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Descubra as Cidades do Centro-Oeste que Brilham entre as 100 Mais Ricas do Agro em 2023!

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Os 100 Municípios Mais Ricos do Agronegócio Brasileiro em 2023

O agronegócio brasileiro continua a ser uma poderosa força econômica, e, em 2023, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) apresentou uma lista reveladora: os 100 municípios que se destacam por sua riqueza agrícola. Esses locais são responsáveis por impressionantes 31,9% do valor total da produção agrícola do Brasil, que registrou a incomensurável marca de R$ 814,5 bilhões. Vamos explorar juntos os detalhes dessa interessante reportação, que reflete não apenas a produção, mas a diversidade e o potencial do agronegócio no país.

Análise dos Dados do Agronegócio

A análise divulgada pelo Mapa se baseia nas informações da Produção Agrícola Municipal (PAM), coletadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados abrangem uma área colhida de 33,1 milhões de hectares, o que representa cerca de 34,5% de toda a área cultivada no Brasil. Essa vasta área cultivada é um testemunho da vitalidade e da capacidade que o agronegócio tem de sustentar a economia do país.

Diversidade dos Municípios e Estados

Os 100 municípios mais ricos estão espalhados por 14 estados diferentes, incluindo:

  • Bahia
  • Distrito Federal
  • Goiás
  • Maranhão
  • Mato Grosso
  • Mato Grosso do Sul
  • Minas Gerais
  • Pará
  • Paraná
  • Pernambuco
  • Piauí
  • Rio Grande do Sul
  • São Paulo
  • Tocantins

Entre essas localizações, a região Centro-Oeste se destaca, concentrando 42 dos 100 municípios mais produtivos. Middo de todos, o Mato Grosso brilha com 36 cidades figurando na lista.

Principais Destinos da Produção Agrícola

Dentre os municípios pesquisados, Sorriso, no Mato Grosso, foi coroado como o maior produtor, com uma produção que chega a impressionantes R$ 8,3 bilhões. A seguir, temos São Desidério, na Bahia, que também se destaca, contribuindo com R$ 7,8 bilhões. Outras cidades que merecem destaque são:

  • Sapezal (MT) – R$ 7,544 bilhões
  • Campo Novo do Parecis (MT) – R$ 7,157 bilhões
  • Rio Verde (GO) – R$ 6,923 bilhões

Essas cidades são verdadeiros celeiros de produção, especialmente de soja e milho, os grandes protagonistas do agronegócio brasileiro.

O Carro-Chefe: Soja

Não há como negar que a soja é a grande estrela da produção agrícola no Brasil. Este grão vital responde por R$ 348,6 bilhões, o que representa cerca de 42,8% do total da produção agrícola. Em um cenário onde o milho também se destaca, somando R$ 101,8 bilhões, e a cana-de-açúcar com R$ 101,9 bilhões, fica claro que essas culturas ocupam um papel de destaque na economia do agronegócio.

Além dessas, outras culturas como o algodão, café e laranja também mostram a rica diversidade da produção agrícola nacional e sua importância para o mercado interno e externo.

Culturas Específicas que Brilham

Enquanto cidades como Sorriso e São Desidério se destacam em produção generalizada, outras localidades chamam a atenção por se especializarem em culturas específicas:

  • Patrocínio (MG): Sabe-se que esse município é um importante produtor de café no Brasil.
  • Santa Vitória do Palmar (RS): Este local é crucial na produção de arroz, sendo responsável por 5,6% da produção nacional.

E não podemos esquecer das frutas. A produção de laranja, manga e melão tem ganhado destaque, principalmente nos estados do Sudeste e Nordeste, que desfrutam de um clima ideal para esse tipo de cultivo.

A Lista Completa em Números

Para aqueles que gostam de números e dados, a lista dos 100 municípios mais ricos do agronegócio em 2023 pode ser reveladora. Vamos apenas mencionar alguns dos primeiros colocados para ilustrar o potencial desses locais:

  1. Sorriso (MT) – R$ 8,313 bilhões
  2. São Desidério (BA) – R$ 7,789 bilhões
  3. Sapezal (MT) – R$ 7,544 bilhões
  4. Campo Novo do Parecis (MT) – R$ 7,157 bilhões
  5. Rio Verde (GO) – R$ 6,923 bilhões

E a lista continua com outros grandes nomes, mostrando como o Brasil é rico em produção agrícola e potencial econômico.

