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QINV revoluciona o mercado financeiro com captação milionária em inteligência artificial na gestão de carteira – Descubra como!

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A plataforma de desenvolvimento de startups Raketo escolheu a QINV para sua próxima captação milionária. O CEO da Raketo, Fred Santoro, anunciou que a fintech busca captar R$ 1 milhão para acelerar seus negócios.

Seguindo a missão de democratizar o acesso à tecnologia moderna e oportunidades para evolução financeira, Santoro revelou durante um evento sobre a importância da inteligência artificial na sede da Microsoft Brasil o novo direcionamento de capital.

Os investidores interessados poderão investir a partir de R$ 500 na fintech QINV, que visa alcançar a marca de 150 mil usuários. A QINV é uma fintech que fornece inteligência artificial para ajudar os usuários a construírem seus portfólios de investimentos de maneira automatizada.

Por sua vez, a Raketo é uma plataforma de financiamentos coletivos e apoio a Pequenas e Médias Empresas (PMEs). Com o apoio da Raketo, a QINV pretende explorar o mercado financeiro de forma mais automatizada e segura.

A QINV foi criada após ver o sucesso de aplicativos como o Robinhood e Stash nos Estados Unidos, que transformaram a maneira como milhões de americanos interagem com os investimentos. A fintech busca trazer essa inovação ao Brasil, com um aplicativo intuitivo que permite aos investidores explorar o mercado financeiro com segurança e facilidade.

Diferenciando-se no mercado, a QINV coloca o usuário no centro de sua estratégia. Os algoritmos da QINV assumem a gestão ativa dos investimentos, garantindo que os portfólios dos usuários sejam otimizados para o melhor desempenho possível. Desde seu lançamento em setembro de 2023, o portfólio inteligente de criptomoedas da QINV teve um retorno de 171.96% até março de 2024.

Lendel Lucas, CEO e fundador da QINV, teve experiência em negociações com bancos durante seus 13 anos na PWC, sendo 10 deles nos Estados Unidos. A fintech está negociando aportes maiores com grandes fundos americanos de venture capital, mas optou por uma rodada com a Raketo no Brasil para expandir sua missão de inclusão financeira.

Em resumo, a parceria entre a Raketo e a QINV promete trazer inovação e facilidade ao mercado financeiro brasileiro, proporcionando aos investidores uma experiência mais segura e automatizada. Com um aplicativo intuitivo e algoritmos inteligentes, a QINV busca democratizar o acesso aos investimentos e proporcionar oportunidades de crescimento financeiro a todos os perfis de investidores.

Onde estão as receitas recorrentes?

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O início de ano do ponto de vista fiscal tem sido mais animador.

De um lado, estamos vendo o esforço contínuo da Fazenda e da equipe econômica na busca pelas medidas adicionais de receita; uma parcela dessa batalha tem sido travada com o Congresso, com vários avanços e um bom diálogo.

E do outro lado, os números de arrecadação de janeiro e as prévias do mês de fevereiro surpreendendo positivamente, aumentam os ânimos do governo.

No entanto, o que continua chamar a atenção é a expectativa de mercado para o resultado primário de 2024 e dos anos seguintes.

A pesquisa Focus indica que se espera um déficit primário de 0,8% do PIB em 2024 e uma melhora desse déficit para 0,6% em 2025 e 0,5% em 2026.

Não parece um cenário tão realista, considerando que uma boa parcela das receitas extras deste ano são as chamadas receitas não recorrentes.

O que quero dizer é que, a não ser que apareçam outras fontes de arrecadação, os déficits primários de 2025 em diante devem ser maiores que o visto em 2024.

Uma breve análise das receitas adicionais previstas pelo governo nos permite inferir o que foi dito acima. Para este ano, as medidas de transações tributárias, revisão de contratos de concessão ferroviária, depósitos judiciais da Caixa Econômica Federal e limitação das compensações tributárias são as principais que não são recorrentes de 2.025 em diante.

Somadas, elas totalizam algo em torno de R$ 120 bilhões de acordo com a expectativa do governo, representando um pouco mais de 30% do total que o governo espera arrecadar esse ano.

Portanto, ano que vem, além de não contarmos com esses R$ 120 bilhões, o montante de algumas medidas também será inferior ao esperado este ano, como por exemplo a recuperação de créditos do CARF.

Isso abre mais espaço para outras discussões relevantes envolvendo um possível contingenciamento do orçamento e a própria alteração da meta fiscal.

A decisão sobre contingenciamento ainda é incerta. Ao que parece, devemos ver alguma coisa da ordem de até R$ 20 bilhões, o que ajuda a compensar algumas despesas previstas como por exemplo a desoneração da folha de pagamento.

E a alteração da meta fiscal parece mais certa de que irá ocorrer, de um déficit zero para um déficit de 0,5% do PIB, a principal questão seria mais o timing dessa mudança.

Por fim, vale destacar o tema de reforma administrativa. Nos lembremos que o presidente da Câmara, Arthur Lira, foi uma figura importante no ano passado ao trazer o debate sobre a reforma, no sentido de que, se não fosse possível costurar a questão fiscal com as medidas de arrecadação, seria necessário repensar as despesas do governo.

Nos últimos tempos, Lira segue fazendo seus acenos positivos à reforma, reforçando o ganho de longo prazo que será trazido com o avanço da proposta.

