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Vendas de veículos crescem 23% no primeiro bimestre

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Caros leitores, digníssimas leitoras,

Eis que, enfim, depois daquele clássico recesso entre o Réveillon e o Carnaval, o Brasil voltou a funcionar!

E o setor automotivo vem fazendo seu papel no melhor estilo possível!

O que apuramos no final deste primeiro bimestre?

Que as vendas de veículos novos registram crescimento de quase 23% sobre o primeiro bimestre do ano passado.

Uau!

Neste ano, estamos com 307,1 mil carros novos vendidos contra 249,9 mil no mesmo período do ano passado.

E o “mais-melhor-de-bom” é que conseguimos notar quem está indo bem e quem irá sofrer!

Neste nosso ensaio, vamos fazer uma análise das marcas seguindo o seguinte conceito: “Estou arrebentando”; “Estou indo bem”; “Sinal amarelo”; “Só G-zuis salva!”

ESTOU ARREBENTANDO

Nesta primeira leva, temos cinco marcas que representam 10% do mercado e que estão com crescimento mais que dobrado sobre o mesmo período do ano passado.

Se elas possuem neste primeiro bimestre 10% de share, no ano passado era de 3%.

Neste primeiro momento, temos como grande destaque três marcas chinesas! A campeã absoluta desta primeira análise é a BYD, que saiu de um share de quase 0,2% para quase 3% neste ano, caminhando a passos largos para manter o ritmo. Ok, ela pesou a mão no lançamento do “golfinho”, o carro novo dela? Pesou! Mas ainda tem muito espaço de crescimento. Estão com rede de concessionárias em expansão (só com grupos bons/capitalizados) e ainda nem começaram a produzir localmente.

Assim como a BYD, mas num ritmo um pouco mais lento, a GWM é outra que já abocanhou 1,3% do mercado de veículos.

O grande ponto interessante das duas marcas é que elas estão chegando com ótimos produtos com qualidade de ponta. O diferencial de uma para a outra é a velocidade (planejamento) de crescimento. Mas, independentemente, se uma vai chegar primeiro que a outra – as duas irão chegar! E, hoje, aposto um picolé de limão que daqui a um/dois anos, falaremos que as duas possuem 10% do mercado, e não os 4% atuais.

A terceira marca chinesa (pero no mucho) é a Caoa-Chery! O que percebemos é que a questão genética favoreceu (e muito) o atual dono/presidente da marca, Carlos Alberto de Oliveira Andrade Filho, que parece ter conseguido herdar o “toque de midas” do pai.

A Caoa-Chery está com crescimento de 159% nas vendas, saindo de uma venda de 2,6 mil unidades no primeiro bimestre para 6,8 mil neste ano. O share da marca dobrou, saindo de 1,05% para 2,21%.

E tem mais!

Ele teve o desplante/ousadia de derrubar o preço dos carros, como o Tiggo 7, em R$ 35 mil, tornando assim um dos SUVs médio mais TOP e baratos no mercado.

Ou seja, o Carlinhos “tacou fogo no parquinho”. Afinal de contas, uma medida dessas gera um desdobramento terrível no mercado (para as outras marcas).

Saindo das chinesas, as outras duas marcas que reforçam o nosso top 5 de “Estou arrebentando” são as marcas americanas Ram e Ford.

A Ram registra crescimento de 285% nas vendas, enquanto a Ford reportou 98%. As marcas estadunidenses estão com produtos focados no mercado de picapes, seja a eterna Ranger da Ford ou a nova Rampage da Ram.

O mercado de picapes é um mercado que está em ascensão – e elas estão surfando na onda!

ESTOU INDO BEM

Nesta segunda leva “ESTOU INDO BEM” de marcas, vamos também fazer o nosso top 5. Quatro delas vêm do leste asiático! Do Japão temos Honda, Mitsubishi e Nissan com crescimento médio de 40% nas vendas, seguidos de perto pela Hyundai e a única fora do leste asiático, a Peugeot.

Em relação às marcas japonesas, o conceito é “praticamente” o mesmo. Elas penaram nos últimos tempos com falta de produto/produção. E as marcas japonesas têm um certo tempo para “resolver os problemas”. Se falta agilidade para resolver os pepinos no curto prazo, sobra planejamento para se perpetuar no longo prazo.

E é isso que está acontecendo agora! Nissan com +43%, Honda +42% e Mitsubishi +31% de crescimento são reflexo de novos produtos que chegaram, como a nova L200 da Mitsubishi.

Além disso, desde o ano passado elas já vêm anunciando seus novos planos, como a Nissan em novembro, quando o presidente da marca veio até o Rio para anunciar investimentos de quase R$ 3 bilhões em novos produtos e melhorias da fábrica.

Saindo do Japão e descendo para a Coréia do Sul, temos a Hyundai com crescimento nas vendas de quase 30%. O ponto positivo para o crescimento e evolução futura da marca, foi que Hyundai e CAOA resolveram nesta quinta (29) uma pendência que se arrastava por anos. Agora, os coreanos da Hyundai serão responsáveis por toda produção/distribuição dos produtos Hyundai, além da CAOA “ceder” a operação fabril. Ou seja, é como se eu estivesse aumentando a minha capacidade fabril do dia para a noite, o que será extremamente benéfico para a marca e, consequentemente, para os consumidores.

Saindo do leste asiático e indo para a Europa, temos a Peugeot, com evolução nas vendas de 36%. O ponto central para a marca do leãozinho é que ela no mercado brasileiro foi a que mais cresceu desde a fusão entre PSA e FCA. A entrada dos italianos da FCA na condução administrativa/comercial da operação da Peugeot foi a melhor coisa que aconteceu para marca, que “desburocratizou” todo seu processo!

SINAL AMARELO

No nosso top 5 de marcas que ligaram o sinal amarelo, temos Fiat, VW, Toyota, Renault e Citroen. Essas cinco marcas possuem 52% de share contra quase 54% do ano passado.

