As empresas e cooperativas listadas na Forbes Agro100 somaram faturamento de R$ 2,1 trilhões em 2025, alta de 13,45% em relação ao levantamento anterior. A sétima edição do ranking, publicada em 2026, reúne as 100 maiores companhias do agronegócio brasileiro e separa os resultados em sete segmentos da cadeia produtiva. Entre as líderes de cada setor, a JBS registrou a maior receita apresentada, de R$ 480,58 bilhões.
Sete segmentos da cadeia produtiva
A Agro100 considera cooperativas, grupos empresariais e companhias de capital aberto e fechado. O levantamento organiza as empresas em Agroenergia; Agroquímicas, Genética e Insumos; Alimentos e Bebidas; Celulose, Madeira e Papel; Comércio e Tradings; Cooperativas; e Proteína Animal. A divisão permite comparar empresas que atuam em diferentes etapas da atividade agropecuária e de suas cadeias relacionadas.
Os valores divulgados para as líderes correspondem ao faturamento de 2025. Na Proteína Animal, a JBS aparece à frente, com R$ 480,58 bilhões. Em Alimentos e Bebidas, a liderança é da Cargill Comida, com R$ 115,29 bilhões. Já a Raízen Energia ocupa o primeiro lugar em Agroenergia, com receita de R$ 87,70 bilhões.
No segmento de Comércio e Tradings, a Copersucar lidera com R$ 65,78 bilhões. A Suzano aparece como principal empresa de Celulose, Madeira e Papel, com R$ 50,12 bilhões. Em Agroquímicas, Genética e Insumos, a maior receita informada é a da Mosaic Fertilizantes, de R$ 26,96 bilhões. Entre as Cooperativas, a Coamo Agroindustrial lidera, com faturamento de R$ 26,79 bilhões.
Receitas das empresas líderes
A diferença entre os valores das empresas varia conforme o segmento. A JBS, líder em Proteína Animal, tem o maior faturamento entre as sete companhias destacadas. A Cargill Comida, segunda maior receita entre as líderes apresentadas, registrou R$ 115,29 bilhões. As demais empresas listadas tiveram faturamentos entre R$ 26,79 bilhões e R$ 87,70 bilhões.
Os números das líderes mostram a diversidade de atividades incluídas no levantamento: há empresas de alimentos, energia, comércio, celulose, insumos e produção cooperativa, além de proteína animal. O faturamento conjunto de R$ 2,1 trilhões considera as 100 companhias reunidas na lista, e não apenas as sete líderes setoriais. A expansão de 13,45% foi calculada em comparação com a edição de 2024.
A relação completa integra a edição 146 da Forbes Brasil. A publicação informa que o levantamento detalhado está disponível para download em plataformas digitais para Android e iOS e que a distribuição física nas bancas de todo o país ocorreria posteriormente. Os dados apresentados para cada líder identificam o setor em que a empresa ocupa a primeira posição e sua receita registrada em 2025.
Como o ranking organiza o agronegócio
A classificação reúne negócios com perfis diferentes sob o conjunto do agronegócio brasileiro. As categorias incluem tanto atividades ligadas diretamente à produção e ao fornecimento de insumos quanto segmentos de processamento, comercialização e transformação de produtos. O ranking, portanto, apresenta o desempenho financeiro de empresas e cooperativas distribuídas ao longo da cadeia produtiva, em vez de limitar a comparação a um único ramo.
Na edição de 2026, os números divulgados permitem identificar a maior companhia de cada um dos sete segmentos e comparar suas receitas. A lista completa das 100 empresas, segundo a publicação, reúne os dados financeiros usados para compor o panorama do setor no ano de 2025.

