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Day Trade: O risco é a oportunidade

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Você já deve ter visto uma criança dentro de uma loja de doces. Ela fica super empolgada com tantas cores, sabores e texturas. Se você deixá-la por conta, vai enfiando a mão em todas aquelas portinhas e colocando tudo na boca, se lambuzando, sem pensar nas consequências. Ela só quer o prazer do açúcar na boca! Afinal nosso cérebro está o tempo todo buscando por isso: prazer ou fuga da dor.

E eu conheço muitos traders que agem igual a crianças em loja de doces, todos os dias, em um mercado que não foi feito para crianças birrentas. Saem apertando botões e lançando boletas, totalmente entusiasmados com as possibilidades, sem definir risco, ou pior, sem mesmo saber que risco estão correndo.

Trading é coisa de adulto. Eu repito isso para os meus alunos o tempo todo: trading é coisa de adulto.

E adultos sabem o que pode fazer mal e trazer consequências danosas para a saúde física e, logo, para a saúde financeira também.

Portanto, definir o risco é o princípio que trata de cuidar da sua saúde financeira. De fazer com que o seu patrimônio seja preservado. Que a sua família seja honrada. Que os seus anos de trabalho não sejam rasgados e jogados fora, de forma irresponsável. É o que te permite vida longa no mercado.

Sim, são palavras duras. Mas é preciso dureza e firmeza quando o assunto é gestão de risco.

Day trade: Definindo risco antes de iniciar uma operação

Você já deve ter ouvido falar sobre plano de trading. Nele você estabelece limites mais gerais, como, por exemplo, sua perda diária. Com base nesta informação macro, você estará apto a definir o risco da estratégia que utilizará em cada operação. É entender o quanto você está disposto a arriscar para obter um resultado, no mínimo, igual ao risco que está correndo.

Um trader profissional não opera sob a perspectiva de certo ou errado. Pré-definir o risco é proteger a matéria-prima do seu negócio. E como qualquer recurso, ele não é infinito.

Assim, para que você consiga se manter de forma sustentável no mercado, definir o risco é fazer gestão estratégica do seu estoque.

Você não usaria todo o seu estoque de uma única vez, para atender um único cliente que ainda nem confirmou o pedido, correto?

Então por que colocaria todo o seu capital em jogo em um único trade?

Para definir risco existe um método. Não é achismo, chute ou aposta, afinal o mercado não é um jogo. Os meus alunos da Comunidade TraderX sabem que para entrar em um trade é preciso responder a 5 perguntas:

1. Qual é o máximo que eu aceito perder no dia? (de acordo com o seu plano de trading e seus resultados atuais)
2. Quanto eu aceito perder em um único trade?
3. Qual a região onde irei posicionar o meu stop?
4. Qual é a região de alvo ideal para este trade?
5. Quais serão os critérios que usarei para fazer a gestão deste trade?

Sem gestão não existe multiplicação. Isto significa que, se você não cuidar da operação em que entrou, tratar no “deixa o mercado me levar”, muito provavelmente, no longo prazo, irá tomar muitos stops desnecessários — e o mercado é implacável com os indisciplinados.

Eu tenho certeza absoluta de que você é totalmente capaz de responder as perguntas 1 e 2, até porque elas são individuais e dependem muito do seu plano de trading.

É importante ressaltar que a sua exposição ao risco, ou seja, quanto do seu capital você está disposto a perder, é uma questão essencial e individual, que varia muito de acordo com o tamanho da sua conta de trading.

Agora eu quero fazer um parêntesis a respeito de contas pequenas, com pouco capital.

Muitas pessoas me dizem que nunca quebraram a conta de trading, mas estando no CLT iniciam no trading com um capital bem pequeno, seja em reais ou em dólar, só para “testar”, mas sempre com olho no financeiro, em querer ganhar logo porque têm pressa de sair da condição em que se encontram.

E por pressa, não estudam. E por falta de estudo, de entender o quanto é necessário arriscar, vão perdendo a conta gotas, perdem um pouco, adicionam, perdem, fazem mais um pix pra conta e quando menos se espera, já quebraram não só uma, mas várias vezes.

Esta é a narrativa que você está contando para si mesmo? O que eu posso te dizer é: quando você aprender a cumprir com o combinado que fez com você mesmo, a consistência vai acontecer. Sem pressa, sem choro e sem pausa.

Independente do tamanho do seu capital, se você está começando, comece com um valor que não vá afetar sua vida financeira ou acabar com todo o seu patrimônio.

Não é para vender carro, casa ou qualquer bem para entrar no trading. Porque se você não sabe fazer uma boa gestão de risco, não será inserindo mais dinheiro na sua conta que você vai ganhar mais.

As possibilidades são, pelo contrário, de que você perca mais.

