou a máxima do dia, e chegou à mínima intradiária de 3.522,28 pontos. O fechamento ficou apenas 2,58 pontos acima desse piso, indicando que o índice terminou perto do pior momento do pregão.
Índice fecha perto da mínima
A diferença entre a abertura e o fechamento foi de 121,72 pontos. Já em relação à máxima do dia, registrada no início dos negócios, o recuo foi de 121,72 pontos. A variação em pontos entre a máxima e o encerramento reflete a trajetória predominantemente negativa descrita durante a sessão.
O resultado também colocou o IFIX no menor patamar da janela de 52 semanas. A referência indica que o fechamento ficou no nível mais baixo observado nos 12 meses considerados, embora a notícia não informe a pontuação exata da mínima anterior nem a distância em relação a ela.
Entre os fundos imobiliários mais negociados, as quedas foram predominantes. O MXRF11, do Maxi Renda, liderou o volume, com 6,36 milhões de cotas negociadas, e recuou 3,7%. O GGRC11, do Zagros Renda Imobiliária, movimentou 2,07 milhões de cotas e perdeu 3,07%.
Também estiveram entre os ativos mais negociados o CYCR11, da Cyrela Crédito, com 1,34 milhão de cotas e baixa de 2,02%, e o SNEL11, da Suno Energias Limpas, com 1,25 milhão de cotas e queda de 2,89%. O VGHF11, da Valora Hedge, teve 1,2 milhão de cotas negociadas e desvalorização de 10,74%.
Altas ficam concentradas em três fundos
Apesar do predomínio de perdas entre os fundos mais ativos, alguns fecharam em alta. O melhor desempenho foi do CACR11, da Cartesia Recebíveis Imobiliários, que avançou 2% e terminou a R$ 12,74. O ganho correspondeu a R$ 0,25 por cota.
O JSCR11, da JS Recebíveis Imobiliários, subiu 1,69%. O fundo encerrou o pregão a R$ 7,23, com valorização de R$ 0,12 por cota. Na terceira posição entre as maiores altas, o AIEC11, da Arch Edifícios Corporativos, ganhou 0,69% e fechou a R$ 66,07, acréscimo de R$ 0,45 por cota.
Os números mostram diferenças entre os desempenhos individuais: enquanto esses três fundos terminaram no campo positivo, os principais destaques de negociação tiveram recuos. A notícia não associa as variações a fatores específicos nem aponta uma causa para a queda do índice.
TGAR11 lidera as perdas
O TGAR11, do TG Ativo Real, registrou a maior baixa do dia, com queda de 16,06%. A cota fechou a R$ 33,46, após perder R$ 6,40. Em seguida, o GZIT11, da Gazit Malls, recuou 11,93% e encerrou a R$ 30,34, uma redução de R$ 4,11 por cota.
O VGHF11 apareceu como a terceira maior queda, com desvalorização de 10,74%. O fundo fechou a R$ 4,24, R$ 0,51 abaixo do valor anterior. Já o VINO11, da Vinci Offices, caiu 7,43% e terminou a R$ 3,79, recuo de R$ 0,30 por cota.
As variações dos fundos ajudam a dimensionar a dispersão de resultados no pregão: houve altas inferiores a 2% entre os destaques positivos e perdas superiores a 10% entre os maiores recuos. No conjunto, a queda do IFIX e o fechamento próximo da mínima intradiária marcaram a sessão de terça-feira.