O lado fiscal transparece estar com uma fotografia um pouco melhor, porém o final do filme é nebuloso e continua claro que a nossa política fiscal está longe de alcançar a sustentabilidade, que seria a partir de um superávit fiscal da ordem de 1,5% do PIB.

Infelizmente apesar dos esforços da Fazenda, da equipe econômica, mesmo ainda com déficit fiscal o presidente Lula acha que possivelmente teremos “sobra” de recursos, coisa que estamos longe de alcançar.

*Este artigo teve a co-autoria do economista da Jive Investments Luan Takada.

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Para lucrar no trading, é preciso aprender a perder primeiro

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A grande maioria dos traders se perdem quando o assunto é aceitar o risco. Isto porque é o momento em que a gestão emocional entra em jogo, e a falta dela pode ser o componente que falta para que você consiga alcançar os resultados que tanto deseja.

Aliás, a partir deste princípio, você vai perceber que entramos com mais profundidade nas questões que transcendem a lógica no trading, e dependem de uma mudança profunda de mentalidade.

É fácil definir que o seu risco será de R$ 200 por dia. Agora me conta se você já não se pegou fazendo uma destas coisas:

– Arrastar o stop, mudando o seu risco no meio da operação;
– Encurtar o stop, por medo de ter entrado errado;
– Zerar na mão, sem um sinal claro de reversão do mercado, por medo de perder o pouco que já tinha garantido para depois ver o mercado ir na direção que você imaginava.

E porque os traders fazem isto? Porque não aceitam, de verdade, o risco.

A aceitação está lá no plano de trading, mas é da “boca para fora”. Afinal, a planilha aceita tudo.

Executar trading

No entanto, quando é a hora de realmente fazer acontecer, de colocar em prática o seu operacional, o seu plano de trading, o trader não se limita ao seu papel que é de identificar padrões e executar o trade sem expectativas. Isso mesmo que você leu: sem expectativas.

Ao invés disso começam os diálogos mentais: “será que eu analisei certo?”, “hummm, acho que se eu puxar um pouquinho o stop ele não me pega e continua”, “putz, acho melhor garantir o que eu já consegui”, “hoje eu vou até o fim, quero recuperar tudo o que já perdi”.

Percebe que todos estes pensamentos (eu duvido que você não tenha tido nenhum deles até hoje) são totalmente relacionados à crença de que é preciso “estar certo”?

Mas se estamos falando de um mercado incerto, entende que é uma loucura ficar buscando a certeza?

O que devemos buscar é a aceitação completa da incerteza de cada trade. Ou seja, determinamos o risco, aceitamos, o trade se desenvolve, ganhamos ou perdemos, e fim. Próximo trade.

A melhor crença a ser adotada é “tudo pode acontecer e estou aceitando este risco, considerando-se as probabilidades que o mercado apresenta neste momento”.

Aprender a perder

Aceitar o risco é muito mais do que determinar o tamanho do seu stop. Aceitar o risco é entender que não se “torce” por um trade, e sim se “executa” um trade.

Você é responsável por determinar seu ponto de entrada, o stop correto dentro da sua gestão e um alvo ideal. E se no momento que fizer isto sentir algum desconforto… algo está errado.

Se você está sentindo medo, vai ficar buscando sinais ou informações do mercado para confirmar seus medos, e invariavelmente vai sair do seu plano.

Sua atitude diária com relação aos trades é o que vai te trazer a aceitação plena dos riscos. E isto está totalmente relacionado à redução da ansiedade, que nada mais é que o excesso de futuro no presente.

Lembra do que eu falei de querer estar “certo”? Pois, então, este desejo gera ansiedade, que consequentemente gera o comportamento “torcedor” em vez de “executor”.

É possível eliminar a ansiedade?

Não, porque ela é parte natural do funcionamento do nosso cérebro, que deseja constantemente fugir da dor e buscar o prazer.

Mas é possível, sim, reduzir o comportamento nocivo da ansiedade seguindo alguns passos simples, que eu detalho neste vídeo.

E lembre-se que o primeiro passo para lucrar é aprender a perder.

Confira mais conteúdos no IM Trader

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Excessos e Limites: Até Onde Estamos dispostos a Chegar?

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Mudanças na Emissão de CRIs e CRAs: O Que Isso Significa para o Mercado Financeiro

Recentemente, o Conselho Monetário Nacional (CMN) apresentou uma decisão que surpreendeu o setor financeiro brasileiro. No dia 1º de fevereiro, o órgão máximo do sistema financeiro impôs restrições significativas à emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs). A justificativa? "Aumentar a eficiência da política pública no suporte aos setores do agro e imobiliários". Mas, por trás dessa justificativa oficial, o que realmente motivou essa decisão?

O Que Estão Dizendo os Especialistas?

Em alguns veículos, essa mudança foi descrita como uma tentativa de "acabar com a farra nos títulos incentivados". Entretanto, o uso do termo “farra” é um tanto forte e contradiz a natureza metódica do mercado de capitais. Afinal, esse é um ambiente que costuma ser marcado por discussões detalhadas e documentação extensa, envolvendo advogados e reguladores.

Nos últimos anos, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) facilitou e reforçou a interpretação das normas, permitindo que muitos projetos nos setores agro e imobiliário conseguissem financiamento.

O Crescimento das Emissões de CRIs e CRAs

Nos últimos meses, observamos um aumento significativo na emissão de CRIs e CRAs, impulsionado por diversos fatores:

  • Taxa de Juros Elevada: Com a Selic nas alturas, muitos investidores buscaram alternativas em títulos de renda fixa, atraídos pela promessa de segurança.