Lembre-se: o risco é a oportunidade, mas para isso você precisa aprender a lidar com ele.

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A revolução por trás da mudança: a startup que transformou os sistemas da Nike e XP

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A Mignow, uma startup inovadora do Vale do Silício, está ganhando destaque no mercado de atualização tecnológica com clientes como Nike, Carrefour e XP. Fundada por Guilherme Joventino e Paulo Secco, a empresa vem se destacando pela migração de sistemas SAP ECC para o SAP S/4HANA, atendendo à demanda por mão de obra especializada nesse setor.

O investimento na Mignow tem sido exponencial, com um aporte inicial de aproximadamente US$ 2 milhões ao longo de três anos. Em 2022, a startup recebeu o Global Innovation Award da SAP, em reconhecimento ao seu crescimento no mercado, tanto em faturamento quanto em número de clientes.

Com um mercado potencial de 413 mil clientes em 180 países, a Mignow desenvolveu uma solução personalizada baseada em assinatura de software e inteligência artificial para otimizar a migração de sistemas, reduzindo erros e tempos de execução.

Além disso, a startup fez uma parceria estratégica com a Amazon Web Services (AWS), que oferece subsídios de até 100% do valor do software e suporte na migração automatizada para o SAP. A AWS reconhece o potencial da Mignow como um diferencial para impulsionar seus serviços.

Para 2024, a Mignow planeja expandir suas operações para os Estados Unidos e o mercado europeu, seguindo a estratégia de “pousar, expandir e reter” aprendida com casos de sucesso como o da Sales Force. A internacionalização é o foco da empresa para o próximo ano, com o objetivo de consolidar sua presença global.

Em resumo, a Mignow está se destacando no mercado de atualização tecnológica com uma abordagem inovadora e personalizada para a migração de sistemas SAP, contando com o apoio da AWS e um plano ambicioso de expansão geográfica para os próximos anos. A empresa tem mostrado que é possível ter sucesso mesmo em um mercado altamente competitivo, atraindo a atenção de grandes players e pequenas empresas em busca de soluções inovadoras e eficientes.

Conectar-se ao mercado é fundamental

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O mercado financeiro, por mais que muitos insistam em enxergá-lo como um emaranhado de números, é mais um emaranhado de emoções. Tudo o que acontece no mercado surgiu de um pensamento, que gerou um sentimento ou emoção, que, por sua vez, gerou uma ação que iniciou um comportamento.

Todos os dias, o dia todo, o mercado demonstra padrões de comportamento e os traders vencedores, os verdadeiros traders que multiplicam, sabem identificar e reagir a esses comportamentos, aproveitando-se das oportunidades que se apresentam na leitura técnica e gráfica.

Ter sucesso no mercado financeiro não tem absolutamente nada a ver com adivinhação, com bola de cristal, com vidência. Mas tem tudo a ver com conexão com o mercado e com seus movimentos, ou seja, a sua capacidade de entrar em flow com o mercado.

O estado de flow é um conceito criado pelo psicólogo Mihaly Csikszentmihalyi, que o descreve como: um estado mental que acontece quando uma pessoa realiza uma atividade e se sente totalmente absorvida em uma sensação de energia, prazer e foco total no que está fazendo.

“Mas Guilherme, como eu faço isso? Como me conectar a algo que é tão caótico?”

Simples: o mercado age e você reage. O maior erro dos traders que vivem na montanha-russa entre ganhos e perdas é tentar adivinhar para onde o mercado vai. Você acha mesmo que consegue? Pois eu já te respondo: não, porque o mercado vai para onde ele quer, quando ele quer.

Então, em vez de ficar tentando adivinhar e depois ficar frustrado quando o mercado não vai para o lado que você “tinha certeza” de que ele iria, você deve acompanhá-lo e não o enfrentar como se fosse um inimigo em uma batalha. Vocês estão juntos ali para fazer dinheiro, não há razão para brigar.

A melhor forma de se conectar ao mercado é por meio da preparação prévia ao seu dia de operação. Se você é daqueles que se senta na frente do computador e já começa a operar, sinal vermelho.

Você não se permitiu olhar para o gráfico e entender onde é que o mercado estava ontem e quais são as probabilidades para hoje. Não se permitiu enxergar pontos de resistência e suporte, zonas de liquidez, zonas de equilíbrio. Não está fluindo com o mercado, simplesmente caiu para dentro do avião no último minuto e ainda quer se sentar na janelinha!

A preparação prévia consiste em, no mínimo, executar estes 3 passos:

1. Definir o(s) ativo(s) a serem operados (que estejam dentro do seu plano de trade)
2. Verificar se há notícias relevantes no período em que você estiver operando (aqui, vale uma observação: notícias são importantes para você entender o impacto da volatilidade e não para “ter certeza” de que vai subir ou cair, porque isto quem vai definir é o mercado)
3. Identificar regiões importantes em tempos gráficos (máximas e mínimas do dia anterior, zonas de liquidez, zonas de equilíbrio, order blocks etc.)

