Congressista Brian Fitzpatrick: EUA Precisam Separar o PCCh do Povo Chinês na Luta por Liberdade


Texto adaptado do inglês, publicado pela matriz americana do Epoch Times.

A Luta pelo Futuro: Vozes Contra o Comunismo na China

Brian Fitzpatrick, deputado pelo estado da Pensilvânia, expressou um ponto importante sobre o regime autoritário que rege a China: “Nunca devemos confundir o povo chinês com o Partido Comunista Chinês (PCCh)”. Para Fitzpatrick, enquanto muitos na China aspiram a um futuro livre do controle comunista, o regime tenta se passar por representante da população, uma narrativa falsa que ele e outros críticos estão determinados a desmascarar.

O Movimento Tuidang: Abandonando as Amarras

Fitzpatrick fez seus comentários em apoio ao movimento Tuidang, que significa “Abandone o Partido”. Esse movimento global tem como objetivo incentivar os chineses a romper laços com o PCCh e suas organizações associadas. Surpreendentemente, mais de 400 milhões de pessoas já solicitaram a retirada de suas afiliações até o dia 3 de agosto, conforme dados do Global Tuidang Center, sediado em Nova Iorque, que organiza essa importante mobilização.

Essa decisão em massa reflete a insatisfação com o PCCh e mostra que o partido não representa verdadeiramente os interesses de sua população. “A resposta do povo demonstra que o PCCh não tem a legitimidade que insiste ter”, destacou o congressista. Ele tem patrocinado vários projetos de lei visando limitar a influência do regime chinês nos Estados Unidos e combater as graves violações de direitos humanos.

Fitzpatrick enfatizou: “À medida que enfrentamos ameaças à nossa segurança e economia provocadas por um PCCh cada vez mais agressivo, é crucial que não confundamos o povo chinês com o Partido Comunista. Essa separação é o que o PCCh tenta obscurecer em sua propaganda.”

Raízes do Movimento Tuidang

O movimento Tuidang teve início em 2004, instruído pelo livro “Nove Comentários sobre o Partido Comunista”. Lançada na versão chinesa do Epoch Times, a obra revela as verdades obscuras que cercam o regime comunista, e tem sido uma fonte de inspiração para muitos que desejam se afastar do partido.

O ex-governador da Virgínia, George Allen, interagindo com o senador John Thune durante o funeral do ex-senador John Warner em Washington, em 23 de junho de 2021. Chip Somodevilla/Getty Images

George Allen, ex-governador da Virgínia, também elogiou a coragem demonstrada por aqueles que se afastaram do PCCh. Ele declarou que “é encorajador saber que centenas de milhões de pessoas corajosas que valorizam a liberdade decidiram romper com o partido repressor”.

A Bravura que Inspira o Mundo

Em suas palavras emocionadas, Allen ressaltou: “Essa coragem em defesa dos direitos naturais, como a vida e a busca da felicidade, deve inspirar pessoas ao redor do mundo a se manterem firmes pela liberdade e oportunidades iguais para todos.” Ele conclamou os americanos a aplaudirem esta luta e a se comprometerem a defender os princípios de liberdade e responsabilidade individual, em oposição ao controle autoritário do governo.

Apesar das tentativas do regime de se apresentar como indissociável do povo chinês, Yi Rong, presidente do Global Tuidang Center, acredita que a retirada dos laços com o partido é uma decisão que beneficiará tanto a China quanto o mundo. “O movimento Tuidang é o maior movimento de base da história da China”, enfatizou em um discurso recente, celebrando os 400 milhões de pessoas que apoiam essa causa.

Yi Rong, presidente do Tuidang Center, discursa durante um comício em homenagem ao 20º aniversário da perseguição ao Falun Gong na China. Samira Bouaou/Epoch Times

Ela elaborou: “A coragem de 400 milhões de cidadãos se afastando de um partido comunista totalitário é um verdadeiro milagre que motivará mais chineses a seguir o mesmo caminho.” Yi também fez alusão à queda repentina da União Soviética em 1991, alertando que “a desintegração do PCCh pode ocorrer a qualquer momento”.

A Liberdade Como Esperança

É inegável que a busca pela liberdade e pelos direitos humanos é uma questão central na narrativa atual sobre a China. O movimento Tuidang exemplifica essa luta e demonstra a força do desejo popular por mudanças significativas. O apoio de líderes e cidadãos ao redor do mundo continua a crescer, reforçando a ideia de que a liberdade deve prevalecer sobre a opressão. Portanto, ao refletir sobre estas declarações e eventos, o que podemos fazer em nossa própria sociedade para promover a liberdade e garantir que nossas vozes não sejam silenciadas?

Terri Wu contribuiu para esta reportagem.

© Direitos Autorais. Todos os Direitos Reservados ao Epoch Times Brasil (2005-2024)


DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Mais Recentes

Crise no INSS: Presidente Estende CPMI e Agita Cenário Político!

Prorrogação da CPMI do INSS: O Que Você Precisa Saber A situação envolvendo a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito...

Quem leu, também se interessou