Essas marcas não estão indo mal… mas também não estão tão bem assim!

O ponto aqui é que existe uma questão de perspectiva futura das marcas. No caso da Renault, ela tem o seu novo SUV pintando no pedaço. A Citroen acabou de lançar uma nova versão do C3 para 7 lugares, que vai pegar um nicho de mercado altamente carente. E também existe o burburinho da chegada do novo “Yaris Cross” da Toyota.

Ou seja, o segundo semestre deste ano vai ser do tipo: “o império contra-ataca”.

Além disso, como são marcas lá no topo da pirâmide (tirando a Citroen), elas sempre são os alvos!

SÓ G-ZUIS SALVA

Neste ano, foram poucas marcas que registraram queda nas vendas. Com um mercado crescendo 23%, você tem que ser “muito bom” para ir na contramão dele! Tanto que não existe um Top 5 dessas marcas, mas apenas um Top 3: GM, Jeep e Volvo, que possuíam 24% de share no primeiro bimestre do ano passado e viram sua participação despencar para 17% neste ano. Elas (praticamente a GM) perderam 7 pontos percentuais de share.

No caso da Volvo, que apostou desde o início na eletrificação dos seus produtos – independentemente de estarem certos ou errados, o grande ponto aqui é que a marca foi uma das que tomaram aquela pedrada no meio da testa do (des)governo federal, que decidiu aumentar o Imposto de Importação do carro eletrificado em 35%. Por mais que a marca vá trazer o seu novo carro de entrada (tipo um Ecosport, mas com padrão Volvo) 100% elétrico, isso não deverá ser suficiente para rever o seu volume de vendas. Por isso, a marca amarga perda de 25% neste começo de ano.

A Jeep, com um lineup cansado/antigo e com inúmeros problemas nos seus produtos reportados continuamente pelos clientes, é outra que está sofrendo e registrando perda de 5%.

Mas aqui a gente dá um desconto para a marca. O grupo Stellantis está com: Ram +285%; Peugeot + 36%; Fiat +18%; Citroen +11% e Jeep -5%. Assim, na média, o grupo registra crescimento de 17%. E, afinal de contas, não tem como ganhar todas!

A GM, diferentemente dos seus brothers americanos, registra queda de 14% nas vendas. Ela viu o seu share despencar de 17% para 12%.

Qual o problema da marca?

Sabe aquele conceito de “menos é mais”?

No setor automotivo (onde a escala é necessária) isso é uma verdade mais que absoluta. A marca possui 13 produtos no seu portifólio. Ela tem o Hatch Pequeno (Onix); Sedan Pequeno (Onix Sedan); Hatch Médio (Cruze); Sedan médio (Cruze Sedan); Crossover (Spin); SUV (Tracker; Equinox e Trailblazer); Picape pequena (Montana); Picape média (S10); Picape grande (Silverado); Esportivo (Camaro); Elétrico (Bolt).

Em resumo… sou tudo e nada ao mesmo tempo!

Sou pífio no mercado de carro eletrificado; o meu esportivo fica a anos-luz de uma Mercedes, Audi ou qualquer outra marca de luxo; estou lá atrás no mercado de picapes (exemplo: em fevereiro, a GM vendeu 124 Silverados contra mais de 2,1 mil unidades da Rampage da Ram); insisto em atuar no mercado de sedan médio, onde “só” o Toyota Corolla é quase 65% do mercado (GM mal chega a 5%); tem a Spin com transtorno de personalidade (Sou um SUV? Sou uma Minivan? Sou um crossover? O que sou?); mas pelo menos está na disputa do mercado de Hatch e Sedan pequeno (graças às locadoras que – geralmente – compram na bacia das almas).

É… esse ano começou bem animado para o setor!

E aí, o que achou? Dúvidas, me manda um e-mail aqui.

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Apesar do governo, mercado de carros eletrificados deverá ter aumento de 150% nas vendas

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Caros leitores, digníssimas leitoras,

Eis que o glorioso mercado automotivo veio com uma clássica luva de pelica para dar na cara do governo!

Há uns três meses, o glorioso (des)governo federal decidiu voltar (gradativamente) com o singelo imposto de importação – 35% – sobre os veículos híbridos/elétricos importados.

Na verdade, segundo o (des)governo, a ideia era estimular o desenvolvimento de veículos eletrificados, como se a concorrência não fosse um dos principais meios para fazer a indústria crescer.

Enfim, apesar de a medida (claramente) ser uma grande barreira de entrada para novas marcas, parece que o mercado deu de ombros para ela!

No ano passado, a participação do mercado de carros eletrificados teve um aumento de 65%. Encerramos o ano de 2023 com participação de 4,16%. No ano de 2022, esse percentual era de 2,51%.

A previsão para este ano é que o mercado de carros eletrificados represente mais de 9% do total de carros vendidos. Já neste primeiro mês do ano, esse número chegou próximo dos 8%.

A projeção para a venda de carros elétricos/híbridos neste ano ficou em 225 mil veículos, um aumento de 148% sobre o ano de 2022, quando vendemos quase 91 mil veículos.

O grande ponto é que as marcas chinesas gigantescas dobraram a aposta. E aqui estamos falando claramente do desempenho que a BYD e a GMW apresentaram no ano passado e já estão realizando neste ano (fora as outras que estão “ciscando” para chegar).

As duas marcas combinadas já possuem 4,1% do mercado de veículos.

Hoje, a BYD já é a décima marca mais vendida no Brasil, com uma probabilidade imensa de se tornar a nona marca mais vendida – ultrapassando a Honda, ainda mais quando o carro de entrada da marca chegar no preço “arrasa quarteirão”, como eles vem anunciando.