Eu também sugiro, antes de qualquer clique, fazer o ritual de pré-trading que eu ensino neste vídeo aqui.

Executando estes passos, você se conectará com o mercado antes mesmo de começar a operar, o que vai te trazer mais clareza, calma, paciência e, consequentemente, mais resultados no trading.

Quer um exemplo de como funciona a abertura de um trade quando toda a preparação é feita antecipadamente? Dê uma olhada neste outro vídeo, no qual mostro um passo a passo para abrir um trade.

“Ah, Guilherme, mas isso vai tomar meu tempo…”

A disciplina é construída com princípios inegociáveis, imutáveis e inflexíveis. Se você não tem um resultado consistente ainda, já está perdendo tempo. Está perdendo tempo atirando para tudo quanto é lado sem estabelecer uma conexão com o mercado. Está lutando uma batalha sozinho… já sabe o final, não é?

Permita-se executar a preparação por um dia. Celebre se você conseguir. E mais um dia, uma semana, um mês. Confie em mim, fazer o que precisa ser feito valerá muito a pena.

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Bradesco e Aarin planejam emprestar mais de R$ 1 bilhão: descubra os detalhes surpreendentes deste investimento!

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O Bradesco (BBDC4), em parceria com o hub de fintech Aarin, está se preparando para ultrapassar a marca de R$ 1 bilhão em crédito para pessoas jurídicas (PJs) no primeiro trimestre deste ano. Essa parceria inovadora traz uma novidade no mercado financeiro, onde empresas poderão obter empréstimos sem a necessidade de serem correntistas do banco.

Através do modelo “lending as a service” (LaaS), fruto da colaboração entre a startup e o Bradesco, as empresas poderão acessar capital de giro e microcrédito diretamente de suas plataformas, como e-commerces, lojas online e ERPs. Essa parceria com a startup especializada em “embedded finance” oferece uma solução inovadora para os clientes, permitindo que eles obtenham empréstimos de forma mais rápida e simplificada.

Segundo a fundadora e CEO da Aarin, Ticiana Amorim, o serviço da fintech funciona como uma ponte entre o cliente e o banco, proporcionando acesso ao crédito de forma direta. Através da Aarin, os clientes poderão obter empréstimos personalizados de acordo com o perfil da loja, volume de vendas, tempo de vida do negócio, entre outros fatores.

A carteira de empresas que aderiram ao marketplace será divulgada em breve, demonstrando o impacto positivo dessa parceria no cenário empreendedor. A meta ambiciosa da Aarin é ofertar mais de R$ 1 bilhão em crédito apenas no primeiro trimestre de 2024, focando principalmente nas pequenas e médias empresas (PMEs).

Quanto às taxas de empréstimo, a fundadora da Aarin esclarece que seguem os padrões de tarifas do Bradesco, garantindo transparência e segurança aos clientes. Além disso, é possível utilizar o recebível de cartão como garantia, sem a necessidade de apresentar um bem associado.

A Aarin, fundada em 2020, tem como objetivo principal atender a empresas que não são bancos, oferecendo soluções financeiras inovadoras em um mercado cada vez mais competitivo. Atualmente, o Bradesco é o investidor majoritário da startup, que mantém sua autonomia e operação independente, atendendo ao banco como cliente.

Com um modelo de negócio facilmente internacionalizável, a Aarin planeja alcançar novos públicos e expandir suas operações geograficamente ainda este ano. Essa visão empreendedora e inovadora promete trazer ainda mais sucesso para a parceria entre a startup e o Bradesco no mercado financeiro.

Em resumo, a parceria entre o Bradesco e a Aarin representa uma mudança significativa no mercado financeiro, oferecendo soluções de crédito inovadoras e acessíveis para empresas de todos os portes. Com um foco nas PMEs e uma abordagem transparente e segura, essa colaboração promete impulsionar o crescimento e o desenvolvimento do empreendedorismo no Brasil.

Melhores do ano: ações ligadas ao setor automotivo

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Caros leitores, digníssimas leitoras,

Se você me acompanha sabe que num passado não tão distante, decidimos criar nosso índice de ações de empresas ligadas ao setor automotivo.

Mas, antes de começarmos, vamos aos nossos avisos legais: quem acompanha nossa coluna sabe que temos um humor extremamente ácido e adoramos colocar “fogo no parquinho” – mas para tudo existe um limite. Ou seja, não vou te vender relatório ou análise de investimentos, nem ensinar a operar na Bolsa. Também não sou uma subcelebridade do Instagram que promete te deixar rico fazendo day trade. Nossa carteira teórica foi um ensaio (real) que fizemos dentro dos “paranauês” do setor automotivo. Lembrando mais uma vez que apenas empresas credenciadas podem publicar esses documentos, que devem ser feitos por um analista credenciado e competente (já o estagiário… ele quase foi reprovado pelo Mobral).

