Descubra o Motivo Surpreendente do JPMorgan ao Escolher Cogna em vez de Yduqs no 1T26!


Análise do Desempenho das Ações da Cogna e Yduqs: Expectativas para 2026

No dinâmico setor educacional, a Cogna (COGN3) se destaca como uma promessa de desempenho superior em comparação à Yduqs (YDUQ3) para o primeiro trimestre de 2026 (1T26). Essa projeção, recém-divulgada pelo JPMorgan, ressalta a eficácia da Cogna na captação de alunos, especialmente nas modalidades presenciais.

Expectativas de Crescimento e Performance

Os analistas do JPMorgan apostam na compra das ações da Cogna, indicando um crescimento impressionante na receita de 28% em relação ao mesmo período do ano anterior. A previsão é que a companhia alcance uma receita líquida de R$ 2,1 bilhões, superando as estimativas do mercado em 7%. Por outro lado, a Yduqs deve enfrentar um crescimento apenas tímido, com uma expectativa de aumento de apenas 3,2%.

“Apoiamos a Cogna devido ao nosso mix de menor risco e às melhores tendências observadas nas modalidades presenciais”, destacou o relatório do JPMorgan.

A unidade de ensino superior da Cogna, conhecida como Kroton, deve ver um avanço significativo de 11% em sua receita, em comparação com os 8% registrados no último trimestre de 2025. Em contraste, a Yduqs passa por um momento que os analistas classificam como “medíocre”, especialmente devido às dificuldades em converter matrículas no setor digital.

Desafios Macroeconômicos

No cenário econômico brasileiro, houve uma expectativa de queda acelerada na taxa Selic, mas novas diretrizes fazem com que empresas, incluindo a Cogna e a Yduqs, revejam suas projeções. O relatório do JPMorgan indica que a margem da Kroton enfrenta pressões, levando a uma redução nas estimativas de Lucro por Ação (LPA) ajustado para 2026 e 2027, em -10% e -16%, respectivamente.

Para a Yduqs, apesar de um leve ajuste positivo de 3% no lucro de curto prazo, a projeção para 2027 foi reduzida em 3,5%. A expectativa é de que a Cogna registre um lucro líquido ajustado de R$ 247 milhões no 1T26.

Desempenho Diversificado da Cogna

A análise revela uma clara diferença entre os segmentos de ensino. O modelo presencial (Campus) está projetado para ver um aumento impressionante de 20% na captação de novos alunos, enquanto o setor de Ensino a Distância (DL) sofrerá uma contração de 15% em sua base anual.

O relatório do JPMorgan salienta que esse desempenho no ensino presencial é um diferencial competitivo vital. “Nós prevemos que a Kroton experimente um forte desempenho no 1T26, com receitas crescendo 11% ano a ano, impulsionadas por um crescimento de 20% na captação presencial”, afirma a análise. No entanto, essa força pode ser ofuscada por margens mais baixas, resultando em um Ebitda ajustado estável.

Ajustes e Projeções de Mercado

É esperado que a margem consolidada da Cogna sofra uma compressão de 3,2 pontos percentuais, resultando em 31%. Os analistas sugerem que parte dessa diminuição é atribuída a um incremento nas despesas de marketing, que poderá ser compensado ao longo do ano. Além disso, a projeção do Ebitda ajustado deve aumentar em 16% comparado ao ano anterior, atingindo R$ 651 milhões.

Revisões nas Expectativas

  • Kroton: Expectativa de receitas revisadas para 2026 e 2027 com reduções de -0,5% e -2,2%, respectivamente, e uma queda no Ebitda em -5,9% e -8,9% devido a margens mais baixas.
  • Vasta: Aumento nas receitas projetadas para 2026 e 2027 em 0,8% e 1,9%, com um Ebitda ajustado aumentando em 1,8% e 4,6% devido a margens mais elevadas.
  • Saber: Expectativa de aumento nas receitas em 5,4% e 3,5% para 2026 e 2027, com Ebitda ajustado aumentando em 16,9% e 3,5%.

A expectativa do preço-alvo das ações da Cogna foi reduzida para R$ 6,0 até dezembro de 2026, considerando uma análise de Fluxo de Caixa Descontado (DCF) com um Custo Médio Ponderado de Capital (WACC) de 13,7% em reais nominais e um crescimento real zero na perpetuidade.

Yduqs: Enfrentando Desafios

Para a Yduqs, a perspectiva apresentada pelo JPMorgan é uma mistura de preocupação e cautela. A recomendação de compra das ações foi classificada como neutra, com um corte no preço-alvo de R$ 21,0 para R$ 18,5, refletindo um WACC elevado de 15,0%.

Em termos de P/L (Preço/Lucro), a Yduqs está negociando a 5,7 vezes para 2026, com a Cogna ligeiramente à frente em 5,8 vezes. Com a possibilidade da Selic permanecer em 12%, esses múltiplos podem se elevar para ambas as empresas.

Perspectivas do 1T26 para Yduqs

O crescimento de receitas esperado para o 1T26 é de R$ 1,3 bilhão, uma desaceleração em relação ao crescimento de 3,7% observado no final do ano passado. O setor Digital é apontado como o principal responsável por essa desaceleração, com projecções de faturamento cortadas em 18,6% para 2027.

Ainda assim, a Yduqs mostra resiliência, especialmente em seu segmento Premium. O crescimento impulsionado pela expansão do IBMEC deve gerar um aumento de 13% nas receitas no primeiro trimestre. O JPMorgan ajustou suas estimativas para essa unidade, prevendo uma margem de 49,0% em 2026.

A margem Ebitda da Yduqs, por outro lado, deve sofrer uma pequena contração de 0,9 ponto percentual. “Estamos menos otimistas com a Yduqs em comparação a outros players do mercado, dado que a companhia indica um desempenho operacional mais fraco”, observam os analistas.

Reflexões Finais

A análise das ações da Cogna e Yduqs nos apresenta um cenário intrigante para 2026. Enquanto a Cogna se prepara para um desempenho promissor, particularmente em sua modalidade presencial, a Yduqs precisa enfrentar uma série de desafios significativos em sua operação digital e na captação de alunos.

O futuro destas instituições de ensino superior dependerá de sua capacidade de adaptação às novas demandas do mercado e ao cenário econômico que se apresenta. O que você acha sobre essas projeções? Acha que a Cogna manterá seu ímpeto? Ou a Yduqs conseguirá dar a volta por cima? Compartilhe sua opinião e vamos discutir!

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