Mas temos que fazer uma ressalva… quando falamos de carros eletrificados (como no ano de 2023, por exemplo), mais de 80% são de veículos híbridos. O carro 100% elétrico correspondeu no ano passado por 0,8% das vendas.

O mercado de carros elétricos, na visão deste vil estagiário, ainda deve demorar mais alguns ciclos até deslanchar.

No mercado automotivo americano e europeu, existe um movimento pelos elos da cadeia (indústria-concessionária-infraestrutura) para tirar um pouco o pé do acelerador na demanda de carros 100% elétricos. Lá, eles estão debatendo se existe a necessidade de eliminar o carro com motor à combustão de vez no pequeno prazo exigido.

O conceito a que se chega (principalmente no mercado americano) é que “um bom veículo híbrido” é melhor que um 100% elétrico.

Quem acompanha as mídias sociais já deve ter visto inúmeros vídeos nos quais os consumidores fazem filas homéricas para carregar o seu veículo; brigas para acessar o terminal; geradores a diesel para gerar energia de carregamento; e algumas cidades da Europa já estão proibindo residências (prédios) mais antigos de instalarem pontos de carregamento, devido à dificuldade (segurança) de colocar a infraestrutura correta.

Mas, voltando à nossa epopeia.

O mercado de carros eletrificados no Brasil mudou e já virou realidade. Estamos vivendo uma terceira onda/ciclo no mercado automotivo.

A primeira foi quando tivemos a chegada das “newcomers”, que entraram no mercado no início dos anos 1990. Antes, tínhamos apenas quatro marcas (VW-Fiat-Ford-GM) e, com a “abertura dos portos” pelo presidente Collor, tivemos a entrada de diversas marcas como Renault, Peugeot, Toyota (não, não consideramos a operação do Toyota Bandeirantes como válida), por exemplo.

Já em meados do ano 2000, tivemos a nossa segunda onda, com a entrada de outras marcas como, por exemplo, Hyundai e diversas importadoras que se consolidaram no mercado brasileiro.

Esta terceira onda (mesmo com o tarifaço do governo) não tem mais volta. O estrago está sendo feito nas montadoras que aqui já estavam instaladas.

Exemplos?

Devido ao efeito BYD/GWM, diversas montadoras derrubaram o preço dos seus veículos.

O Renault Kwid elétrico foi lançado ao preço de R$ 143 mil. Hoje, está em quase R$ 100 mil. O Peugeot 2008 elétrico foi lançado em novembro de 2022 por quase R$ 260 mil – hoje, ele é vendido com desconto de R$ 100 mil sobre o preço de lançamento. E assim ocorreu com diversos modelos elétricos/híbridos.

A concorrência fez o preço ser derrubado… imagine se o governo não tivesse elevado o imposto para ajudar as montadoras daqui.

Você pode apontar para mim e dizer que as montadoras já anunciaram a intenção de investir no setor mais de R$ 40 bilhões. O que é uma quantia considerável de investimento.

Do montante anunciado, somente BYD e GWM estão com investimentos para o surgimento de novos polos fabris (ou seja, dinheiro novo entrado no país). As demais irão adequar o seu atual parque para manter a competitividade de seus produtos e o nível de emprego (?). Elas trabalharão com recursos próprios (??) ou então socorrerão a empréstimos bancários. Ou vai rolar aquele “paitronicinio” via BNDES. Por fim, ainda temos o programa MOVER do (des)governo federal, no qual poderão se creditar de parte do IPI (pago agora e depois devolvo lá na frente).

Todo investimento é bem-vindo! Mas anunciar sem detalhar efetivamente o projeto e/ou dizer efetivamente o que vai fazer, ou anunciar usando dinheiro do governo e/ou crédito tributário… aí já é outra história.

É anúncio “para inglês ver”!

Fazendo uma analogia com o nosso esporte bretão, aqui em terras tupiniquins já tivemos: o anúncio do Drogba para jogar no Corinthians; do Anelka no Galo mineiro; o Balotelli ia parar no Flamengo; o Yayá Touré no Botafogo; e poderíamos listar mais uma meia dúzia de anúncios feitos. E vimos o que aconteceu, não vimos?

Enfim, prevejo para o setor alguns Drogbas, Anelkas e Balotellis aparecendo…

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Revolução na Saúde: AWS investe R$ 100 milhões em soluções na nuvem!

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A Amazon Web Services (AWS) anunciou um financiamento de aproximadamente R$ 100 milhões (US$ 20 milhões) para a Iniciativa de Equidade em Saúde, disponível para startups, ONGs, organizações sem fins lucrativos e grandes empresas interessadas em se inscrever até 31 de março. Este investimento busca apoiar soluções que vão desde aplicativos para melhorar o acesso e acompanhamento da saúde até a vigilância de doenças transmitidas entre humanos e animais.

Com esse aporte, a AWS compromete-se a fornecer cerca de R$ 300 milhões (US$ 60 milhões) em créditos de nuvem e conhecimento técnico. Além disso, a iniciativa está adicionando uma nova área de financiamento para abordar o impacto da mudança climática na saúde, priorizando projetos que melhorem o acesso a serviços de saúde de alta qualidade e culturalmente responsivos, promovam comunidades resilientes e mitigam os efeitos das mudanças climáticas na saúde e qualidade de vida.

As organizações que atendam aos critérios podem se candidatar à Iniciativa de Equidade em Saúde da AWS, com inscrições aceitas três vezes por ano, sendo o próximo ciclo encerrado em 31 de março de 2024.

O que é a Iniciativa de Saúde da AWS?

De acordo com o Banco Mundial, mais de 700 milhões de pessoas enfrentam dificuldades para suprir suas necessidades básicas relacionadas a serviços sociais e de saúde, influenciando significativamente os resultados de saúde e qualidade de vida. Nesse contexto, a Iniciativa de Equidade em Saúde foi lançada em 2021 pela AWS com um investimento inicial de US$ 40 milhões, visando reduzir as disparidades de acesso à saúde em todo o mundo.