  • Desempenho Fraco de Outros Ativos: O mau desempenho de diversas classes de ativos fez com que muitos investidores migrassem para esses títulos.

  • Isenção de Imposto de Renda: Para pessoas físicas, a isenção de IR é um atrativo forte que aumenta o interesse.

Somente em 2020, as emissões somaram aproximadamente R$30 bilhões. Em 2022, esse número explodiu para mais de R$94 bilhões, embora tenha recuado para R$88 bilhões em 2023. As robustez das garantias oferecidas em diversas operações é outro fator importante que contribui para essa atratividade, proporcionando segurança e reduzindo o risco de perda.

O Impacto das Novas Regras

A nova resolução 5.118, recém-implantada, traz uma série de restrições que afetam diretamente a emissão de CRIs e CRAs:

  1. Limitação para Empresas: Muitas empresas abertas, assim como instituições financeiras, estão proibidas de emitir esses títulos, a menos que atuem nos setores imobiliário ou do agronegócio.

  2. Proibição de Operações entre Partes Relacionadas: Essa mudança acarreta um impacto considerável, especialmente em projetos complexos.

  3. Impedimento de Reembolso de Despesas: Uma das alterações mais severas é a proibição do reembolso de despesas como origem para esses títulos. Este ponto é crucial, pois muitas operações demandam tempo e aprovações múltiplas em órgãos burocráticos, o que pode dificultar o financiamento.

Essas medidas visam "controlar" a situação, mas muitos especialistas argumentam que a administração da infraestrutura de títulos não pode ser tratada como um problema de fiscalização simples.

Efeitos Imediatos da Resolução

Em 2023, a aplicação das novas regras pode resultar em alterações drásticas no mercado. De acordo com o serviço de dados do Clube FII, cerca de 50% do volume emitido anteriormente poderia ser afetado negativamente pela nova legislação, representando uma perda aproximada de R$23,6 bilhões. Isso não se trata apenas de números; envolve processos que atualmente dependem do reembolso de despesas.

  • Empresas Abertas: A proibição impacta 34% das operações, muitas delas provinham de companhias listadas que não se enquadram nos setores permitidos.

  • Instituições Financeiras: Aproximadamente 12,3% das operações também seriam prejudicadas.

  • Perda de Segurança: Além de complicar a estrutura dos projetos que buscam financiamento, a nova regulação torna mais difícil para os investidores se sentirem seguros.

O Impacto nos Investidores: Quem São os Mais Afetados?

As pessoas físicas que investem diretamente em CRIs e CRAs sentirão os impactos mais visíveis. Dados mostram que, de todas as emissões realizadas até agora em 2023, apenas 42,5% estavam vinculadas a fundos imobiliários. Ou seja, uma grande parcela de investidores individuais pode ficar desprotegida diante dessas novas regras, perdida em meio às complicações e limitações impostas.

Alterações e Esclarecimentos

Recentemente, em uma reunião extraordinária, o CMN revisou a resolução 5.118 para tentar esclarecer pontos confusos e amenizar os danos causados pelo impacto inicial. Embora não tenham ocorrido mudanças significativas nas diretrizes principais, as tentativas de evitar uma catástrofe maior no mercado foram bem recebidas.

Ainda assim, havia uma expectativa de que a proibição do reembolso de despesas pudesse ser revista, o que não se concretizou.

A Importância da Focalização nas Políticas Públicas

As políticas públicas precisam ser bem direcionadas para que os recursos limitados do governo alcancem os segmentos que realmente precisam. Embora seja verdade que houve uma certa “criatividade” excessiva em alguns casos nos últimos anos, a nova resolução pode ter ido longe demais ao restringir tanto o uso do reembolso nas emissões de CRIs e CRAs.

Essas novas regras podem criar um ambiente de insegurança e incerteza para muitos investidores e empresas que dependem desses instrumentos para financiar suas operações e projetos.

Reflexões Finais

O que podemos aprender com essa mudança? A importância de um regulador que entenda a complexidade do mercado financeiro e que permita a flexibilidade necessária para que as operações prosperem sem comprometer a eficiência. O desafio é encontrar um equilíbrio entre a regulação e a liberdade que impulsiona a inovação e o crescimento.

Convidamos você, leitor, a refletir sobre como essas mudanças podem afetar o seu investimento ou o seu entendimento do mercado. Quais são as suas opiniões sobre essas novas restrições? Como você acredita que elas impactarão o futuro dos CRIs e CRAs no Brasil? Deixe seu comentário e compartilhe suas ideias!

Descubra por que investir em sucessos de Beyoncé, Taylor Swift e U2 pode transformar sua carteira!

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Investir em Músicas de Beyoncé, Taylor Swift e U2: A Nova Possibilidade de Ativos de Mercado

A startup norte-americana JKBX (pronuncia-se “jukebox”) apresenta uma proposta inovadora: ganhar dinheiro com suas músicas favoritas. A empresa oferece títulos lastreados nos fluxos de royalties de artistas renomados, como Taylor Swift e U2, permitindo que investidores individuais explorem esse novo mercado e invistam em músicas.

Recentemente, a Securities and Exchange Commission (SEC), equivalente à CVM nos Estados Unidos, aprovou a primeira oferta dessa modalidade oferecida pela JKBX. O objetivo da empresa, de acordo com o Wall Street Journal, é democratizar os investimentos em música e torná-los acessíveis às massas.