A relação completa inclui muitos outros municípios que, juntos, formam um mosaico vibrante do agronegócio brasileiro. Estes números são um convite à reflexão sobre o quanto a agricultura e a pecuária são fundamentais para a nossa economia.

Um Olhar para o Futuro

O agronegócio brasileiro é um campo vibrante e em constante evolução. À medida que globalmente a demanda por alimentos cresce, a capacidade do Brasil de se manter como um dos principais fornecedores mundiais se torna mais evidente. Essa realidade abre espaço para inovações, novos métodos e a necessidade de sustentabilidade para garantir que as futuras gerações possam continuar se beneficiando desse tesouro agrícola.

Se você está curioso sobre como esses números podem impactar a economia local e nacional, ou mesmo qual o futuro das práticas agrícolas, sinta-se à vontade para compartilhar seus pensamentos. O que você acha que deve ser feito para incentivar ainda mais o crescimento sustentável do agronegócio?

Afinal, discutir e entender o agronegócio é fundamental não apenas para os que trabalham diretamente com a terra, mas para todos nós, que nos beneficiamos dos produtos que ela nos gera.

Vamos Conversar!

O agronegócio é um tema fascinante e de grande relevância para o Brasil. Ao conhecer mais sobre os municípios que se destacam, ampliamos nossa compreensão sobre a importância desse setor. Agora, que tal compartilhar suas ideias e opiniões sobre o assunto? Como você vê o futuro do agronegócio no Brasil? Deixe seu comentário e vamos juntos explorar esse tema!

Com um olhar sempre renovado, o Brasil tem muito o que oferecer e nós estamos aqui para acompanhar cada passo dessa jornada.

Desperte seu potencial: Trybe e AWS oferecem 15 mil vagas em curso gratuito. Garanta a sua!

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Uma nova oportunidade de aprendizado em inteligência artificial generativa está sendo lançada pela Trybe, escola brasileira de tecnologia, em parceria com a Amazon Web Services (AWS). O curso, intitulado “IA Generativa com AWS”, é um bootcamp intensivo e online, destinado tanto a profissionais da área de tecnologia quanto a aqueles que estão migrando para esse setor ou buscando aprimorar suas habilidades.

Segundo dados do Fórum Econômico Mundial, a demanda por profissionais com conhecimento em IA está em crescente alta, com previsão de surgimento de cerca de 2,6 milhões de empregos especializados nos próximos quatro anos. No entanto, há uma lacuna de talentos evidente, com muitas empresas enfrentando dificuldades para preencher vagas nesse setor crucial.

Para endereçar essa necessidade, a AWS escolheu a Trybe para desenvolver uma iniciativa massiva de capacitação em inteligência artificial generativa no Brasil. O curso abrangerá desde os conceitos básicos até tópicos avançados, como treinamento de máquinas e pensamento computacional.

Os participantes terão acesso a ferramentas da AWS, como Amazon Bedrock, Amazon CodeWhisperer, Amazon Sagemaker e AWS Inferentia. Além disso, a parceria com a Amazon faz parte da iniciativa global AI Ready, que tem como meta oferecer treinamento gratuito em habilidades de inteligência artificial para dois milhões de pessoas em todo o mundo até 2025.

Durante o curso, ministrado por especialistas da AWS e da Trybe, os alunos terão a oportunidade de aprender com profissionais renomados, como Felipe Pojo, Evandro Franco, João Duarte, entre outros. Ao final do treinamento, os participantes receberão certificados que descrevem as habilidades desenvolvidas em inteligência artificial generativa.

Essa iniciativa visa preparar uma nova geração de profissionais para atuar no campo da inteligência artificial, preenchendo a lacuna de talentos existente e contribuindo para o avanço tecnológico do Brasil. A oportunidade de participar de um curso como esse é única e pode ser um diferencial na carreira de qualquer interessado em tecnologia.