Desde o seu lançamento, mais de 229 organizações contribuíram com inovações para o programa, distribuindo mais de US$ 30 milhões do fundo original. A iniciativa tem desenvolvido soluções inovadoras, como a Jacaranda Health na África Subsaariana, que busca melhorar a qualidade do atendimento materno e neonatal por meio de uma plataforma de IA, PROMPTS, que utiliza ferramentas da AWS para enviar mensagens de texto específicas de acordo com o estágio da gravidez das gestantes e fornecer suporte por meio de um helpdesk inteligente.

O suporte da AWS tem permitido à Jacaranda Health expandir seus serviços e melhorar a assistência às mães, aumentando a precisão no atendimento e ajudando as autoridades de saúde a tomar decisões mais eficazes.

Conclusão

Com a Iniciativa de Equidade em Saúde da AWS, startups e outras organizações têm a oportunidade de desenvolver soluções inovadoras e acessíveis que impactam positivamente a saúde das populações mais vulneráveis. O compromisso da AWS em impulsionar a equidade na saúde demonstra a importância de investir em soluções tecnológicas que contribuam para a melhoria dos sistemas de saúde globalmente. Ao participar desse programa, as organizações têm a chance de criar impacto real e duradouro na vida das pessoas, demonstrando o potencial transformador da tecnologia na saúde.

A estratégia de fluxo mais simples para Day trade

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Desvendar os segredos do mercado financeiro pode parecer uma tarefa complexa, mas muitas vezes a simplicidade pode ser a chave para o sucesso. Sem palavras e termos complexos de mercado mergulharemos aqui na arte do day trade, explorando uma das estratégias mais acessíveis e eficazes de leitura de fluxo.

Assim, de forma simples, você verá o que rege em qualquer tipo de negócio, até mesmo no seu cotidiano: ofertas e demandas.

Já ouviu falar disso? Vou te dar um exemplo simples.

Sempre que uma pessoa quer comprar alguma coisa, precisa ter uma contraparte, alguém disposto a vender. Se você quer comprar um carro elétrico, alguém precisa fazer uma oferta de venda informando que tem esse veículo para venda e você é a demanda. Repare que você verá essa oferta e assim vai tomar a decisão de comprar o tão sonhado carro elétrico.

Esse é um dos milhares exemplos que acontecem na vida de qualquer pessoa. Mas vamos para o que interessa, como eu vejo esse tipo de informação dentro do mercado financeiro? E o mais importante, como aplicar isso para o day trade?

Day Trade: Livro de ofertas

A primeira coisa que você deve se ater nesse tipo de operações é identificar quem são os compradores e quem são os vendedores do dia em que você está querendo negociar.

Como existem dezenas de plataformas operacionais, você precisa achar essa informação na plataforma em que você mais se identifica. De forma simples, procure por ranking de corretoras.

Esse ranking compila toda ordem já executada e aberta por uma corretora e mostra o saldo total, positivo ou negativo.

Agora, precisamos da ferramenta mais importante, a qual chamamos de Livro de Ofertas.

Pense nesse livro como uma feira de carros onde você está interessado em comprar e precisa buscar alguém interessado em vender.

A própria regra do jogo fala o seguinte: quem compra, quer comprar barato e quem vende, quer vender caro. Absolutamente todos os negócios são feitos em busca desse tipo de pensamento. Faz sentido para você?

Aí vem a principal pergunta sobre tudo isso: como vou saber se determinado ativo está barato ou está caro e como você vai aplicar isso em operações de day trade?

Em resposta à essa pergunta você deverá observar tanto as ofertas de compras quanto as ofertas de vendas. Também irá limpar o seu visual e apenas buscar ofertas de vendas de corretoras que estão no ranking como vendedores. Ao mesmo tempo, buscará ofertas de compras de corretoras que estão no ranking como compradores.

Simplificando: toda vez que aparecerem ofertas somente de vendedores no lado de ofertas de venda do livro, e você não ver ofertas de compradores no lado de compra do livro, quer dizer que o preço ainda está barato, e que o ativo irá valorizar até consumir os lotes de venda dos vendedores dispostos a vender mais caro.

Veja o exemplo 1 abaixo:

Observe no exemplo 1 do ativo WING24 (mini índice) que, dez minutos após a abertura do mercado, começam a aparecer oportunidades.

Antes de direcionar – começam a aparecer ofertas de venda somente de vendedores do ranking – essas são as ofertas.

Assim não tendo ofertas de compradores abaixo do preço atual, basta você esperar a demanda ir lá consumir esses lotes de venda.

No exemplo 2, o alvo 1 que era o preço de 127.885 já foi atingido, e, ao mesmo tempo, você continua observando somente ofertas de vendedores em 2 camadas de preços, diferentes acima do preço de 127.910.

Ou seja, você continua com a sua compra até os alvos ou até mudar as condições do livro. Exemplo: se as ofertas sumirem, encerre sua posição de compra antes dos alvos. Ao mesmo tempo, fique de olho no ranking de corretoras, pois pode acontecer de alguma corretora mudar de lado.

Agora no exemplo 3 você já consegue observar que os alvos de 128.000 e 128.100 dos respectivos vendedores Clear e Necton foram consumidos. Agora basta esperar uma nova oportunidade se confirmar em sua tela operacional.

Legal, não é mesmo?

Agora, se o mercado estiver em uma desvalorização e você estiver buscando vendas, basta simplesmente olhar o contrário. Ou seja, você irá identificar ofertas de compra de compradores no livro de ofertas, e quando não tiver mais ofertas de vendas de vendedores no livro, você simplesmente irá vender, buscando como alvo as ofertas de compra abaixo do preço atual.