Como funciona o investimento em músicas? A JKBX possibilita que investidores comprem fatias da receita gerada por diversas músicas através de seu site. Entre as opções disponíveis para investimento estão faixas de Beyoncé, Adele, Taylor Swift, U2, Stevie Wonder e Major Lazer. A empresa também oferece títulos baseados nos royalties de músicas do produtor Ryan Tedder.

A transformação dos direitos autorais das músicas em produtos financeiros não é uma novidade, com exemplos como os Bowie Bonds de David Bowie em 1997. No entanto, os ativos de música tradicionalmente eram acessíveis apenas a investidores institucionais renomados. A proposta da JKBX é que esse tipo de investimento esteja ao alcance do cidadão comum, ampliando o acesso a novas classes de ativos.

O valor dos royalties de uma música varia, com a canção “Halo” de Beyoncé disponível na JKBX por US$ 6,78 por unidade. Os investidores que adquirem esses ativos têm direito a uma distribuição trimestral das taxas geradas pelos royalties, provenientes de serviços de streaming, vendas de álbuns, royalties de rádio, entre outros. Os pagamentos podem variar a cada trimestre, conforme a performance da música.

Embora os dividendos iniciais desses ativos possam não ser tão atrativos, a JKBX planeja permitir a compra e venda dos ativos ainda este ano, após superar obstáculos regulatórios. A empresa também tem conversado com corretoras para disponibilizar os royalties de músicas em suas plataformas online, ampliando as possibilidades de negociação para os investidores.

Os dividendos provenientes dos royalties de músicas podem ter um potencial de crescimento significativo, especialmente quando uma música é utilizada em trilhas sonoras de filmes, séries ou se torna viral em plataformas como TikTok e Instagram. A JKBX, sob liderança de profissionais experientes do mundo do entretenimento, busca democratizar esse mercado e proporcionar uma nova forma de investimento para o público em geral.

Em conclusão, a possibilidade de investir em músicas de artistas consagrados como Beyoncé, Taylor Swift e U2 através da JKBX representa uma oportunidade única no mercado financeiro. Ao tornar os royalties acessíveis a investidores individuais, a empresa cria um cenário inovador e atrativo para aqueles que buscam diversificar suas carteiras e se envolver no universo da música de uma maneira inédita. Com o potencial de crescimento dos dividendos provenientes dos royalties, essa modalidade de investimento promete despertar interesse e transformar a forma como as pessoas enxergam o mercado musical.

Milhões em ascensão: empresas brasileiras captam fortuna em fevereiro. Descubra o segredo do sucesso das startups!

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O mês de fevereiro foi marcado por um cenário de desafios para as startups brasileiras, que viram uma queda no volume de investimentos em relação a janeiro. De acordo com dados da plataforma Sling Hub, o Brasil captou US$ 167 milhões (R$ 824,28 milhões na cotação atual) durante o período, representando uma redução de 45% em comparação com o mês anterior. Enquanto isso, a América Latina como um todo registrou um aumento de 10%, movimentando US$ 482 milhões (R$ 2,38 bilhões).

Apesar desse panorama desafiador, tanto o Brasil quanto a região apresentaram crescimento ano a ano, com um aumento de 16% e 63%, respectivamente, segundo a análise da Sling Hub, especializada em dados sobre o ecossistema de startups latino-americanas.

No México, destacou-se como o país que mais captou investimentos na América Latina em fevereiro, totalizando US$ 194 milhões (R$ 957,45 milhões). Esse valor foi impulsionado principalmente pela rodada de investimentos de US$ 120 milhões (R$ 592,24 milhões) da fintech Baubap, a maior da região. Além disso, o setor de cleantech registrou um crescimento significativo, com destaque para a segunda rodada mais significativa no México, que recebeu um aporte de US$ 60 milhões (R$ 296,08 milhões) para a cleantech VEMO.

No Brasil, a COGTIVE se destacou com uma rodada de investimentos que a tornou a maior do setor de indústria no país, superando a TideWise. Embora ambas as startups tenham levantado o mesmo valor em reais (R$ 10 milhões), a cotação do dólar nas datas das transações tornou a rodada da COGTIVE a mais lucrativa do setor.

Em relação ao desempenho das startups em 2023, o relatório da Sling Hub revelou que 450 startups latino-americanas levantaram capital pela primeira vez, totalizando US$ 1,04 bilhão, uma queda de 56% em relação ao ano anterior. No Brasil, 252 startups captaram pela primeira vez, representando uma redução de 46% em comparação com 2022.

Diante desse cenário desafiador, é fundamental que as startups brasileiras e latino-americanas busquem estratégias inovadoras e parcerias sólidas para garantir sua sustentabilidade e crescimento no mercado. A criatividade e a capacidade de adaptação serão essenciais para superar os obstáculos e aproveitar as oportunidades que surgirem no caminho. Juntos, podemos construir um ecossistema de startups forte e próspero. Vamos em frente!

Por que você está perdendo dinheiro no mercado financeiro?

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Se você está investindo dinheiro no mercado financeiro em renda variável e ainda não obteve resultados positivos, é hora de refletir sobre os motivos que podem estar o levando a essa situação frustrante.

Conhecer as razões pelas quais você está perdendo dinheiro é o primeiro passo para entender seus erros e adotar uma abordagem mais assertiva em seus investimentos. Confira, a seguir:

1 – Falta de conhecimento e compreensão do mercado

Muitas pessoas perdem dinheiro simplesmente porque não têm conhecimento suficiente sobre o funcionamento do mercado financeiro. Essas pessoas podem estar apenas clicando em “comprar” ou “vender”, sem entender completamente os riscos e benefícios envolvidos em cada operação.

