sexta-feira, fevereiro 13, 2026

Revolução à Vista: Deputada do Novo Lança PEC para Transformar o Judiciário com Código de Conduta!


A Nova Proposta do Código de Conduta no Judiciário: Transformações em Curso

A deputada federal Adriana Ventura, representando o Novo-SP, está liderando um movimento de significativa importância para o Judiciário brasileiro. Ela está buscando as assinaturas necessárias para que uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) possa ser analisada pela Câmara dos Deputados. Essa PEC, se aprovada, exigirá a adoção de um robusto código de conduta e integridade, que se aplicará a todos os membros do Judiciário, incluindo os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e outros tribunais superiores.

O Que É Necessário para a Tramitação da PEC?

Para que essa proposta prossiga para sua fase de discussão e votação, são necessárias 171 assinaturas de deputados federais. Até o momento, segundo a assessoria da deputada, já foram coletados 46 apoios.

Principais Alterações Propostas na Constituição

A PEC introduzirá o artigo 93-A à Constituição e modificará os artigos 103-B e 130-A. Entre os principais pontos que ela abrange, destacam-se:

  • Criação de um Código de Conduta: O STF terá que estabelecer um regulamento específico para seus membros, que incluirá normativas também para ex-integrantes.
  • Normas para o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP): Estas entidades deverão desenvolver códigos similares para magistrados e membros do Ministério Público em todo o Brasil.

Princípios Mínimos para a Integridade no Judiciário

A proposta delineia princípios que visam garantir a integridade e a confiança na atuação do Judiciário, tais como:

  • Preservar a percepção de imparcialidade e boa reputação do tribunal.
  • Regras claras sobre a participação de ministros em eventos, tanto públicos quanto privados.
  • Exigência de declaração de remuneração ou benefícios recebidos em atividades externas.
  • Impedimentos em processos que envolvam interesses familiares até o terceiro grau.

A Justificativa por Trás da Proposta

Um dos pontos centrais da justificativa é que a Constituição deve estabelecer diretrizes, uma vez que não cabe a um Poder impor regras internas a outro. Assim, a norma pretende garantir que tanto o STF quanto os conselhos de controle desenvolvam seus próprios códigos de forma autônoma, mas sempre seguindo os parâmetros fundamentais estabelecidos pela nova emenda.

Contexto Atual: O Caso Banco Master e suas Implicações

A articulação em torno da PEC acontece em um momento muito delicado, especialmente após a repercussão do caso do Banco Master, que gerou questionamentos sobre a atuação dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes.

O Que Aconteceu?

Nesta quinta-feira (12), Toffoli confirmou que integra o quadro societário da Maridt, uma empresa que foi co-proprietária do resort Tayayá no Paraná. Em 2021, a Maridt vendeu uma parte do empreendimento a um fundo vinculado ao banqueiro Daniel Vorcaro, que enfrenta acusações de liderar um esquema fraudulento cuja investigação está sob a relatoria do ministro.

Toffoli fez questão de declarar que não tem amizade com Vorcaro e que não recebeu nenhum pagamento do empresário. Essa nota se tornou ainda mais relevante após a Polícia Federal (PF) solicitar a suspeição do ministro nesta quarta-feira (11), revelando que o celular de Vorcaro continha referências a Toffoli.

Relações Comprometedoras?

Além das mensagens que associam o nome de Toffoli a Vorcaro, a PF também encontrou diálogo direto entre os dois. Segundo reportagens, a situação requer uma atenção cuidadosa, considerando a seriedade das acusações e o possível impacto na integridade do Judiciário.

O caso também afeta o ministro Alexandre de Moraes, que foi mencionado em uma matéria do jornal O Globo, revelando a existência de um contrato de R$ 129 milhões entre o Banco Master e o escritório de Viviane Barci, esposa do ministro. Isso alimentou o debate sobre a necessidade de regras que regulem a participação de ministros em atividades externas e a gestão de potenciais conflitos de interesse.

A Necessidade de Regras Claras

Esses acontecimentos ressaltam a urgência de estabelecer regras claras e específicas para disciplinar a atuação dos ministros em questões privadas. O próprio presidente do STF, Edson Fachin, já havia defendido que essa discussão se tornasse parte da agenda do Judiciário.

Vantagens da Emenda Proposta

A implementação de um código de conduta pode trazer benefícios significativos:

  • Aumento da confiança pública no Judiciário.
  • Maior transparência nas ações dos ministros, promovendo uma avaliação mais justa da sua atuação.
  • Estabelecimento de um padrão ético que oriente a participação em eventos e interações pessoais.

Chamado à Ação

Além de abordar questões éticas essenciais, a proposta da deputada Adriana Ventura tem o poder de transformar a percepção pública do Judiciário. Isso é vital, especialmente em tempos onde a confiança nas instituições é constantemente questionada.

Se a PEC for aprovada, pode não só melhorar a prática judiciária, mas também inspirar outras reformas estruturais importantes.

Um Futuro Com Mais Transparência

À medida que essa proposta avança, surge uma expectativa genuína sobre o futuro do Judiciário brasileiro. A ideia é que, com a adoção de um código de conduta e integridade, o país construa um sistema judicial mais robusto e respeitado, onde a ética e a transparência sejam pilares fundamentais.

Essa iniciativa não se trata apenas de uma mudança legislativa; ela representa um movimento em direção a práticas que fortalecem a democracia e a confiança do povo nas instituições. Enquanto os debates continuam, é essencial que cada cidadão mantenha uma voz ativa, refletindo sobre estas questões e participando do processo democrático, seja através de comentários, discussões ou compartilhamento de informações.

Reflexão Final

Em um mundo onde a informação circula rapidamente e as relações são frequentemente questionadas, a necessidade de uma maior transparência e ética no Judiciário nunca foi tão evidente. Como você vê essa situação? Que impactos acredita que uma medida como a proposta pela deputada poderia trazer para o nosso sistema judicial?

Fique atento às próximas atualizações e participe desse debate crucial. A sua opinião é importante!

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