Não perca essa chance de se capacitar em um dos campos mais promissores da atualidade. Inscreva-se no curso “IA Generativa com AWS” e esteja pronto para se destacar no mercado de trabalho. A transformação digital está em pleno vapor e você pode fazer parte desse movimento de inovação e crescimento. Junte-se a nós nessa jornada rumo ao futuro da tecnologia!

Melhores do ano: MOTOCICLETAS!

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Caros leitores, digníssimas leitoras: apesar do automóvel ser a preferência no sonho de consumo de boa parte dos consumidores brasileiros, essa não é a realidade para grande parte dos estados do Brasil.

Quando falamos em preferência na aquisição de veículo automotor, a motocicleta aparece como veículo preferido em 21 dos 27 estados brasileiros.

Sim, caro leitor… apesar do Volkswagen Polo ser o carro mais vendido do Brasil (até novembro), a “CGzinha” da Honda está dando show!

A razão atual é de: para cada Polo vendido da VW, vendem-se 4 CG da Honda.

O mercado de motocicletas se descolou completamente do mercado de autos. Se nos últimos três anos as vendas de carros vêm andando de lado (crescimento de apenas 6% em três anos), o setor de motocicleta registará alta de quase 75% em 3 anos. E (se tudo correr bem), o setor de motocicletas irá, em 2024, dobrar de tamanho sobre o ano de 2020.

Gráfico indica a evolução na venda de veículos no brasil entre diversos modais

Se a gente verificar um período maior (10 anos por exemplo), para o setor de motocicletas, o pessoal acabou se recuperando de toda turbulência dos últimos anos e deverá encerrar o ano de 2023 com alta de quase 5% sobre 2013. Já o pessoal de automóveis deverá vender em 2023, 44% a menos sobre o resultado de 2013. Tombo mais que feio!

O ponto é que o mercado brasileiro está caminhando para termos um mercado onde vendemos mais motocicletas do que automóveis.

Hoje, de todo veículo automotor vendido (automóvel + motocicleta), temos uma razão de 52:100 para autos e de 48:100 para motocicletas.

Gráfico indica a evolução na venda de veículos no brasil entre diversos modais

Mas essa é a média Brasil! E, como toda média, ela é burra!

Quando a gente faz uma inferência neste Brasil continental, a realidade é bem diferente. Em geral, nós que vivemos em grandes centros (tipo São Paulo) não percebemos a realidade deste Brasilzão!

Se a razão de motocicleta é de 48:100; na região Norte esse percentual salta para 76:100. No estado do Pará, por exemplo, de cada 100 veículos vendidos (auto + moto), 81 é de motocicletas e 19, carros. O Pará, terra do tacacá, é o estado onde proporcionalmente mais se vende motocicletas.

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Ansiedade no day trade

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Inicialmente vamos entender o que é a ansiedade.

Ansiedade é um estado emocional caracterizado por inquietação, apreensão e nervosismo. Pode manifestar-se em diferentes níveis, desde preocupações cotidianas até transtornos de ansiedade mais graves.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) indica que o Brasil tem o maior número de pessoas ansiosas, atingindo 9,3% da população.

O mundo do day trading é desafiador, exigindo não apenas habilidades técnicas, mas também uma gestão emocional robusta. A ansiedade é um fenômeno comum entre day traders, e pode impactar significativamente a qualidade de suas decisões e, consequentemente, os resultados de suas operações.

Aqui estão algumas maneiras de compreender e lidar com a ansiedade para otimizar o desempenho no trading:

1. Compreenda as causas da ansiedade

Identificar as causas subjacentes da ansiedade é crucial. O medo de perdas, a pressão por resultados imediatos e a incerteza do mercado são fatores comuns.

Por isso é de fundamental importância que se tenha um planejamento financeiro para não ter a pressão de fazer resultados rápidos, o que irá te impedir de desenvolver a consistência.

Faça um simples exercício de anotar no seu diário de trading, como você estava se sentindo ao identificar uma oportunidade de trade, depois disso também anote como se sentiu enquanto o trade estava aberto até o fechamento.

Essas anotações irão te trazer informações importantes, falarei mais sobre isso no final deste artigo.