(Simplesmente, por não entender o valor que está envolvido, na maioria das vezes as pessoas não vêm o dinheiro “físico, material” em sua frente e acabam tratando as operações como se fossem um jogo).

É fundamental investir tempo em educação financeira, entender os tipos de investimentos disponíveis, analisar tendências e adquirir um conhecimento sólido sobre mercado antes de realizar qualquer transação.

2- Vício em clicar e agir impulsivamente

Esse é um dos motivos mais comuns que levam as pessoas a perder dinheiro em suas operações é o vício em clicar. Muitas pessoas acreditam que, ao tomar uma ação imediata, conseguirão obter grandes retornos rapidamente.

No entanto, esse tipo de abordagem impulsiva curiosamente pode dar alguns lucros em certos momentos de volatilidade alta.

É muito importante ter disciplina e evitar tomar decisões baseadas apenas no impulso de clicar. É preciso ter um plano estratégico bem definido e seguir uma abordagem consistente no mercado.

3- Conteúdo enganoso e desorientador

Infelizmente, na internet, o conteúdo sobre mercado financeiro, principalmente day trade, está repleto postagens criadas por indivíduos sem qualquer tipo de resultados positivos no mercado e que buscam outras formas de ganhar dinheiro.

Essas pessoas muitas vezes inventam estratégias milagrosas e as vendem como solução rápida de enriquecimento rápido no mercado.

Esse tipo de conteúdo polui e difama o nome “trader”. Inclusive hoje em dia torna-se até vergonhoso na visão de muitos você falar que é um trader! Percebeu a que ponto chegamos?

Por que as pessoas perdem dinheiro no mercado financeiro?

Por isso, é crucial filtrar as informações e procurar por fontes confiáveis e autênticas. Busque por pessoas com experiência comprovada no mercado, que tenham análises e estratégias embasadas em fundamentos sólidos.

Perder dinheiro no mercado financeiro não é uma situação inevitável, mas sim um sinal de que algo precisa mudar em sua abordagem com ele. Se você se identifica com um dos motivos acima, é hora de agir.

Comece investindo em conhecimento, estudando os fundamentos do mercado financeiro e as estratégias de investimento. Desenvolva uma mentalidade disciplinada, evitando assim o impulso de clicar sem pensar.

Procure por fontes confiáveis de informação, cursos e blogs que foquem principalmente na prática do que é ensinado, de investidores especializados e com resultados consistentes.

Lembre-se de que investir no mercado financeiro exige tempo, dedicação e personalidade bem definida. Não caia na armadilha de buscar soluções rápidas e milagrosas.

Com a abordagem correta e o conhecimento adequado, é possível reverter a situação negativa e assim obter resultados positivos no mercado financeiro.

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Vendas de veículos crescem 23% no primeiro bimestre

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Caros leitores, digníssimas leitoras,

Eis que, enfim, depois daquele clássico recesso entre o Réveillon e o Carnaval, o Brasil voltou a funcionar!

E o setor automotivo vem fazendo seu papel no melhor estilo possível!

O que apuramos no final deste primeiro bimestre?

Que as vendas de veículos novos registram crescimento de quase 23% sobre o primeiro bimestre do ano passado.

Uau!

Neste ano, estamos com 307,1 mil carros novos vendidos contra 249,9 mil no mesmo período do ano passado.

E o “mais-melhor-de-bom” é que conseguimos notar quem está indo bem e quem irá sofrer!

Neste nosso ensaio, vamos fazer uma análise das marcas seguindo o seguinte conceito: “Estou arrebentando”; “Estou indo bem”; “Sinal amarelo”; “Só G-zuis salva!”

ESTOU ARREBENTANDO

Nesta primeira leva, temos cinco marcas que representam 10% do mercado e que estão com crescimento mais que dobrado sobre o mesmo período do ano passado.

Se elas possuem neste primeiro bimestre 10% de share, no ano passado era de 3%.

Neste primeiro momento, temos como grande destaque três marcas chinesas! A campeã absoluta desta primeira análise é a BYD, que saiu de um share de quase 0,2% para quase 3% neste ano, caminhando a passos largos para manter o ritmo. Ok, ela pesou a mão no lançamento do “golfinho”, o carro novo dela? Pesou! Mas ainda tem muito espaço de crescimento. Estão com rede de concessionárias em expansão (só com grupos bons/capitalizados) e ainda nem começaram a produzir localmente.

Assim como a BYD, mas num ritmo um pouco mais lento, a GWM é outra que já abocanhou 1,3% do mercado de veículos.

O grande ponto interessante das duas marcas é que elas estão chegando com ótimos produtos com qualidade de ponta. O diferencial de uma para a outra é a velocidade (planejamento) de crescimento. Mas, independentemente, se uma vai chegar primeiro que a outra – as duas irão chegar! E, hoje, aposto um picolé de limão que daqui a um/dois anos, falaremos que as duas possuem 10% do mercado, e não os 4% atuais.

A terceira marca chinesa (pero no mucho) é a Caoa-Chery! O que percebemos é que a questão genética favoreceu (e muito) o atual dono/presidente da marca, Carlos Alberto de Oliveira Andrade Filho, que parece ter conseguido herdar o “toque de midas” do pai.