Day trade: Conclusão

Note que a leitura de fluxo não precisa ser complicada, não precisa ter termos técnicos e palavras difíceis de entender. Você apenas precisa entender o contexto, deixando tudo mais simples o possível. Dessa forma você conseguirá fazer isso com excelência.

Tenha paciência de esperar as oportunidades. Oferta e demanda está no seu dia a dia, no seu trabalho, na feira quando você vai comprar uma fruta. Absolutamente tudo é oferta e demanda.

E lembre-se: compre sempre em um preço mais barato e venda sempre o mais caro possível!

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Um desafio estrutural?

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Nos últimos meses, temos observado a economia americana com uma resiliência maior do que a esperada.

As surpresas positivas no PIB aumentaram o otimismo do mercado e implicaram em revisões de crescimento: um exemplo disso é o PIB deste ano, cuja projeção tem sido revista para cima desde meados de agosto de 2023 e atualmente mostra um consenso ao redor de 2,0%, com algumas casas chegando a 2,5% de alta.

O próprio mercado de trabalho ainda se encontra apertado: a taxa de desemprego resiste em subir mais que 3,8% e a geração de vagas se encontra em um patamar relativamente forte – na média, acima de 200 mil vagas mensais.

Conjuntamente, vemos um cenário benigno de inflação, no qual o núcleo de inflação desacelera gradualmente. Parece ser questão de tempo (e um pouco mais de confiança) para que o Fed comece o ciclo de redução de taxa de juros.

Todo esse cenário macro mais favorável não esconde a preocupação mais estrutural com a questão fiscal.

Esse tema tem sido inclusive alertado por Nassim Taleb, trazendo um outro conceito de “cisne branco”, um risco um pouco mais provável de ocorrer. O ponto dele é que o déficit do governo está crescendo de maneira relevante, gerando uma espiral de endividamento e que seria necessário um milagre para evitar os danos causados por esse processo.

O total da dívida pública americana já alcançou 120% do PIB e parece que não vai parar de crescer. Lembrando que até 2020 ela rodava ao redor de 100% do PIB.

De fato, essa discussão é séria e as expectativas não são nada boas. O FMI (Fundo Monetário Internacional), por exemplo, estima que a dívida/PIB alcance 137% até 2028, aumentando em média 3 pontos percentuais ao ano.

O CBO (“Congressional Budget Office”), em relatório mais recente, atualizou suas expectativas para o resultado primário, sendo que esse ano já é esperado um déficit de 2,3% do PIB.

No entanto, o que mais chama a atenção é que, até o horizonte de 2034, o déficit primário deve ficar rodando de forma consistente, em média, ao redor de 2,2% do PIB. Ou seja, até onde a vista alcança, não há nenhum sinal de que o crescimento do endividamento seja um problema, muito menos que é importante fazer um ajuste para conter este crescimento.

A título de curiosidade, a última vez que a economia americana fez superávit primário foi em meados da década de 1990.

O último ruído envolvendo esse lado fiscal ocorreu no fim de janeiro: o adiamento (pela terceira vez em menos de quatro meses) do shutdown do governo para o início do mês de março.

Deve ser um assunto que ainda trará outros ruídos, dado que neste ano veremos a eleição presidencial e existe uma falta de convergência dentro do Congresso para se discutir uma solução efetiva.

Embora o lado fiscal dificilmente tenha sido um aspecto alarmante nas economias desenvolvidas, para o caso dos Estados Unidos parece algo desafiador.

Primeiro porque, com exceção dos períodos de crise financeira de 2008 e a pandemia, os números fiscais nunca se deterioraram tanto quanto agora. E segundo pois esse tema poderá representar um driver para o enfraquecimento do dólar e, consequentemente, um aumento do prêmio de risco na rolagem da dívida pública.

País desenvolvido tem muito mais crédito “na praça”. Mas sabemos que, quando cresce o medo, o investidor para instantaneamente de comprar. É bom não flertar com isso – em quase todos os casos “deu ruim”!

Este artigo tem a co-autoria do economista da Jive Investments Luan Takada

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Day Trade: O risco é a oportunidade

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Você já deve ter visto uma criança dentro de uma loja de doces. Ela fica super empolgada com tantas cores, sabores e texturas. Se você deixá-la por conta, vai enfiando a mão em todas aquelas portinhas e colocando tudo na boca, se lambuzando, sem pensar nas consequências. Ela só quer o prazer do açúcar na boca! Afinal nosso cérebro está o tempo todo buscando por isso: prazer ou fuga da dor.

E eu conheço muitos traders que agem igual a crianças em loja de doces, todos os dias, em um mercado que não foi feito para crianças birrentas. Saem apertando botões e lançando boletas, totalmente entusiasmados com as possibilidades, sem definir risco, ou pior, sem mesmo saber que risco estão correndo.

Trading é coisa de adulto. Eu repito isso para os meus alunos o tempo todo: trading é coisa de adulto.

E adultos sabem o que pode fazer mal e trazer consequências danosas para a saúde física e, logo, para a saúde financeira também.

Portanto, definir o risco é o princípio que trata de cuidar da sua saúde financeira. De fazer com que o seu patrimônio seja preservado. Que a sua família seja honrada. Que os seus anos de trabalho não sejam rasgados e jogados fora, de forma irresponsável. É o que te permite vida longa no mercado.

Sim, são palavras duras. Mas é preciso dureza e firmeza quando o assunto é gestão de risco.

Day trade: Definindo risco antes de iniciar uma operação

Você já deve ter ouvido falar sobre plano de trading. Nele você estabelece limites mais gerais, como, por exemplo, sua perda diária. Com base nesta informação macro, você estará apto a definir o risco da estratégia que utilizará em cada operação. É entender o quanto você está disposto a arriscar para obter um resultado, no mínimo, igual ao risco que está correndo.

Um trader profissional não opera sob a perspectiva de certo ou errado. Pré-definir o risco é proteger a matéria-prima do seu negócio. E como qualquer recurso, ele não é infinito.