Voltando…

Quando iniciamos nossa carteira teórica em fevereiro de 2021, tínhamos como foco as empresas ligadas ao setor automotivo: Marcopolo (POMO4); Mahle Metal Leve (LEVE3); Fras-le (FRAS3); Plascar (PLAS3); Vamos (VAMO3); JSL (JSLG3); Tegma (TGMA4); Randon (RAPT4); e Iochpe-Maxion (MYPK3).

Não trabalhamos com as locadoras pois elas teriam um peso muito grande no índice, que ficaria enviesado.

Além disso, temos plena ciência que a liquidez da carteira é ridícula, para dizer o mínimo. Houve semanas sem uma única transação da Plascar, por exemplo.

Mas nós somos da “velha guarda”, então somos apegados. Quando montamos a carteira, ela tinha um plano de maturação de três anos. Ou seja, levamos o conceito “hold” para um outro nível! E por que isso? Pois quando analisamos o setor automotivo, temos que ter em mente que ele é um negócio de médio-longo prazo. Quando uma montadora, por exemplo, decide vir para o Brasil, elas fazem um planejamento e criam um cenário de pelo menos uma década! Outro exemplo para vocês entenderem: entre 2021 e 2022, o governo federal delimitou a nova fase das emissões de poluentes dos motores à combustão. As mudanças dos motores ocorrerão entre 2025 e 2029. E, daqui a alguns anos, teremos novos carros com motores totalmente diferentes dos atuais!

Sacou?

E o que aconteceu ao longo desse período na nossa carteira?

Somente no ano passado, o resultado positivo da nossa carteira foi de praticamente o dobro do registrado pelo Ibovespa. Enquanto o Ibovespa fechou o ano com rentabilidade de 22,3%, nossa carteira acumulou alta de 44,4%. E, nesta exposição do resultado, não estamos considerando o JCP e os dividendos. Na visão deste vil estagiário, eles entraram como “bônus”.

O resultado de 2023 foi para “lavar a égua”! Mesmo assim, ele ficou abaixo do nosso primeiro ano, quando tivemos crescimento de quase 20%, contra um Ibovespa em queda de quase 9%.

No acumulado do triênio, nossa carteira teve alta de 53,6% frente a um Ibovespa que subiu 16,6% no mesmo período.

Mas quem foi a grande vedete da nossa carteira?

Das nove empresas, fechamos o ano com seis superando o Ibovespa mais que o dobro. Tivemos uma que fechou no azul, mas abaixo do Ibovespa, e duas que fecharam no negativo – mas, se considerarmos JCP e dividendos, elas voltam para o azul.

O que ocorreu para essas empresas neste ano?

Mahle, Fras-le e Plascar surfaram a onda da retomada do crescimento do setor automotivo. Em linhas gerais, todas elas são fabricantes de autopeças e foram positivamente impactadas pelo bom desempenho do setor. No caso da Mahle, os dividendos pagos neste ano foram algo do tipo “de pai para filho”. Ou melhor, de “avô para neto”!

Mas a grande vitoriosa do nosso índice foi a Marcopolo. A gauchada lá de Caxias do Sul “matou a pau”! Se você tiver a curiosidade de ver a curva da evolução do preço da ação, de meados de 2020 até o final de 2022, o preço dela flutuava numa faixa próxima a R$ 2,50. Hoje, a ação empresa está com preço de R$ 7,30. Qual foi o milagre? O mesmo que aconteceu há uma década: o Caminhos da Escola, programa do governo federal para renovação de frotas de veículos escolares. Neste cenário, os micro-ônibus Volare da empresa praticamente lideram a demanda. Ela já entregou mais de 20 mil veículos desde o início do programa. Além disso, fora os ônibus que ela entrega, ela ainda faz a carroceria dos seus concorrentes.

E as duas empresas que não foram bem? A Iochpe patinou por causa da mudança de motor dos caminhões, que fez a demanda de veículos pesados em 2023 ser totalmente oposta do mercado de veículos leves. Se as vendas de carros subiram 11,2%, as vendas de caminhões afundaram 15%. Nos anos anteriores, os grandes frotistas anteciparam a compra de caminhões para evitar pegar o novo motor, mais eficiente e, consequentemente, mais caro. Essa também foi a causa do mau desempenho dos implementos rodoviários da Randon.

E esta foi a nossa carteira! Retorno de 53,6%, fora JCP e dividendos. Com JCP e dividendos, a gente teria uma performance de quase 4 vezes o Ibovespa no período.

