segunda-feira, fevereiro 9, 2026

ACM Neto desmascara a ‘panelinha’ do PT na Bahia e provoca polêmica em Salvador!


Críticas à Chapa Puro-Sangue do PT e Mudanças no Cenário Político da Bahia

ACM Neto e Suas Observações Críticas

Neste último sábado, ACM Neto, vice-presidente do União Brasil e ex-prefeito de Salvador, levantou a voz contra a formação de uma “chapa puro-sangue” do PT para a próxima eleição ao Senado na Bahia. Durante um evento de carnaval na capital, ele destacou sua visão de que o recente aniversário do PT na Bahia foi um verdadeiro “fracasso”. Para ele, a agenda do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no estado não atendeu às expectativas.

“Imagino que o presidente Lula não saiu muito satisfeito de sua visita ao nosso estado”, notou. Segundo ACM, tanto na sexta quanto no sábado, o público presente foi consideravelmente limitado. Ele refletiu sobre como, mesmo com toda a estrutura governamental e mobilização disponíveis, a recepção ao presidente não foi a esperada.

A Questão da “Panelinha”

Na sequência, ACM Neto também abordou a saída do senador Ângelo Coronel do PSD. Coronel, que expressou sua descontentamento em relação à sua destituição nas funções partidárias, está deixando o partido após sentir que não teve espaço na formação da chapa majoritária de 2026.

O PT, por sua vez, planeja lançar as candidaturas do senador Jaques Wagner e do ministro da Casa Civil, Rui Costa. ACM Neto não hesitou em classificar essa movimentação como uma “traição” contra Coronel. Ele teceu críticas duras à base governista, afirmando que o espaço do senador dentro do partido foi artificialmente limitado.

O Direito à Reeleição

“Coronel tem o legítimo direito de buscar a reeleição”, enfatizou Neto, lamentando que, após 10 anos de serviços prestados à Bahia, ele foi excluído da chapa apenas para favorecer a chamada “panelinha”. Para o ex-prefeito, essa manobra política reflete uma estratégia que não considera a experiência e contribuições dos indivíduos.

A Saída de Coronel do PSD

Em sua conversa com o GLOBO, Ângelo Coronel confirmou sua saída do PSD, enfatizando que foi orientado a procurar outro partido se desejasse se candidatar novamente. “A mudança ainda não ocorreu, mas estou avaliando as melhores opções”, explicou.

Ele detalhou que sua saída foi decidida numa conversa com o presidente do partido, Otto Alencar, que descreveu sua permanência como “insustentável”. Alencar também afirmou que, diante do novo arranjo político, a presença de Coronel no partido não era mais viável.

O Contexto Político

A tensão entre o PT e o PSD tem raízes profundas e está diretamente ligada à construção da “super chapa dos vencedores” proposta pelo PT. Este novo arranjo visa assegurar a reeleição de Jerônimo ao governo e preencher as duas vagas ao Senado com candidatos do próprio partido, excluindo Coronel.

Esse cenário tem intensificado os conflitos internos e a competição por espaço na base governista, gerando descontentamento entre aliados.

O Apoio do PSD a Lula

Na mesma festa de aniversário do PT, Otto Alencar, agora no PSD, reafirmou seu apoio à pré-candidatura de Lula à reeleição. O gesto foi interpretado como um sinal de lealdade ao governo petista, mesmo em meio às polêmicas envolvendo a saída de Coronel e a articulação pela “chapa puro-sangue”.

Oque Esperar da Próxima Eleição?

Com todas essas movimentações, o clima político na Bahia está vibrante e repleto de expectativas. Os debates em torno de como as alianças serão formadas e como os candidatos se posicionarão perante a opinião pública são cruciais para o futuro do estado.

Analisando Cenários

  • O papel da experiência: A saída de Coronel levanta questões sobre a importância da experiência política em tempos de mudanças rápidas.
  • Articulações políticas: A proposta da chapa puro-sangue do PT pode reforçar divisões, mas também é uma tentativa de consolidar poder em um cenário volátil.
  • Mobilização popular: O que as recepções limitadas a Lula indicam sobre o apoio popular às suas iniciativas? Isso pode influenciar as táticas de campanha.

Convite à Reflexão

Diante deste cenário complexo, é válido refletir sobre as direções que a política baiana poderá tomar. O papel dos partidos, a representatividade e as escolhas eleitorais sempre exigem análises cuidadosas e um olhar atento sobre as articulações. Qual a sua opinião sobre essas mudanças? Você acredita que o espaço para novas vozes e lideranças políticas está sendo adequado? Sinta-se à vontade para compartilhar seus pensamentos e contribuir para este debate tão fundamental para nosso futuro político.

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