Assim, para que você consiga se manter de forma sustentável no mercado, definir o risco é fazer gestão estratégica do seu estoque.

Você não usaria todo o seu estoque de uma única vez, para atender um único cliente que ainda nem confirmou o pedido, correto?

Então por que colocaria todo o seu capital em jogo em um único trade?

Para definir risco existe um método. Não é achismo, chute ou aposta, afinal o mercado não é um jogo. Os meus alunos da Comunidade TraderX sabem que para entrar em um trade é preciso responder a 5 perguntas:

1. Qual é o máximo que eu aceito perder no dia? (de acordo com o seu plano de trading e seus resultados atuais)
2. Quanto eu aceito perder em um único trade?
3. Qual a região onde irei posicionar o meu stop?
4. Qual é a região de alvo ideal para este trade?
5. Quais serão os critérios que usarei para fazer a gestão deste trade?

Sem gestão não existe multiplicação. Isto significa que, se você não cuidar da operação em que entrou, tratar no “deixa o mercado me levar”, muito provavelmente, no longo prazo, irá tomar muitos stops desnecessários — e o mercado é implacável com os indisciplinados.

Eu tenho certeza absoluta de que você é totalmente capaz de responder as perguntas 1 e 2, até porque elas são individuais e dependem muito do seu plano de trading.

É importante ressaltar que a sua exposição ao risco, ou seja, quanto do seu capital você está disposto a perder, é uma questão essencial e individual, que varia muito de acordo com o tamanho da sua conta de trading.

Agora eu quero fazer um parêntesis a respeito de contas pequenas, com pouco capital.

Muitas pessoas me dizem que nunca quebraram a conta de trading, mas estando no CLT iniciam no trading com um capital bem pequeno, seja em reais ou em dólar, só para “testar”, mas sempre com olho no financeiro, em querer ganhar logo porque têm pressa de sair da condição em que se encontram.

E por pressa, não estudam. E por falta de estudo, de entender o quanto é necessário arriscar, vão perdendo a conta gotas, perdem um pouco, adicionam, perdem, fazem mais um pix pra conta e quando menos se espera, já quebraram não só uma, mas várias vezes.

Esta é a narrativa que você está contando para si mesmo? O que eu posso te dizer é: quando você aprender a cumprir com o combinado que fez com você mesmo, a consistência vai acontecer. Sem pressa, sem choro e sem pausa.

Independente do tamanho do seu capital, se você está começando, comece com um valor que não vá afetar sua vida financeira ou acabar com todo o seu patrimônio.

Não é para vender carro, casa ou qualquer bem para entrar no trading. Porque se você não sabe fazer uma boa gestão de risco, não será inserindo mais dinheiro na sua conta que você vai ganhar mais.

As possibilidades são, pelo contrário, de que você perca mais.

Lembre-se: o risco é a oportunidade, mas para isso você precisa aprender a lidar com ele.

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A revolução por trás da mudança: a startup que transformou os sistemas da Nike e XP

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A Mignow, uma startup inovadora do Vale do Silício, está ganhando destaque no mercado de atualização tecnológica com clientes como Nike, Carrefour e XP. Fundada por Guilherme Joventino e Paulo Secco, a empresa vem se destacando pela migração de sistemas SAP ECC para o SAP S/4HANA, atendendo à demanda por mão de obra especializada nesse setor.

O investimento na Mignow tem sido exponencial, com um aporte inicial de aproximadamente US$ 2 milhões ao longo de três anos. Em 2022, a startup recebeu o Global Innovation Award da SAP, em reconhecimento ao seu crescimento no mercado, tanto em faturamento quanto em número de clientes.

Com um mercado potencial de 413 mil clientes em 180 países, a Mignow desenvolveu uma solução personalizada baseada em assinatura de software e inteligência artificial para otimizar a migração de sistemas, reduzindo erros e tempos de execução.

Além disso, a startup fez uma parceria estratégica com a Amazon Web Services (AWS), que oferece subsídios de até 100% do valor do software e suporte na migração automatizada para o SAP. A AWS reconhece o potencial da Mignow como um diferencial para impulsionar seus serviços.

Para 2024, a Mignow planeja expandir suas operações para os Estados Unidos e o mercado europeu, seguindo a estratégia de “pousar, expandir e reter” aprendida com casos de sucesso como o da Sales Force. A internacionalização é o foco da empresa para o próximo ano, com o objetivo de consolidar sua presença global.

Em resumo, a Mignow está se destacando no mercado de atualização tecnológica com uma abordagem inovadora e personalizada para a migração de sistemas SAP, contando com o apoio da AWS e um plano ambicioso de expansão geográfica para os próximos anos. A empresa tem mostrado que é possível ter sucesso mesmo em um mercado altamente competitivo, atraindo a atenção de grandes players e pequenas empresas em busca de soluções inovadoras e eficientes.

Conectar-se ao mercado é fundamental

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O mercado financeiro, por mais que muitos insistam em enxergá-lo como um emaranhado de números, é mais um emaranhado de emoções. Tudo o que acontece no mercado surgiu de um pensamento, que gerou um sentimento ou emoção, que, por sua vez, gerou uma ação que iniciou um comportamento.

Todos os dias, o dia todo, o mercado demonstra padrões de comportamento e os traders vencedores, os verdadeiros traders que multiplicam, sabem identificar e reagir a esses comportamentos, aproveitando-se das oportunidades que se apresentam na leitura técnica e gráfica.

Ter sucesso no mercado financeiro não tem absolutamente nada a ver com adivinhação, com bola de cristal, com vidência. Mas tem tudo a ver com conexão com o mercado e com seus movimentos, ou seja, a sua capacidade de entrar em flow com o mercado.