Se eu fosse refazer a carteira para os próximos três anos, daria um peso maior para o pessoal de pesados, autopeças e, imaginando que a demanda de veículos continue crescendo, acredito que a Tegma entraria num bom ciclo de alta. Do outro lado, não apostaria tanto na Marcopolo para o próximo ciclo.

E é isso…

E aí, o que achou? Dúvidas, me manda um e-mail aqui.

Ou me segue lá (onde sou menos perdido) no Facebook, Instagram, LinkedIn e Twitter.


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Descubra as Cidades do Centro-Oeste que Brilham entre as 100 Mais Ricas do Agro em 2023!

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Os 100 Municípios Mais Ricos do Agronegócio Brasileiro em 2023

O agronegócio brasileiro continua a ser uma poderosa força econômica, e, em 2023, o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) apresentou uma lista reveladora: os 100 municípios que se destacam por sua riqueza agrícola. Esses locais são responsáveis por impressionantes 31,9% do valor total da produção agrícola do Brasil, que registrou a incomensurável marca de R$ 814,5 bilhões. Vamos explorar juntos os detalhes dessa interessante reportação, que reflete não apenas a produção, mas a diversidade e o potencial do agronegócio no país.

Análise dos Dados do Agronegócio

A análise divulgada pelo Mapa se baseia nas informações da Produção Agrícola Municipal (PAM), coletadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados abrangem uma área colhida de 33,1 milhões de hectares, o que representa cerca de 34,5% de toda a área cultivada no Brasil. Essa vasta área cultivada é um testemunho da vitalidade e da capacidade que o agronegócio tem de sustentar a economia do país.

Diversidade dos Municípios e Estados

Os 100 municípios mais ricos estão espalhados por 14 estados diferentes, incluindo:

  • Bahia
  • Distrito Federal
  • Goiás
  • Maranhão
  • Mato Grosso
  • Mato Grosso do Sul
  • Minas Gerais
  • Pará
  • Paraná
  • Pernambuco
  • Piauí
  • Rio Grande do Sul
  • São Paulo
  • Tocantins

Entre essas localizações, a região Centro-Oeste se destaca, concentrando 42 dos 100 municípios mais produtivos. Middo de todos, o Mato Grosso brilha com 36 cidades figurando na lista.

Principais Destinos da Produção Agrícola

Dentre os municípios pesquisados, Sorriso, no Mato Grosso, foi coroado como o maior produtor, com uma produção que chega a impressionantes R$ 8,3 bilhões. A seguir, temos São Desidério, na Bahia, que também se destaca, contribuindo com R$ 7,8 bilhões. Outras cidades que merecem destaque são:

  • Sapezal (MT) – R$ 7,544 bilhões
  • Campo Novo do Parecis (MT) – R$ 7,157 bilhões
  • Rio Verde (GO) – R$ 6,923 bilhões

Essas cidades são verdadeiros celeiros de produção, especialmente de soja e milho, os grandes protagonistas do agronegócio brasileiro.

O Carro-Chefe: Soja

Não há como negar que a soja é a grande estrela da produção agrícola no Brasil. Este grão vital responde por R$ 348,6 bilhões, o que representa cerca de 42,8% do total da produção agrícola. Em um cenário onde o milho também se destaca, somando R$ 101,8 bilhões, e a cana-de-açúcar com R$ 101,9 bilhões, fica claro que essas culturas ocupam um papel de destaque na economia do agronegócio.

Além dessas, outras culturas como o algodão, café e laranja também mostram a rica diversidade da produção agrícola nacional e sua importância para o mercado interno e externo.

Culturas Específicas que Brilham

Enquanto cidades como Sorriso e São Desidério se destacam em produção generalizada, outras localidades chamam a atenção por se especializarem em culturas específicas:

  • Patrocínio (MG): Sabe-se que esse município é um importante produtor de café no Brasil.
  • Santa Vitória do Palmar (RS): Este local é crucial na produção de arroz, sendo responsável por 5,6% da produção nacional.

E não podemos esquecer das frutas. A produção de laranja, manga e melão tem ganhado destaque, principalmente nos estados do Sudeste e Nordeste, que desfrutam de um clima ideal para esse tipo de cultivo.

A Lista Completa em Números

Para aqueles que gostam de números e dados, a lista dos 100 municípios mais ricos do agronegócio em 2023 pode ser reveladora. Vamos apenas mencionar alguns dos primeiros colocados para ilustrar o potencial desses locais:

  1. Sorriso (MT) – R$ 8,313 bilhões
  2. São Desidério (BA) – R$ 7,789 bilhões
  3. Sapezal (MT) – R$ 7,544 bilhões
  4. Campo Novo do Parecis (MT) – R$ 7,157 bilhões
  5. Rio Verde (GO) – R$ 6,923 bilhões

E a lista continua com outros grandes nomes, mostrando como o Brasil é rico em produção agrícola e potencial econômico.

