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Uzbequistão em Foco: ONU Destaca Progresso Surpreendente na Integração da Ásia Central!

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Fortalecendo laços: a visita do secretário-geral da ONU ao Uzbequistão

Na última segunda-feira, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, teve uma reunião significativa com o presidente do Uzbequistão, Shavkat Mirziyoyev. Este encontro não foi apenas um momento de cortesia diplomática, mas uma importante oportunidade para discutir como fortalecer a cooperação entre a nação uzbeque e as Nações Unidas.

Temas em debate: estabilidade e cooperação regional

Durante a reunião, Guterres e Mirziyoyev abordaram assuntos fundamentais, como a estabilidade regional e as formas de cooperação na vasta e dinâmica região da Ásia Central. Tais discussões refletem uma realidade complexa e muitas vezes desafiadora, onde a colaboração entre países é vital para garantir a paz e o desenvolvimento sustentável.

Um dos pontos altos da conversa foi a sinergia entre o plano de desenvolvimento nacional do Uzbequistão e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. António Guterres elogiou os esforços do país em alinhar suas políticas com a Agenda 2030, sublinhando a importância dessa colaboração para o avanço comum em direção a um futuro mais justo e equilibrado.

Prêmios e reconhecimentos nobres

Guterres não saiu do Uzbequistão apenas com a satisfação de um diálogo produtivo; ele também foi agraciado com o prêmio nacional Dostlik, a mais alta distinção do país. Em seu discurso de agradecimento, o secretário-geral expressou uma sincera gratidão, dedicando o prêmio a todos os profissionais da ONU que se dedicam ao trabalho humanitário em prol dos mais vulneráveis. “Esses profissionais arriscam suas vidas para aliviar o sofrimento humano em um mundo repleto de conflitos e desastres naturais”, afirmou.

Esse reconhecimento foi um tributo tanto às suas contribuições individuais quanto às grandes causas que ele defende, como a solidariedade global e a unidade na busca por soluções coletivas. Ao receber o prêmio pelo seu trabalho em promover a eficácia das atividades da ONU, Guterres enfatizou a necessidade de um engajamento contínuo e forte entre o Uzbequistão e a organização que lidera.

Promovendo a unidade na Ásia Central

No cerne de seu agradecimento, Guterres ressaltou que o cenário global enfrenta desafios sem precedentes, incluindo divisões geopolíticas e as consequências devastadoras das mudanças climáticas. “A paz e a segurança no mundo estão extremamente fragilizadas. É um momento crítico que exige colaboração e diálogo”, alertou.

Ele também elogiou a liderança do presidente Mirziyoyev em construir um ambiente de cooperação na Ásia Central, uma região com um histórico repleto de tensões e divisões. “Através do diálogo, estamos conseguindo resolver as dificuldades do passado, abrindo caminho para uma integração regional que beneficia todos os cidadãos”, disse Guterres.

Impactos das mudanças climáticas

Um dos temas que permeou a conversa foi o impacto devastador das mudanças climáticas na região. O Uzbequistão já enfrenta sérios desafios relacionados à desertificação e às secas, e a ONU tem um papel importante a desempenhar ao apoiar iniciativas que visem mitigar esses efeitos.

A realidade das alterações climáticas no Uzbequistão não é apenas um desafio ambiental, mas um assunto que afeta diretamente as vidas das pessoas. À luz disso, a colaboração com a ONU seria um passo crucial para implementar soluções sustentáveis que ajudem a comunidade a se adaptar a essas mudanças adversas.

Uma jornada por cinco países

A visita a Tashkent, capital do Uzbequistão, faz parte de uma missão maior de Guterres pela Ásia Central, que o levará a outras quatro nações: Quirguistão, Cazaquistão, Tadjiquistão e Turcomenistão. Durante essa turnê, o secretário-geral irá não apenas encontrar líderes nacionais, mas também se envolver em projetos relacionados às mudanças climáticas e interagir com comunidades locais e jovens ativistas.

Um dos eventos marcantes de sua agenda será a Cúpula da Organização de Cooperação de Xangai, que ocorrerá em Astana, no Cazaquistão, durante a qual Guterres terá a oportunidade de dialogar sobre segurança e desenvolvimento regional com seus homólogos.

A última visita do secretário-geral à Ásia Central aconteceu em 2017, e a atual viagem demonstra a renovada atenção da ONU para essa região estratégica, refletindo a importância crescente da cooperação internacional para enfrentar os desafios atuais.

Conclusões e perspectivas

A reunião entre António Guterres e Shavkat Mirziyoyev marca um passo significativo em direção à construção de parcerias mais robustas entre o Uzbequistão e a ONU, centradas na promoção da paz, da prosperidade e da sustentabilidade. As discussões sobre a estabilidade regional e a união em torno dos objetivos comuns revelam uma compreensão compartilhada de que, diante de desafios globais como as mudanças climáticas e as tensões geopolíticas, a colaboração é não apenas desejável, mas essencial.