O estado de flow é um conceito criado pelo psicólogo Mihaly Csikszentmihalyi, que o descreve como: um estado mental que acontece quando uma pessoa realiza uma atividade e se sente totalmente absorvida em uma sensação de energia, prazer e foco total no que está fazendo.

“Mas Guilherme, como eu faço isso? Como me conectar a algo que é tão caótico?”

Simples: o mercado age e você reage. O maior erro dos traders que vivem na montanha-russa entre ganhos e perdas é tentar adivinhar para onde o mercado vai. Você acha mesmo que consegue? Pois eu já te respondo: não, porque o mercado vai para onde ele quer, quando ele quer.

Então, em vez de ficar tentando adivinhar e depois ficar frustrado quando o mercado não vai para o lado que você “tinha certeza” de que ele iria, você deve acompanhá-lo e não o enfrentar como se fosse um inimigo em uma batalha. Vocês estão juntos ali para fazer dinheiro, não há razão para brigar.

A melhor forma de se conectar ao mercado é por meio da preparação prévia ao seu dia de operação. Se você é daqueles que se senta na frente do computador e já começa a operar, sinal vermelho.

Você não se permitiu olhar para o gráfico e entender onde é que o mercado estava ontem e quais são as probabilidades para hoje. Não se permitiu enxergar pontos de resistência e suporte, zonas de liquidez, zonas de equilíbrio. Não está fluindo com o mercado, simplesmente caiu para dentro do avião no último minuto e ainda quer se sentar na janelinha!

A preparação prévia consiste em, no mínimo, executar estes 3 passos:

1. Definir o(s) ativo(s) a serem operados (que estejam dentro do seu plano de trade)
2. Verificar se há notícias relevantes no período em que você estiver operando (aqui, vale uma observação: notícias são importantes para você entender o impacto da volatilidade e não para “ter certeza” de que vai subir ou cair, porque isto quem vai definir é o mercado)
3. Identificar regiões importantes em tempos gráficos (máximas e mínimas do dia anterior, zonas de liquidez, zonas de equilíbrio, order blocks etc.)

Eu também sugiro, antes de qualquer clique, fazer o ritual de pré-trading que eu ensino neste vídeo aqui.

Executando estes passos, você se conectará com o mercado antes mesmo de começar a operar, o que vai te trazer mais clareza, calma, paciência e, consequentemente, mais resultados no trading.

Quer um exemplo de como funciona a abertura de um trade quando toda a preparação é feita antecipadamente? Dê uma olhada neste outro vídeo, no qual mostro um passo a passo para abrir um trade.

“Ah, Guilherme, mas isso vai tomar meu tempo…”

A disciplina é construída com princípios inegociáveis, imutáveis e inflexíveis. Se você não tem um resultado consistente ainda, já está perdendo tempo. Está perdendo tempo atirando para tudo quanto é lado sem estabelecer uma conexão com o mercado. Está lutando uma batalha sozinho… já sabe o final, não é?

Permita-se executar a preparação por um dia. Celebre se você conseguir. E mais um dia, uma semana, um mês. Confie em mim, fazer o que precisa ser feito valerá muito a pena.

Fonte

Bradesco e Aarin planejam emprestar mais de R$ 1 bilhão: descubra os detalhes surpreendentes deste investimento!

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O Bradesco (BBDC4), em parceria com o hub de fintech Aarin, está se preparando para ultrapassar a marca de R$ 1 bilhão em crédito para pessoas jurídicas (PJs) no primeiro trimestre deste ano. Essa parceria inovadora traz uma novidade no mercado financeiro, onde empresas poderão obter empréstimos sem a necessidade de serem correntistas do banco.

Através do modelo “lending as a service” (LaaS), fruto da colaboração entre a startup e o Bradesco, as empresas poderão acessar capital de giro e microcrédito diretamente de suas plataformas, como e-commerces, lojas online e ERPs. Essa parceria com a startup especializada em “embedded finance” oferece uma solução inovadora para os clientes, permitindo que eles obtenham empréstimos de forma mais rápida e simplificada.

Segundo a fundadora e CEO da Aarin, Ticiana Amorim, o serviço da fintech funciona como uma ponte entre o cliente e o banco, proporcionando acesso ao crédito de forma direta. Através da Aarin, os clientes poderão obter empréstimos personalizados de acordo com o perfil da loja, volume de vendas, tempo de vida do negócio, entre outros fatores.

A carteira de empresas que aderiram ao marketplace será divulgada em breve, demonstrando o impacto positivo dessa parceria no cenário empreendedor. A meta ambiciosa da Aarin é ofertar mais de R$ 1 bilhão em crédito apenas no primeiro trimestre de 2024, focando principalmente nas pequenas e médias empresas (PMEs).

Quanto às taxas de empréstimo, a fundadora da Aarin esclarece que seguem os padrões de tarifas do Bradesco, garantindo transparência e segurança aos clientes. Além disso, é possível utilizar o recebível de cartão como garantia, sem a necessidade de apresentar um bem associado.

A Aarin, fundada em 2020, tem como objetivo principal atender a empresas que não são bancos, oferecendo soluções financeiras inovadoras em um mercado cada vez mais competitivo. Atualmente, o Bradesco é o investidor majoritário da startup, que mantém sua autonomia e operação independente, atendendo ao banco como cliente.

Com um modelo de negócio facilmente internacionalizável, a Aarin planeja alcançar novos públicos e expandir suas operações geograficamente ainda este ano. Essa visão empreendedora e inovadora promete trazer ainda mais sucesso para a parceria entre a startup e o Bradesco no mercado financeiro.

Em resumo, a parceria entre o Bradesco e a Aarin representa uma mudança significativa no mercado financeiro, oferecendo soluções de crédito inovadoras e acessíveis para empresas de todos os portes. Com um foco nas PMEs e uma abordagem transparente e segura, essa colaboração promete impulsionar o crescimento e o desenvolvimento do empreendedorismo no Brasil.