A relação completa inclui muitos outros municípios que, juntos, formam um mosaico vibrante do agronegócio brasileiro. Estes números são um convite à reflexão sobre o quanto a agricultura e a pecuária são fundamentais para a nossa economia.

Um Olhar para o Futuro

O agronegócio brasileiro é um campo vibrante e em constante evolução. À medida que globalmente a demanda por alimentos cresce, a capacidade do Brasil de se manter como um dos principais fornecedores mundiais se torna mais evidente. Essa realidade abre espaço para inovações, novos métodos e a necessidade de sustentabilidade para garantir que as futuras gerações possam continuar se beneficiando desse tesouro agrícola.

Se você está curioso sobre como esses números podem impactar a economia local e nacional, ou mesmo qual o futuro das práticas agrícolas, sinta-se à vontade para compartilhar seus pensamentos. O que você acha que deve ser feito para incentivar ainda mais o crescimento sustentável do agronegócio?

Afinal, discutir e entender o agronegócio é fundamental não apenas para os que trabalham diretamente com a terra, mas para todos nós, que nos beneficiamos dos produtos que ela nos gera.

Vamos Conversar!

O agronegócio é um tema fascinante e de grande relevância para o Brasil. Ao conhecer mais sobre os municípios que se destacam, ampliamos nossa compreensão sobre a importância desse setor. Agora, que tal compartilhar suas ideias e opiniões sobre o assunto? Como você vê o futuro do agronegócio no Brasil? Deixe seu comentário e vamos juntos explorar esse tema!

Com um olhar sempre renovado, o Brasil tem muito o que oferecer e nós estamos aqui para acompanhar cada passo dessa jornada.

Desperte seu potencial: Trybe e AWS oferecem 15 mil vagas em curso gratuito. Garanta a sua!

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Uma nova oportunidade de aprendizado em inteligência artificial generativa está sendo lançada pela Trybe, escola brasileira de tecnologia, em parceria com a Amazon Web Services (AWS). O curso, intitulado “IA Generativa com AWS”, é um bootcamp intensivo e online, destinado tanto a profissionais da área de tecnologia quanto a aqueles que estão migrando para esse setor ou buscando aprimorar suas habilidades.

Segundo dados do Fórum Econômico Mundial, a demanda por profissionais com conhecimento em IA está em crescente alta, com previsão de surgimento de cerca de 2,6 milhões de empregos especializados nos próximos quatro anos. No entanto, há uma lacuna de talentos evidente, com muitas empresas enfrentando dificuldades para preencher vagas nesse setor crucial.

Para endereçar essa necessidade, a AWS escolheu a Trybe para desenvolver uma iniciativa massiva de capacitação em inteligência artificial generativa no Brasil. O curso abrangerá desde os conceitos básicos até tópicos avançados, como treinamento de máquinas e pensamento computacional.

Os participantes terão acesso a ferramentas da AWS, como Amazon Bedrock, Amazon CodeWhisperer, Amazon Sagemaker e AWS Inferentia. Além disso, a parceria com a Amazon faz parte da iniciativa global AI Ready, que tem como meta oferecer treinamento gratuito em habilidades de inteligência artificial para dois milhões de pessoas em todo o mundo até 2025.

Durante o curso, ministrado por especialistas da AWS e da Trybe, os alunos terão a oportunidade de aprender com profissionais renomados, como Felipe Pojo, Evandro Franco, João Duarte, entre outros. Ao final do treinamento, os participantes receberão certificados que descrevem as habilidades desenvolvidas em inteligência artificial generativa.

Essa iniciativa visa preparar uma nova geração de profissionais para atuar no campo da inteligência artificial, preenchendo a lacuna de talentos existente e contribuindo para o avanço tecnológico do Brasil. A oportunidade de participar de um curso como esse é única e pode ser um diferencial na carreira de qualquer interessado em tecnologia.

Não perca essa chance de se capacitar em um dos campos mais promissores da atualidade. Inscreva-se no curso “IA Generativa com AWS” e esteja pronto para se destacar no mercado de trabalho. A transformação digital está em pleno vapor e você pode fazer parte desse movimento de inovação e crescimento. Junte-se a nós nessa jornada rumo ao futuro da tecnologia!

Melhores do ano: MOTOCICLETAS!

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Caros leitores, digníssimas leitoras: apesar do automóvel ser a preferência no sonho de consumo de boa parte dos consumidores brasileiros, essa não é a realidade para grande parte dos estados do Brasil.

Quando falamos em preferência na aquisição de veículo automotor, a motocicleta aparece como veículo preferido em 21 dos 27 estados brasileiros.

Sim, caro leitor… apesar do Volkswagen Polo ser o carro mais vendido do Brasil (até novembro), a “CGzinha” da Honda está dando show!