2. Estabeleça metas realistas

Definir metas alcançáveis reduz a pressão psicológica. Foco no processo, não apenas nos resultados, pode aliviar a ansiedade.

Trading é uma maratona de 42 quilômetros e não uma corrida de 100 metros.

Não tenha pressa, afinal, o sucesso não tem prazo de validade.

3. Desenvolva uma rotina de preparação

A ansiedade muitas vezes surge da falta de controle. Uma rotina de preparação diária pode fornecer uma sensação de segurança e ajudar a enfrentar o desconhecido.

Faça um pré-trading mapeando os ativos que irá operar, revisando o calendário econômico e estudando seu diário de trading com as anotações que fez no dia anterior.

4. Utilize técnicas de relaxamento

Práticas como meditação e respiração profunda podem acalmar a mente, reduzindo a ansiedade antes e durante as operações. Procure por visualização mental para traders no meu canal no YouTube “Guilherme Cardoso” e irá encontrar um vídeo onde te ajudo a fazer isso.

5. Aprenda com as experiências

Analisar e aprender com as experiências passadas pode fortalecer a confiança e reduzir a ansiedade futura, ou seja, estude seu diário de trading constantemente, isso irá te ajudar a desenvolver consciência para mudar os comportamentos e consequentemente os seus resultados.

Ao entender e gerenciar a ansiedade, você irá criar um ambiente psicológico propício ao sucesso, tomando decisões mais claras e melhorando consistentemente seus resultados no mercado.

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Melhores do ano: Carros chineses

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Caros leitores, digníssimas leitoras,

Como já falamos na última coluna, o grande destaque do setor automotivo neste ano foi a venda de picapes. Elas encerrarão 2023 como o tipo de produto que teve o maior crescimento em vendas. Nesse cenário, a Ram foi uma das marcas que mais se beneficiou dessa demanda, devendo fechar o ano com alta de cerca de 250% nas vendas sobre o ano passado.

Mas, com o devido respeito à Ram, apesar do excelente desempenho, o destaque entre as marcas neste ano ficou com a ascensão das chinesas: BYD e GWM.

E, já antecipando 2024, dá para dizer que elas também serão o grande destaque do próximo ano.

A ascensão das duas marcas chinesas foi uma coisa nunca vista no mercado brasileiro, considerando o ticket médio dos produtos vendidos. A BYD, em especial, ocupa hoje (21/12) a 16ª posição entre as marcas que mais vendem no mercado brasileiro. Mas a probabilidade de ela fechar o ano na 15ª posição, ultrapassando a Ram nos últimos dias de 2023, é imensa!

A BYD deverá fechar 2023 com um market share na casa de 0,78%, enquanto a GMW deve ficar perto de 0,49%. Se incluirmos o share de 1,45% da Caoa-Chery, podemos decretar que as marcas chinesas encerrarão este ano com share de 2,72%.

Mas essa não é a realidade do mercado – e nem destas marcas. Notem no gráfico acima que as duas marcas só começaram a trabalhar “efetivamente” no mercado no final do primeiro semestre.

Se pegarmos o resultado deste mês até 20/12, a BYD já chegou ao share de 2,13%, ultrapassando marcas “tradicionais” como Peugeot, Citroen, Caoa-Chery, Ford e Mitsubishi, entrando de vez no top 10.

Neste mês, as três chinesas não estão com share de 2,72% no acumulado do ano. Em dezembro, as três fecharão o ano com share de 5%.

E essa é a nova realidade!

Mas aí você vai apontar o dedo para mim, lembrando que, num passado recente, falei sobre a derrocada do mercado de carros eletrificados, foco central dos produtos de BYD e GWM.