Ao mesmo tempo, essa visita também serve como um lembrete do papel vital das organizações internacionais em apoiar nações que buscam transformação e progresso, enfatizando a necessidade de solidariedade em tempos de crises. A espera agora se volta para como esses diálogos se transformarão em ações concretas que beneficiarão não apenas os países envolvidos, mas toda a comunidade global.

Em um mundo que parece cada vez mais fragmentado, o convite a refletir sobre a importância da união e do diálogo permanece. E você, como vê o futuro da cooperação internacional diante dos desafios que enfrentamos? Compartilhe sua opinião!

Como lidar com um mercado com grande potencial de lucros

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O mercado está sempre em movimento. Isso nunca muda. Pode desacelerar e parar por um tempo, mas nunca de se mover. Mesmo quando os mercados estão fechados, os preços continuam trabalhando, pois podem certamente abrir diferentes daqueles quando fecharam no pregão anterior. Isso é um fato! Já que muitos mercados hoje negociam praticamente 24 horas seguidas.

Dessa forma ter as simples ideias de entrar, sair e não negociar tornam-se ainda mais difíceis porque realmente tem negociações a todo momento. Só você pode decidir quando parar de clicar.

Em uma negociação lucrativa, você precisa decidir quando ganhou o suficiente. Muitas pessoas deixam a ganância tomar conta delas. Essas pessoas ficam pensando que nunca lucraram o suficiente, não importa quanto já fizeram no dia. Se obtiveram um lucro de R$ 5 mil, ficam chateados consigo mesmos por não terem feito R$ 10mil. Se lucraram R$ 4 mil, querem R$ 6 mil, e assim por diante.

Uma pessoa verdadeiramente gananciosa nunca estará satisfeita. Não importa o quanto elas tenham lucrado em apenas uma negociação, nunca será suficiente para alimentar seus egos.

Por outro lado, ao realizar uma negociação perdedora, uma pessoa gananciosa não pode suportar que esteja perdendo, fracassando, mesmo que esteja em sua gestão de risco mentirosa. Portanto, essa pessoa pode agir como se isso não existisse, convencendo-se de que o mercado voltará e o recompensará com lucros.

E isso simplesmente ainda não aconteceu! Estas são características muito perigosas para qualquer trader. Sem dúvida, essas características irão colocá-lo no caminho mais rápido para o fracasso. Uma pessoa gananciosa nunca terá sucesso em um ambiente comercial do mercado financeiro.

Saiba mais:

Trader: mercado com potencial de lucros

A pergunta “quanto é o suficiente”? faz com que muitas pessoas lidem com algumas questões que são muito importantes para elas. Mas estas questões não têm nada a ver com o movimento do mercado ou com o potencial do mercado para se mover numa determinada direção. Essas perguntas são as seguintes:

1. O que ou por que eu preciso do dinheiro?
2. Posso realmente me dar o luxo de perder esse dinheiro?
3. Quão confiante estou na minha capacidade de fazer operações?
4. Quão importante é esse dinheiro para mim?

Estas são questões difíceis de enfrentar, porque contaminarão as suas opiniões e observações do mercado. São questões pessoas com as quais você se preocupa e que muitas vezes terão influência em suas decisões dentro do mercado, mas não deveriam, porque não têm nada a ver com o quão longe o mercado irá se mover.

Vamos pensar sobre isso por um momento. Por exemplo, o fato de você ter apenas R$ 500 reais restantes em sua conta da corretora tem algo a ver com o fato de o mercado se mover ou não em uma determinada direção? Não, claro que não!

O fato de você querer dinheiro para comprar uma Porsche que você está de olho tem algo a ver com o fato de sua posição atual vendida lhe render ou não dinheiro suficiente para comprar a porcaria da Porsche? Definitivamente não!

Mas o problema é que muitas pessoas levam esses fatores em consideração quando negociam no mercado financeiro. Essas questões tornam-se fatores para entrar ou não em cada negociação. E como você pode ver, isso é um grande erro. O mercado não sabe e nem se importa se você precisa do dinheiro ou não. Ele não se importa e nem quer saber os motivos pelos quais você está tentando ganhar dinheiro.

Veja também:

Day trade: negocie o que pode perder

É por isso que você verá muitos traders de sucesso dizerem para negociar apenas com o dinheiro que você possa perder. Em outras palavras, você estará na melhor posição possível se não depender do dinheiro. Assim, aquelas questões que contaminam nossa visão do mercado serão muito mais fáceis de lidar.

Mas, por outro lado, se você estiver negociando com dinheiro destinado a pagar o seu aluguel e a mensalidade da sua faculdade deste mês, essas questões ficaram muito aparentes e sem dúvidas irão atrapalhar seu julgamento e fazer com que você não veja oportunidades do mercado, de forma clara e objetiva.

A razão de assumir uma posição no mercado é porque você sente que ela tem potencial de se mover em uma determinada direção e acha que pode capitalizar esse movimento. Essa é realmente a única razão para entrar e sair de uma operação comprada ou vendido no mercado. Entrar porque precisa de dinheiro para tirar férias simplesmente não vai dar certo nunca! Lembre-se disso.