A Caoa-Chery está com crescimento de 159% nas vendas, saindo de uma venda de 2,6 mil unidades no primeiro bimestre para 6,8 mil neste ano. O share da marca dobrou, saindo de 1,05% para 2,21%.

E tem mais!

Ele teve o desplante/ousadia de derrubar o preço dos carros, como o Tiggo 7, em R$ 35 mil, tornando assim um dos SUVs médio mais TOP e baratos no mercado.

Ou seja, o Carlinhos “tacou fogo no parquinho”. Afinal de contas, uma medida dessas gera um desdobramento terrível no mercado (para as outras marcas).

Saindo das chinesas, as outras duas marcas que reforçam o nosso top 5 de “Estou arrebentando” são as marcas americanas Ram e Ford.

A Ram registra crescimento de 285% nas vendas, enquanto a Ford reportou 98%. As marcas estadunidenses estão com produtos focados no mercado de picapes, seja a eterna Ranger da Ford ou a nova Rampage da Ram.

O mercado de picapes é um mercado que está em ascensão – e elas estão surfando na onda!

ESTOU INDO BEM

Nesta segunda leva “ESTOU INDO BEM” de marcas, vamos também fazer o nosso top 5. Quatro delas vêm do leste asiático! Do Japão temos Honda, Mitsubishi e Nissan com crescimento médio de 40% nas vendas, seguidos de perto pela Hyundai e a única fora do leste asiático, a Peugeot.

Em relação às marcas japonesas, o conceito é “praticamente” o mesmo. Elas penaram nos últimos tempos com falta de produto/produção. E as marcas japonesas têm um certo tempo para “resolver os problemas”. Se falta agilidade para resolver os pepinos no curto prazo, sobra planejamento para se perpetuar no longo prazo.

E é isso que está acontecendo agora! Nissan com +43%, Honda +42% e Mitsubishi +31% de crescimento são reflexo de novos produtos que chegaram, como a nova L200 da Mitsubishi.

Além disso, desde o ano passado elas já vêm anunciando seus novos planos, como a Nissan em novembro, quando o presidente da marca veio até o Rio para anunciar investimentos de quase R$ 3 bilhões em novos produtos e melhorias da fábrica.

Saindo do Japão e descendo para a Coréia do Sul, temos a Hyundai com crescimento nas vendas de quase 30%. O ponto positivo para o crescimento e evolução futura da marca, foi que Hyundai e CAOA resolveram nesta quinta (29) uma pendência que se arrastava por anos. Agora, os coreanos da Hyundai serão responsáveis por toda produção/distribuição dos produtos Hyundai, além da CAOA “ceder” a operação fabril. Ou seja, é como se eu estivesse aumentando a minha capacidade fabril do dia para a noite, o que será extremamente benéfico para a marca e, consequentemente, para os consumidores.

Saindo do leste asiático e indo para a Europa, temos a Peugeot, com evolução nas vendas de 36%. O ponto central para a marca do leãozinho é que ela no mercado brasileiro foi a que mais cresceu desde a fusão entre PSA e FCA. A entrada dos italianos da FCA na condução administrativa/comercial da operação da Peugeot foi a melhor coisa que aconteceu para marca, que “desburocratizou” todo seu processo!

SINAL AMARELO

No nosso top 5 de marcas que ligaram o sinal amarelo, temos Fiat, VW, Toyota, Renault e Citroen. Essas cinco marcas possuem 52% de share contra quase 54% do ano passado.

Essas marcas não estão indo mal… mas também não estão tão bem assim!

O ponto aqui é que existe uma questão de perspectiva futura das marcas. No caso da Renault, ela tem o seu novo SUV pintando no pedaço. A Citroen acabou de lançar uma nova versão do C3 para 7 lugares, que vai pegar um nicho de mercado altamente carente. E também existe o burburinho da chegada do novo “Yaris Cross” da Toyota.

Ou seja, o segundo semestre deste ano vai ser do tipo: “o império contra-ataca”.

Além disso, como são marcas lá no topo da pirâmide (tirando a Citroen), elas sempre são os alvos!

SÓ G-ZUIS SALVA

Neste ano, foram poucas marcas que registraram queda nas vendas. Com um mercado crescendo 23%, você tem que ser “muito bom” para ir na contramão dele! Tanto que não existe um Top 5 dessas marcas, mas apenas um Top 3: GM, Jeep e Volvo, que possuíam 24% de share no primeiro bimestre do ano passado e viram sua participação despencar para 17% neste ano. Elas (praticamente a GM) perderam 7 pontos percentuais de share.

No caso da Volvo, que apostou desde o início na eletrificação dos seus produtos – independentemente de estarem certos ou errados, o grande ponto aqui é que a marca foi uma das que tomaram aquela pedrada no meio da testa do (des)governo federal, que decidiu aumentar o Imposto de Importação do carro eletrificado em 35%. Por mais que a marca vá trazer o seu novo carro de entrada (tipo um Ecosport, mas com padrão Volvo) 100% elétrico, isso não deverá ser suficiente para rever o seu volume de vendas. Por isso, a marca amarga perda de 25% neste começo de ano.

A Jeep, com um lineup cansado/antigo e com inúmeros problemas nos seus produtos reportados continuamente pelos clientes, é outra que está sofrendo e registrando perda de 5%.

Mas aqui a gente dá um desconto para a marca. O grupo Stellantis está com: Ram +285%; Peugeot + 36%; Fiat +18%; Citroen +11% e Jeep -5%. Assim, na média, o grupo registra crescimento de 17%. E, afinal de contas, não tem como ganhar todas!