Na visão deste vil estagiário nada mudou. O processo de “popularização” dos carros eletrificados, que tenderia a andar mais rápido, demorará alguns anos a mais. Como diz aquele velho ditado: “Aos amigos, tudo! Aos inimigos, a lei!”. Afinal de contas, o (des)governo federal decidiu voltar com a alíquota de 35% de imposto de importação de veículos eletrificados para tentar ajudar as montadoras já instaladas no Brasil, resguardar os empregos da cadeia e blá, blá, blá…

O que o (des)governo federal não percebeu é que concorrência (em qualquer mercado) é excelente! O ponto central aqui é que os chineses mudaram a dinâmica do carro eletrificado. Eles entraram forte trazendo produtos de ponta com alta atratividade de preço. Os carros de entrada da BYD e GWM estão na casa de R$ 150 mil. E a BYD também prometeu trazer um carro pequeno elétrico na casa de R$ 100 mil a R$ 130 mil. É caro? É! Mas lembre-se que o hatch pequeno mais vendido do país é o GM Onix, com preço entre R$ 82 mil e R$ 112 mil. Ou seja, ele vai entrar para brigar com uma parte do Onix “TOP”. E sim, concordo com vocês: pagar R$ 112 mil num Onix “TOP” é do peru!

Além disso, as chinesas obrigaram seus concorrentes a derrubarem os preços. Um último exemplo veio da Peugeot: seu 2008 elétrico, que custava R$ 199.990 no começo do mês, teve o preço derrubado para R$ 159.990.

Olha só! A concorrência fez uma montadora derrubar o preço do seu produto em R$ 40 mil?

Quer mais? Esse carro, quando foi lançado, tinha o preço de venda de R$ 259.990. Ou seja, em menos de um ano, o carro recebeu um desconto de R$ 100 mil.

Mas qual é o futuro de BYD e GMW?

O primeiro ponto que notamos é que existe um processo de expansão num ritmo forte da rede de concessionárias (pontos de vendas).

Quanto mais eu aumento a minha capilaridade, melhor será para mim. O segundo ponto é que BYD e GMW têm cacife suficiente para bancar uma operação por dois-quatro anos até o início da operação fabril, diferente das outras chinesas (Jac e Effa, por exemplo) que vieram “na zoeira”! Quando se fala em carro eletrificado, toda tecnologia de ponta é chinesa. Até as montadoras aqui instaladas tentarem algo similar, o estrago já estará feito.

Finalizo com um “momento mãe Dinah”: quando BYD e GMW estiverem operando com as suas fábricas em terras tupiniquins, elas deverão abocanhar de 10% a 12% do mercado.

E aí, o que achou? Dúvidas, me manda um e-mail aqui.

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A saúde mental do trader

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Certamente, você já se deparou com uma infinidade de soluções e informações para lidar com problemas recorrentes do mercado financeiro. Dificuldades como: “Por que não consigo segurar a operação até o fim?”; “Sei que o preço irá até onde estudei, mas nunca consigo levar até lá…”; “A ansiedade me faz olhar o mercado o tempo todo. Mal consigo dormir…”; “Parece que quando alavanco demais sempre saio perdendo na negociação”.

Mesmo com tanta informação e possíveis soluções disponíveis para tais dificuldades, por que você ainda continua incorrendo no mesmo erro? Se este for o seu caso, claro! E você que não sofre essa dor sabe o que fazer para manter a “dieta” e permanecer constante?

No processo de tomada de decisão, principalmente quando ele envolve dinheiro, tendemos a avaliar as possibilidades na perspectiva do “ganha-perde”. Na maioria das vezes, as soluções criadas por meio desta ótica são irracionais. Isto porque a perda envolve dor. Sendo assim, canalizaremos nossa energia apenas em evitar a dor a qualquer custo. Aqueles que não têm uma descrição rigorosa e internalizada que direcione sua estratégia diante da tela para evitar que a emoção tome conta da situação será facilmente seduzido a adotar atitudes com o intuito de evitar a dor.

O ambiente de incertezas, de percepção de valor entre ativos e preços dinâmicos e da crença de que é possível recuperar perdas, característico do mercado financeiro, pode majorar ainda mais o temor de dor da perda. No entanto, vale ressaltar que a dor da perda é apenas o sintoma e não a causa. O medo de perder é a reação adjacente da falta de confiança em si e na estratégia de negociação, da incompreensão das razões que o levaram as perdas anteriores e da ausência de gerenciamento de risco alinhado ao gerenciamento emocional. Desse modo, se desconsiderarmos as causas dos problemas recorrentes do mercado, nos fixando tão somente nos sintomas, corremos o risco de eternizar as queixas.