A razão atual é de: para cada Polo vendido da VW, vendem-se 4 CG da Honda.

O mercado de motocicletas se descolou completamente do mercado de autos. Se nos últimos três anos as vendas de carros vêm andando de lado (crescimento de apenas 6% em três anos), o setor de motocicleta registará alta de quase 75% em 3 anos. E (se tudo correr bem), o setor de motocicletas irá, em 2024, dobrar de tamanho sobre o ano de 2020.

Gráfico indica a evolução na venda de veículos no brasil entre diversos modais

Se a gente verificar um período maior (10 anos por exemplo), para o setor de motocicletas, o pessoal acabou se recuperando de toda turbulência dos últimos anos e deverá encerrar o ano de 2023 com alta de quase 5% sobre 2013. Já o pessoal de automóveis deverá vender em 2023, 44% a menos sobre o resultado de 2013. Tombo mais que feio!

O ponto é que o mercado brasileiro está caminhando para termos um mercado onde vendemos mais motocicletas do que automóveis.

Hoje, de todo veículo automotor vendido (automóvel + motocicleta), temos uma razão de 52:100 para autos e de 48:100 para motocicletas.

Gráfico indica a evolução na venda de veículos no brasil entre diversos modais

Mas essa é a média Brasil! E, como toda média, ela é burra!

Quando a gente faz uma inferência neste Brasil continental, a realidade é bem diferente. Em geral, nós que vivemos em grandes centros (tipo São Paulo) não percebemos a realidade deste Brasilzão!

Se a razão de motocicleta é de 48:100; na região Norte esse percentual salta para 76:100. No estado do Pará, por exemplo, de cada 100 veículos vendidos (auto + moto), 81 é de motocicletas e 19, carros. O Pará, terra do tacacá, é o estado onde proporcionalmente mais se vende motocicletas.

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Ansiedade no day trade

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Inicialmente vamos entender o que é a ansiedade.

Ansiedade é um estado emocional caracterizado por inquietação, apreensão e nervosismo. Pode manifestar-se em diferentes níveis, desde preocupações cotidianas até transtornos de ansiedade mais graves.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) indica que o Brasil tem o maior número de pessoas ansiosas, atingindo 9,3% da população.

O mundo do day trading é desafiador, exigindo não apenas habilidades técnicas, mas também uma gestão emocional robusta. A ansiedade é um fenômeno comum entre day traders, e pode impactar significativamente a qualidade de suas decisões e, consequentemente, os resultados de suas operações.

Aqui estão algumas maneiras de compreender e lidar com a ansiedade para otimizar o desempenho no trading:

1. Compreenda as causas da ansiedade

Identificar as causas subjacentes da ansiedade é crucial. O medo de perdas, a pressão por resultados imediatos e a incerteza do mercado são fatores comuns.

Por isso é de fundamental importância que se tenha um planejamento financeiro para não ter a pressão de fazer resultados rápidos, o que irá te impedir de desenvolver a consistência.

Faça um simples exercício de anotar no seu diário de trading, como você estava se sentindo ao identificar uma oportunidade de trade, depois disso também anote como se sentiu enquanto o trade estava aberto até o fechamento.

Essas anotações irão te trazer informações importantes, falarei mais sobre isso no final deste artigo.

2. Estabeleça metas realistas

Definir metas alcançáveis reduz a pressão psicológica. Foco no processo, não apenas nos resultados, pode aliviar a ansiedade.

Trading é uma maratona de 42 quilômetros e não uma corrida de 100 metros.

Não tenha pressa, afinal, o sucesso não tem prazo de validade.

3. Desenvolva uma rotina de preparação

A ansiedade muitas vezes surge da falta de controle. Uma rotina de preparação diária pode fornecer uma sensação de segurança e ajudar a enfrentar o desconhecido.

Faça um pré-trading mapeando os ativos que irá operar, revisando o calendário econômico e estudando seu diário de trading com as anotações que fez no dia anterior.

4. Utilize técnicas de relaxamento

Práticas como meditação e respiração profunda podem acalmar a mente, reduzindo a ansiedade antes e durante as operações. Procure por visualização mental para traders no meu canal no YouTube “Guilherme Cardoso” e irá encontrar um vídeo onde te ajudo a fazer isso.

5. Aprenda com as experiências

Analisar e aprender com as experiências passadas pode fortalecer a confiança e reduzir a ansiedade futura, ou seja, estude seu diário de trading constantemente, isso irá te ajudar a desenvolver consciência para mudar os comportamentos e consequentemente os seus resultados.

Ao entender e gerenciar a ansiedade, você irá criar um ambiente psicológico propício ao sucesso, tomando decisões mais claras e melhorando consistentemente seus resultados no mercado.