A GM, diferentemente dos seus brothers americanos, registra queda de 14% nas vendas. Ela viu o seu share despencar de 17% para 12%.

Qual o problema da marca?

Sabe aquele conceito de “menos é mais”?

No setor automotivo (onde a escala é necessária) isso é uma verdade mais que absoluta. A marca possui 13 produtos no seu portifólio. Ela tem o Hatch Pequeno (Onix); Sedan Pequeno (Onix Sedan); Hatch Médio (Cruze); Sedan médio (Cruze Sedan); Crossover (Spin); SUV (Tracker; Equinox e Trailblazer); Picape pequena (Montana); Picape média (S10); Picape grande (Silverado); Esportivo (Camaro); Elétrico (Bolt).

Em resumo… sou tudo e nada ao mesmo tempo!

Sou pífio no mercado de carro eletrificado; o meu esportivo fica a anos-luz de uma Mercedes, Audi ou qualquer outra marca de luxo; estou lá atrás no mercado de picapes (exemplo: em fevereiro, a GM vendeu 124 Silverados contra mais de 2,1 mil unidades da Rampage da Ram); insisto em atuar no mercado de sedan médio, onde “só” o Toyota Corolla é quase 65% do mercado (GM mal chega a 5%); tem a Spin com transtorno de personalidade (Sou um SUV? Sou uma Minivan? Sou um crossover? O que sou?); mas pelo menos está na disputa do mercado de Hatch e Sedan pequeno (graças às locadoras que – geralmente – compram na bacia das almas).

É… esse ano começou bem animado para o setor!

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Apesar do governo, mercado de carros eletrificados deverá ter aumento de 150% nas vendas

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Caros leitores, digníssimas leitoras,

Eis que o glorioso mercado automotivo veio com uma clássica luva de pelica para dar na cara do governo!

Há uns três meses, o glorioso (des)governo federal decidiu voltar (gradativamente) com o singelo imposto de importação – 35% – sobre os veículos híbridos/elétricos importados.

Na verdade, segundo o (des)governo, a ideia era estimular o desenvolvimento de veículos eletrificados, como se a concorrência não fosse um dos principais meios para fazer a indústria crescer.

Enfim, apesar de a medida (claramente) ser uma grande barreira de entrada para novas marcas, parece que o mercado deu de ombros para ela!

No ano passado, a participação do mercado de carros eletrificados teve um aumento de 65%. Encerramos o ano de 2023 com participação de 4,16%. No ano de 2022, esse percentual era de 2,51%.

A previsão para este ano é que o mercado de carros eletrificados represente mais de 9% do total de carros vendidos. Já neste primeiro mês do ano, esse número chegou próximo dos 8%.

A projeção para a venda de carros elétricos/híbridos neste ano ficou em 225 mil veículos, um aumento de 148% sobre o ano de 2022, quando vendemos quase 91 mil veículos.

O grande ponto é que as marcas chinesas gigantescas dobraram a aposta. E aqui estamos falando claramente do desempenho que a BYD e a GMW apresentaram no ano passado e já estão realizando neste ano (fora as outras que estão “ciscando” para chegar).

As duas marcas combinadas já possuem 4,1% do mercado de veículos.

Hoje, a BYD já é a décima marca mais vendida no Brasil, com uma probabilidade imensa de se tornar a nona marca mais vendida – ultrapassando a Honda, ainda mais quando o carro de entrada da marca chegar no preço “arrasa quarteirão”, como eles vem anunciando.

Mas temos que fazer uma ressalva… quando falamos de carros eletrificados (como no ano de 2023, por exemplo), mais de 80% são de veículos híbridos. O carro 100% elétrico correspondeu no ano passado por 0,8% das vendas.

O mercado de carros elétricos, na visão deste vil estagiário, ainda deve demorar mais alguns ciclos até deslanchar.

No mercado automotivo americano e europeu, existe um movimento pelos elos da cadeia (indústria-concessionária-infraestrutura) para tirar um pouco o pé do acelerador na demanda de carros 100% elétricos. Lá, eles estão debatendo se existe a necessidade de eliminar o carro com motor à combustão de vez no pequeno prazo exigido.

O conceito a que se chega (principalmente no mercado americano) é que “um bom veículo híbrido” é melhor que um 100% elétrico.

Quem acompanha as mídias sociais já deve ter visto inúmeros vídeos nos quais os consumidores fazem filas homéricas para carregar o seu veículo; brigas para acessar o terminal; geradores a diesel para gerar energia de carregamento; e algumas cidades da Europa já estão proibindo residências (prédios) mais antigos de instalarem pontos de carregamento, devido à dificuldade (segurança) de colocar a infraestrutura correta.

Mas, voltando à nossa epopeia.

O mercado de carros eletrificados no Brasil mudou e já virou realidade. Estamos vivendo uma terceira onda/ciclo no mercado automotivo.

A primeira foi quando tivemos a chegada das “newcomers”, que entraram no mercado no início dos anos 1990. Antes, tínhamos apenas quatro marcas (VW-Fiat-Ford-GM) e, com a “abertura dos portos” pelo presidente Collor, tivemos a entrada de diversas marcas como Renault, Peugeot, Toyota (não, não consideramos a operação do Toyota Bandeirantes como válida), por exemplo.