Tecnicamente, as causas estão fundamentadas em três aspectos: 1. pouca ou nenhuma capacidade de utilizar sua habilidade técnica, emocional e/ou pessoal; 2. pouca ou nenhuma capacidade de criar circunstâncias que lhe permitam se recuperar do estresse diário e, como consequência, aumentar sua eficiência e produtividade; e 3. pouca ou nenhuma capacidade de ser instrumento de desenvolvimento familiar e pessoal, proporcionando o bem-estar e o bom convívio social.

Procedimentos como administrar emocionalmente o ambiente de incertezas, confrontar a percepção individual à realidade observada e entender que nunca se deve recuperar uma perda dentro do gerenciamento podem ser a solução para suprimir as queixas sintomáticas da dor da perda.

Diante do exposto, conclui-se que para solucionar os problemas recorrentes do mercado financeiro e ser um bom profissional é necessário ir além das telas, são necessárias ações que antecedem a análise do mercado. É necessário investir em Saúde Mental. Saúde Mental no Mercado Financeiro é dedicar tempo em treinamentos e autoanalises para tirar o melhor proveito das próprias habilidades, para aprender a se recuperar do estresse diário e para utilizar o trabalho como meio para o bem-estar próprio e familiar.

Desconsiderar isso é estar à mercê dos “estopins” emocionais.

Saúde Mental, no mercado financeiro, é Gain!

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Melhores do ano: Picapes

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Caros leitores, digníssimas leitoras: eis que estamos chegando ao final do ano e já chegamos naquela fase de mudarmos a nossa lista de músicas do Spotify, para incluirmos os clássicos natalinos de Simone, Mariah Carey e afins, pois, afinal de contas: “Então é Natal!”

E, nesta época, fazemos aquela nossa retrospectiva de quem se deu bem e se deu mal neste ano.

Um dos grandes destaques deste ano foi o crescimento das vendas de picapes. Aqui estamos falando desde as picapes pequenas até as médias e grandes. Enquanto o mercado de veículos (graças às locadoras) está com crescimento de 10,85%, as vendas de picapes estão crescendo mais que o dobro (média de 24%), oscilando ente 14% a 47%.

Hoje, as vendas de picapes já correspondem por quase 20% do mercado. A tendência (no médio prazo) é que a comercialização de picapes ultrapasse as de hatch pequenos.

E pensar que, há 20 anos, as vendas dos carros pequenos (os chamados “carros populares”) correspondiam por mais de 70% das vendas de veículos.

Outro ponto extremamente positivo é o ticket médio dos produtos! É tudo de alto valor agregado!

Se fizermos um recorte dos 14 produtos mais vendidos neste ano (que correspondem a 98,4% do mercado), vamos perceber que os principais produtos que registram crescimento são aqueles acima de R$ 300 mil (fácil).

Temos uma VW Amarok (preços a partir de R$ 300 mil), com crescimento de 42%; tem toda a linha RAM, com a Rampage (carro de “entrada” da marca), Classic e 3500, que estão “estourando” de vender.

De fato, a RAM será uma das marcas de grande destaque em 2023. O histórico da RAM no Brasil já teve idas e vindas. A primeira, quando a Chrysler atuava no Brasil, entre 1967 e 1981. A segunda com eles produzindo a picape Dodge Dakota lá no Paraná. E, agora, parece que eles estão vindo para ficar.

Lógico que nesse ínterim rolou um divorcio com a Daimler, que fez a fábrica fechar…

Mas isso já faz mais de duas décadas!

Hoje, com a marca pertencendo ao grupo Stellantis, a pegada é outra.

Tanto que, neste ano, o crescimento da marca já passou dos 245%.

A tabela acima mostra o sucesso da marca! Neste ano, a RAM já vendeu mais que as tradicionais Mitsubishi e Nissan. E até mesmo mais que a Renault com a sua Oroch, que custa menos da metade dos preços da RAM.

E ela vem com tudo para brigar com a Ford pela quinta posição no ranking de vendas do ano que vem!