Melhores do ano: ações ligadas ao setor automotivo

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Caros leitores, digníssimas leitoras,

Se você me acompanha sabe que num passado não tão distante, decidimos criar nosso índice de ações de empresas ligadas ao setor automotivo.

Mas, antes de começarmos, vamos aos nossos avisos legais: quem acompanha nossa coluna sabe que temos um humor extremamente ácido e adoramos colocar “fogo no parquinho” – mas para tudo existe um limite. Ou seja, não vou te vender relatório ou análise de investimentos, nem ensinar a operar na Bolsa. Também não sou uma subcelebridade do Instagram que promete te deixar rico fazendo day trade. Nossa carteira teórica foi um ensaio (real) que fizemos dentro dos “paranauês” do setor automotivo. Lembrando mais uma vez que apenas empresas credenciadas podem publicar esses documentos, que devem ser feitos por um analista credenciado e competente (já o estagiário… ele quase foi reprovado pelo Mobral).

Voltando…

Quando iniciamos nossa carteira teórica em fevereiro de 2021, tínhamos como foco as empresas ligadas ao setor automotivo: Marcopolo (POMO4); Mahle Metal Leve (LEVE3); Fras-le (FRAS3); Plascar (PLAS3); Vamos (VAMO3); JSL (JSLG3); Tegma (TGMA4); Randon (RAPT4); e Iochpe-Maxion (MYPK3).

Não trabalhamos com as locadoras pois elas teriam um peso muito grande no índice, que ficaria enviesado.

Além disso, temos plena ciência que a liquidez da carteira é ridícula, para dizer o mínimo. Houve semanas sem uma única transação da Plascar, por exemplo.

Mas nós somos da “velha guarda”, então somos apegados. Quando montamos a carteira, ela tinha um plano de maturação de três anos. Ou seja, levamos o conceito “hold” para um outro nível! E por que isso? Pois quando analisamos o setor automotivo, temos que ter em mente que ele é um negócio de médio-longo prazo. Quando uma montadora, por exemplo, decide vir para o Brasil, elas fazem um planejamento e criam um cenário de pelo menos uma década! Outro exemplo para vocês entenderem: entre 2021 e 2022, o governo federal delimitou a nova fase das emissões de poluentes dos motores à combustão. As mudanças dos motores ocorrerão entre 2025 e 2029. E, daqui a alguns anos, teremos novos carros com motores totalmente diferentes dos atuais!

Sacou?

E o que aconteceu ao longo desse período na nossa carteira?

Somente no ano passado, o resultado positivo da nossa carteira foi de praticamente o dobro do registrado pelo Ibovespa. Enquanto o Ibovespa fechou o ano com rentabilidade de 22,3%, nossa carteira acumulou alta de 44,4%. E, nesta exposição do resultado, não estamos considerando o JCP e os dividendos. Na visão deste vil estagiário, eles entraram como “bônus”.

O resultado de 2023 foi para “lavar a égua”! Mesmo assim, ele ficou abaixo do nosso primeiro ano, quando tivemos crescimento de quase 20%, contra um Ibovespa em queda de quase 9%.

No acumulado do triênio, nossa carteira teve alta de 53,6% frente a um Ibovespa que subiu 16,6% no mesmo período.

Mas quem foi a grande vedete da nossa carteira?

Das nove empresas, fechamos o ano com seis superando o Ibovespa mais que o dobro. Tivemos uma que fechou no azul, mas abaixo do Ibovespa, e duas que fecharam no negativo – mas, se considerarmos JCP e dividendos, elas voltam para o azul.

O que ocorreu para essas empresas neste ano?

Mahle, Fras-le e Plascar surfaram a onda da retomada do crescimento do setor automotivo. Em linhas gerais, todas elas são fabricantes de autopeças e foram positivamente impactadas pelo bom desempenho do setor. No caso da Mahle, os dividendos pagos neste ano foram algo do tipo “de pai para filho”. Ou melhor, de “avô para neto”!

Mas a grande vitoriosa do nosso índice foi a Marcopolo. A gauchada lá de Caxias do Sul “matou a pau”! Se você tiver a curiosidade de ver a curva da evolução do preço da ação, de meados de 2020 até o final de 2022, o preço dela flutuava numa faixa próxima a R$ 2,50. Hoje, a ação empresa está com preço de R$ 7,30. Qual foi o milagre? O mesmo que aconteceu há uma década: o Caminhos da Escola, programa do governo federal para renovação de frotas de veículos escolares. Neste cenário, os micro-ônibus Volare da empresa praticamente lideram a demanda. Ela já entregou mais de 20 mil veículos desde o início do programa. Além disso, fora os ônibus que ela entrega, ela ainda faz a carroceria dos seus concorrentes.

E as duas empresas que não foram bem? A Iochpe patinou por causa da mudança de motor dos caminhões, que fez a demanda de veículos pesados em 2023 ser totalmente oposta do mercado de veículos leves. Se as vendas de carros subiram 11,2%, as vendas de caminhões afundaram 15%. Nos anos anteriores, os grandes frotistas anteciparam a compra de caminhões para evitar pegar o novo motor, mais eficiente e, consequentemente, mais caro. Essa também foi a causa do mau desempenho dos implementos rodoviários da Randon.

E esta foi a nossa carteira! Retorno de 53,6%, fora JCP e dividendos. Com JCP e dividendos, a gente teria uma performance de quase 4 vezes o Ibovespa no período.

Se eu fosse refazer a carteira para os próximos três anos, daria um peso maior para o pessoal de pesados, autopeças e, imaginando que a demanda de veículos continue crescendo, acredito que a Tegma entraria num bom ciclo de alta. Do outro lado, não apostaria tanto na Marcopolo para o próximo ciclo.

E é isso…

E aí, o que achou? Dúvidas, me manda um e-mail aqui.

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