Já em meados do ano 2000, tivemos a nossa segunda onda, com a entrada de outras marcas como, por exemplo, Hyundai e diversas importadoras que se consolidaram no mercado brasileiro.

Esta terceira onda (mesmo com o tarifaço do governo) não tem mais volta. O estrago está sendo feito nas montadoras que aqui já estavam instaladas.

Exemplos?

Devido ao efeito BYD/GWM, diversas montadoras derrubaram o preço dos seus veículos.

O Renault Kwid elétrico foi lançado ao preço de R$ 143 mil. Hoje, está em quase R$ 100 mil. O Peugeot 2008 elétrico foi lançado em novembro de 2022 por quase R$ 260 mil – hoje, ele é vendido com desconto de R$ 100 mil sobre o preço de lançamento. E assim ocorreu com diversos modelos elétricos/híbridos.

A concorrência fez o preço ser derrubado… imagine se o governo não tivesse elevado o imposto para ajudar as montadoras daqui.

Você pode apontar para mim e dizer que as montadoras já anunciaram a intenção de investir no setor mais de R$ 40 bilhões. O que é uma quantia considerável de investimento.

Do montante anunciado, somente BYD e GWM estão com investimentos para o surgimento de novos polos fabris (ou seja, dinheiro novo entrado no país). As demais irão adequar o seu atual parque para manter a competitividade de seus produtos e o nível de emprego (?). Elas trabalharão com recursos próprios (??) ou então socorrerão a empréstimos bancários. Ou vai rolar aquele “paitronicinio” via BNDES. Por fim, ainda temos o programa MOVER do (des)governo federal, no qual poderão se creditar de parte do IPI (pago agora e depois devolvo lá na frente).

Todo investimento é bem-vindo! Mas anunciar sem detalhar efetivamente o projeto e/ou dizer efetivamente o que vai fazer, ou anunciar usando dinheiro do governo e/ou crédito tributário… aí já é outra história.

É anúncio “para inglês ver”!

Fazendo uma analogia com o nosso esporte bretão, aqui em terras tupiniquins já tivemos: o anúncio do Drogba para jogar no Corinthians; do Anelka no Galo mineiro; o Balotelli ia parar no Flamengo; o Yayá Touré no Botafogo; e poderíamos listar mais uma meia dúzia de anúncios feitos. E vimos o que aconteceu, não vimos?

Enfim, prevejo para o setor alguns Drogbas, Anelkas e Balotellis aparecendo…

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Revolução na Saúde: AWS investe R$ 100 milhões em soluções na nuvem!

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A Amazon Web Services (AWS) anunciou um financiamento de aproximadamente R$ 100 milhões (US$ 20 milhões) para a Iniciativa de Equidade em Saúde, disponível para startups, ONGs, organizações sem fins lucrativos e grandes empresas interessadas em se inscrever até 31 de março. Este investimento busca apoiar soluções que vão desde aplicativos para melhorar o acesso e acompanhamento da saúde até a vigilância de doenças transmitidas entre humanos e animais.

Com esse aporte, a AWS compromete-se a fornecer cerca de R$ 300 milhões (US$ 60 milhões) em créditos de nuvem e conhecimento técnico. Além disso, a iniciativa está adicionando uma nova área de financiamento para abordar o impacto da mudança climática na saúde, priorizando projetos que melhorem o acesso a serviços de saúde de alta qualidade e culturalmente responsivos, promovam comunidades resilientes e mitigam os efeitos das mudanças climáticas na saúde e qualidade de vida.

As organizações que atendam aos critérios podem se candidatar à Iniciativa de Equidade em Saúde da AWS, com inscrições aceitas três vezes por ano, sendo o próximo ciclo encerrado em 31 de março de 2024.

O que é a Iniciativa de Saúde da AWS?

De acordo com o Banco Mundial, mais de 700 milhões de pessoas enfrentam dificuldades para suprir suas necessidades básicas relacionadas a serviços sociais e de saúde, influenciando significativamente os resultados de saúde e qualidade de vida. Nesse contexto, a Iniciativa de Equidade em Saúde foi lançada em 2021 pela AWS com um investimento inicial de US$ 40 milhões, visando reduzir as disparidades de acesso à saúde em todo o mundo.

Desde o seu lançamento, mais de 229 organizações contribuíram com inovações para o programa, distribuindo mais de US$ 30 milhões do fundo original. A iniciativa tem desenvolvido soluções inovadoras, como a Jacaranda Health na África Subsaariana, que busca melhorar a qualidade do atendimento materno e neonatal por meio de uma plataforma de IA, PROMPTS, que utiliza ferramentas da AWS para enviar mensagens de texto específicas de acordo com o estágio da gravidez das gestantes e fornecer suporte por meio de um helpdesk inteligente.

O suporte da AWS tem permitido à Jacaranda Health expandir seus serviços e melhorar a assistência às mães, aumentando a precisão no atendimento e ajudando as autoridades de saúde a tomar decisões mais eficazes.

Conclusão

Com a Iniciativa de Equidade em Saúde da AWS, startups e outras organizações têm a oportunidade de desenvolver soluções inovadoras e acessíveis que impactam positivamente a saúde das populações mais vulneráveis. O compromisso da AWS em impulsionar a equidade na saúde demonstra a importância de investir em soluções tecnológicas que contribuam para a melhoria dos sistemas de saúde globalmente. Ao participar desse programa, as organizações têm a chance de criar impacto real e duradouro na vida das pessoas, demonstrando o potencial transformador da tecnologia na saúde.