O sucesso do segmento de picapes tem nome e sobrenome, e ele está 100% atrelado ao sucesso do agronegócio. Na última década, o PIB do agronegócio cresceu mais de 34%, enquanto o crescimento do país mal deve chegar a 6%.

É… afinal de contas: “agro é tech, agro é pop, agro é tudo”!

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Será que entraremos em 2024 como entramos em 2023?

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Aparentemente não, chegamos ao fim de 2023 com um ambiente relativamente mais construtivo.

O crescimento deve ser ao redor de 3,0%, bem acima do que se esperava no início do ano. A inflação ficará por volta de 4,5%, dentro do intervalo de meta. A taxa Selic fechará o ano em 11,75%, após quatro cortes de 50 pontos base. A política fiscal entregando bem menos que em 2022, um déficit de 1% do PIB versus um superávit primário de 1,3% em 2022, além de um provável déficit para 2024 frente a uma promessa anterior de ter as contas primarias equilibradas.

Um primeiro questionamento para o ano que vem é: será que não teremos crescimento maior do que projetado pelo mercado?

O Focus aponta para 1,5% de PIB, mas nos lembremos que estamos há três anos consecutivos, desde 2021, com surpresas mais para positivas no crescimento anual, e essas surpresas estão atreladas a outro questionamento, de que o nosso PIB potencial deve ter aumentado.

Embora seja difícil ter uma evidência conclusiva sobre o aumento do potencial, nos parece bastante razoável esperar isso dado o conjunto de reformas estruturais aprovadas.

A partir de 2017, com a implementação da reforma trabalhista, e de 2019 em diante, com inúmeros marcos regulatórios, a independência do Banco Central, a reforma da previdência e uma outra grande lista de reformas micro, como a lei de liberdade econômica, lei das startups, lei de cabotagem entre várias outras.

Sem contar que temos em andamento a reforma tributária e talvez os primeiros gatilhos da reforma administrativa.

Outra discussão diz respeito a nossa NAIRU, a taxa de desemprego que não acelera e nem desacelera a inflação, ter caído.

Nesse sentido, estamos vendo um mercado de trabalho ainda robusto e com baixa taxa de desemprego, sem impacto significativo no comportamento da inflação de serviços, que mantém trajetória de alívio e está bem comportada.

Portanto, se o fantasma fiscal colaborar parcialmente (leia-se: o governo ser capaz de aprovar as medidas de arrecadação e não desancorar o resultado primário e a dívida pública), apontamos para um próximo ano de uma certa estabilidade e menor incerteza a respeito das políticas macro.

Embora não possamos esquecer que estamos só postergando um importante ajuste, da ordem de 2,5% a 3% no resultado das contas primarias com relação ao PIB para chegarmos a uma política fiscal sustentável, em que a dívida deixa de crescer com relação ao nosso PIB.

Com o fiscal minimamente controlado, embora ainda insustentável, a inflação corrente e as expectativas pouco devem se mover. A dinâmica benigna continuaria e fecharíamos 2024 com o IPCA entre 3,5% e 4%.

A Selic teria espaço para continuar caindo, atingindo patamar de um dígito e encerrando o ano ao redor de 9,0%.

O efeito dos juros em queda impacta positivamente a atividade econômica e ajuda os investimentos: somado ao cenário de aumento de PIB potencial, acredito que possamos ter um crescimento de pelo menos 2,0% no ano que vem.

Tudo isso sem mencionar o ambiente externo também mais tranquilo do lado da política monetária. A tendência dos indicadores aponta para a economia americana reduzindo os juros a partir do segundo trimestre do ano que vem e a Europa no segundo semestre.

E além do que comentei acima, iniciamos o ano com uma menor “cacofonia”, a prática fiscal foi bastante descolada da narrativa principalmente com relação a política fiscal e monetária ao longo deste ano. Em ambos os casos, o risco atual parece ser menor do que o risco que tínhamos no fechamento de 2022 após as declarações do presidente Lula.

Este artigo tem a co-autoria do economista da Jive Investments Luan Takada

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Blue Origin planeja lançar foguete surpresa antes do Natal: o que Jeff Bezos está preparando?