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Melhores do ano: Carros chineses

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Caros leitores, digníssimas leitoras,

Como já falamos na última coluna, o grande destaque do setor automotivo neste ano foi a venda de picapes. Elas encerrarão 2023 como o tipo de produto que teve o maior crescimento em vendas. Nesse cenário, a Ram foi uma das marcas que mais se beneficiou dessa demanda, devendo fechar o ano com alta de cerca de 250% nas vendas sobre o ano passado.

Mas, com o devido respeito à Ram, apesar do excelente desempenho, o destaque entre as marcas neste ano ficou com a ascensão das chinesas: BYD e GWM.

E, já antecipando 2024, dá para dizer que elas também serão o grande destaque do próximo ano.

A ascensão das duas marcas chinesas foi uma coisa nunca vista no mercado brasileiro, considerando o ticket médio dos produtos vendidos. A BYD, em especial, ocupa hoje (21/12) a 16ª posição entre as marcas que mais vendem no mercado brasileiro. Mas a probabilidade de ela fechar o ano na 15ª posição, ultrapassando a Ram nos últimos dias de 2023, é imensa!

A BYD deverá fechar 2023 com um market share na casa de 0,78%, enquanto a GMW deve ficar perto de 0,49%. Se incluirmos o share de 1,45% da Caoa-Chery, podemos decretar que as marcas chinesas encerrarão este ano com share de 2,72%.

Mas essa não é a realidade do mercado – e nem destas marcas. Notem no gráfico acima que as duas marcas só começaram a trabalhar “efetivamente” no mercado no final do primeiro semestre.

Se pegarmos o resultado deste mês até 20/12, a BYD já chegou ao share de 2,13%, ultrapassando marcas “tradicionais” como Peugeot, Citroen, Caoa-Chery, Ford e Mitsubishi, entrando de vez no top 10.

Neste mês, as três chinesas não estão com share de 2,72% no acumulado do ano. Em dezembro, as três fecharão o ano com share de 5%.

E essa é a nova realidade!

Mas aí você vai apontar o dedo para mim, lembrando que, num passado recente, falei sobre a derrocada do mercado de carros eletrificados, foco central dos produtos de BYD e GWM.

Na visão deste vil estagiário nada mudou. O processo de “popularização” dos carros eletrificados, que tenderia a andar mais rápido, demorará alguns anos a mais. Como diz aquele velho ditado: “Aos amigos, tudo! Aos inimigos, a lei!”. Afinal de contas, o (des)governo federal decidiu voltar com a alíquota de 35% de imposto de importação de veículos eletrificados para tentar ajudar as montadoras já instaladas no Brasil, resguardar os empregos da cadeia e blá, blá, blá…

O que o (des)governo federal não percebeu é que concorrência (em qualquer mercado) é excelente! O ponto central aqui é que os chineses mudaram a dinâmica do carro eletrificado. Eles entraram forte trazendo produtos de ponta com alta atratividade de preço. Os carros de entrada da BYD e GWM estão na casa de R$ 150 mil. E a BYD também prometeu trazer um carro pequeno elétrico na casa de R$ 100 mil a R$ 130 mil. É caro? É! Mas lembre-se que o hatch pequeno mais vendido do país é o GM Onix, com preço entre R$ 82 mil e R$ 112 mil. Ou seja, ele vai entrar para brigar com uma parte do Onix “TOP”. E sim, concordo com vocês: pagar R$ 112 mil num Onix “TOP” é do peru!

Além disso, as chinesas obrigaram seus concorrentes a derrubarem os preços. Um último exemplo veio da Peugeot: seu 2008 elétrico, que custava R$ 199.990 no começo do mês, teve o preço derrubado para R$ 159.990.

Olha só! A concorrência fez uma montadora derrubar o preço do seu produto em R$ 40 mil?

Quer mais? Esse carro, quando foi lançado, tinha o preço de venda de R$ 259.990. Ou seja, em menos de um ano, o carro recebeu um desconto de R$ 100 mil.

Mas qual é o futuro de BYD e GMW?

O primeiro ponto que notamos é que existe um processo de expansão num ritmo forte da rede de concessionárias (pontos de vendas).

Quanto mais eu aumento a minha capilaridade, melhor será para mim. O segundo ponto é que BYD e GMW têm cacife suficiente para bancar uma operação por dois-quatro anos até o início da operação fabril, diferente das outras chinesas (Jac e Effa, por exemplo) que vieram “na zoeira”! Quando se fala em carro eletrificado, toda tecnologia de ponta é chinesa. Até as montadoras aqui instaladas tentarem algo similar, o estrago já estará feito.

Finalizo com um “momento mãe Dinah”: quando BYD e GMW estiverem operando com as suas fábricas em terras tupiniquins, elas deverão abocanhar de 10% a 12% do mercado.

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