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A empresa de Jeff Bezos, Blue Origin, está se preparando para retomar os lançamentos espaciais antes do Natal, após seis meses de investigações de acidente. A companhia paralisou suas operações de lançamento após um incidente em 2022, que resultou em uma falha estrutural no motor do foguete New Shepard.

Segundo apuração da Bloomberg News, a Blue Origin planeja retornar às atividades entre os dias 18 e 21 de dezembro. Após a divulgação da notícia, a startup confirmou os planos em suas redes sociais.

O acidente de 2022 ocorreu durante a missão NS-24, quando o sistema de segurança para ejeção da cápsula do propulsor entrou em atividade durante o voo. A Blue Origin identificou que a falha foi causada por danos térmicos na tubeira do motor BE-3PM.

Após seis meses de investigação, a Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos autorizou a retomada dos lançamentos da Blue Origin, condicionando a empresa a completar 21 ações corretivas antes de receber a licença de lançamento.

O retorno dos lançamentos espaciais da Blue Origin pode impulsionar a companhia, que se tornou um exemplo de startup espacial de crescimento acelerado. O próximo voo do foguete New Shepard está programado para o dia 18 de dezembro e contará com 33 experimentos científicos e 38 mil cartões postais de uma ONG voltada para educação.

Com isso, a Blue Origin busca se reerguer após o incidente de 2022 e retomar suas atividades no espaço, garantindo a segurança e eficácia de seus lançamentos. O retorno dos lançamentos espaciais pode marcar uma nova fase para a empresa de Jeff Bezos, consolidando sua posição no mercado de exploração espacial.

Descubra o poder secreto desse indicador nos Fundos Imobiliários!

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A importância da Taxa de Vacância nos Fundos Imobiliários

A taxa de vacância é um conceito fundamental na análise de um fundo imobiliário. Ela representa o percentual de um empreendimento que está vago, sendo uma métrica crucial para a distribuição de proventos aos acionistas.

O que é Taxa de Vacância?

A taxa de vacância indica o percentual de um empreendimento que se encontra vago. No contexto dos fundos imobiliários (FIIs), essa métrica é essencial, uma vez que quanto maior a vacância, pior para o FII. Para ilustrar, podemos comparar os fundos imobiliários com um imóvel comum: quando há mais espaços vagos, a taxa de vacância é alta e, consequentemente, o desempenho do fundo é afetado.

Por que a Taxa de Vacância é importante?

Através da taxa de vacância, é possível avaliar o mercado de investimentos imobiliários. Em geral, durante períodos de expansão econômica, a vacância tende a diminuir, pois as empresas buscam expandir e ocupar novos espaços físicos. Isso resulta em uma valorização das propriedades e em uma maior distribuição de dividendos aos acionistas.

Quais os tipos de Vacância?

Existem dois tipos de vacância importantes a serem considerados: a vacância física e a vacância financeira. A vacância física ocorre quando há espaços físicos disponíveis no empreendimento, enquanto a vacância financeira leva em conta o fluxo de caixa esperado e o quanto ele gera atualmente. Em suma, a vacância é calculada a partir da relação entre espaços vagos e espaços totais, sendo fundamental para avaliar a situação econômica de um local em determinado período.

Como calcular e analisar a Taxa de Vacância?

O cálculo da taxa de vacância é simples e pode ser feito através da relação entre espaços vagos e espaços totais. No caso da vacância financeira, é preciso fazer uma média ponderada dos resultados, levando em consideração as diferentes regiões e rendimentos. O investidor de fundo imobiliário busca um fluxo mensal de renda, por isso, é importante analisar a taxa de vacância para estimar o potencial de geração de caixa e dividendos do fundo.

Conclusão

Em resumo, a taxa de vacância é um dos indicadores mais importantes na avaliação de fundos imobiliários. Através dela, é possível entender como o fundo irá gerar caixa e distribuir rendimentos. Por isso, é fundamental observar com cuidado a taxa de vacância ao analisar os FIIs, pois ela reflete diretamente a situação econômica e a gestão do fundo.

Você ainda tem dúvidas sobre a taxa de vacância nos fundos imobiliários? Comente abaixo e compartilhe suas opiniões!