E o que torna tudo mais difícil é o fato de que o “jogo” só começa quando você entra no mercado e só termina quando você sai. Isso é muita liberdade para qualquer indivíduo ter. Você é livre para operar quando quiser.

Você pode entrar por qualquer motivo que seja bom o suficiente. Você pode entrar no mercado porque vê um sinal gráfico ou uma montagem institucional confiável ou pode entrar porque começou a chover lá fora. Ninguém irá falar para você não clicar, por qualquer motivo que você achar certo.

Ou, como falamos há pouco, você pode entrar porque acha que essa negociação lhe renderá dinheiro suficiente para levar sua família para tirar férias. Ninguém vai impedi-lo de clicar comprado ou vendido.

Obviamente, é a mesma coisa quando se sai de uma negociação. O “jogo” só termina quando você decide parar. Além de quando a corretora encerra sua posição porque você já comprometeu mais de 70% do dinheiro alocado, você terá que decidir quando é o suficiente e a hora de parar.

Novamente, isso é muita liberdade para qualquer um ter. Na maioria dos casos, especialmente novos traders, normalmente não conseguem experimentar esse tipo de liberdade na vida cotidiana.

A coisa mais importante que você pode aprender aqui é que precisará tomar suas próprias decisões de mercado, estritamente com base no que o mercado está fazendo e mostrando.

Esta é a única maneira de ter sucesso. Se você tiver tomando suas decisões com base em fatores externos, seu julgamento ficará turvo e será muito difícil ver boas oportunidades de lucro.

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Lula surpreende: projeto que libera cassinos e jogo do bicho será sancionado!

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O presidente Lula (PT) anunciou nesta sexta-feira (21) que deve sancionar o projeto de lei que propõe a legalização de cassinos e jogos de azar no Brasil, incluindo bingo e jogo do bicho. No entanto, ele ressaltou que essa medida não é a solução definitiva para os problemas do país.

Durante uma entrevista à Rádio Meio Norte, em Teresina, Piauí, o presidente afirmou que, se o texto for aprovado pelo Congresso com acordo entre os partidos políticos, ele não vê motivos para não sancioná-lo. Lula também enfatizou que a legalização dos cassinos e jogos de azar não é a salvação do Brasil em termos de receitas e geração de empregos.

O Projeto de Lei 2.234/2022, que propõe a permissão para a instalação de cassinos em polos turísticos ou em complexos integrados de lazer, foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado e agora aguarda votação no plenário. A proposta também prevê a emissão de licenças para cassinos em cada estado e no Distrito Federal, com algumas exceções para estados mais populosos.

A exploração de jogos de azar no Brasil é proibida desde 1946, e parlamentares contrários ao projeto levantam preocupações sobre o aumento do vício em jogos e a criação de ambientes propícios para atividades ilegais.

Enquanto alguns argumentam sobre os benefícios econômicos, geração de empregos e desenvolvimento turístico associados à legalização dos cassinos, o presidente Lula enfatiza que essa não é a solução para os problemas do país. Ele ressalta que, apesar dos possíveis ganhos financeiros, é importante considerar os impactos sociais e econômicos mais amplos dessa decisão.

Ao final, convido você a refletir sobre os pontos abordados neste artigo e compartilhar sua opinião sobre o assunto. Lembre-se de que a legalização dos jogos de azar é um tema complexo e controverso, que envolve diversas questões sociais, econômicas e éticas. O importante é buscar um equilíbrio entre os benefícios e os riscos envolvidos, visando sempre o bem-estar e o desenvolvimento sustentável do país.

Descubra como o governo pretende economizar R$ 30 bilhões em 2025: Benefícios em revisão!

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O governo projeta uma economia significativa com o pente-fino nos cadastros de programas sociais, estimando um montante entre R$ 20 bilhões e R$ 30 bilhões para o ano de 2025. A revisão dos benefícios sociais como o seguro-desemprego e o Benefício de Prestação Continuada (BPC) está no radar da equipe econômica, visando eliminar pagamentos indevidos.

O Grupo de Trabalho (GT) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) tem atuado para otimizar as despesas com o BPC, implementando revisões previstas em lei e mudanças no fluxo de cobrança. A gestão do benefício, no entanto, é de responsabilidade do Ministério do Desenvolvimento Social (MDS).

Além disso, a revisão dos cadastros do Bolsa Família, programa social de destaque do governo, também está em foco, com o ministro Wellington Dias autorizado a dar continuidade à fiscalização de fraudes nos beneficiários.

Em reunião com ministros da equipe econômica, o presidente Lula discutiu sobre o aumento do controle e combate a fraudes nos benefícios. A Junta de Execução Orçamentária (JEO) avalia os gastos do governo, com destaque para os principais programas em reuniões recentes.

O objetivo do governo é realizar uma “varredura” nos benefícios sociais para garantir que apenas aqueles com direito recebam os recursos. Com a implementação de medidas de revisão e controle, espera-se uma economia significativa nos gastos públicos, contribuindo para uma gestão mais eficiente dos recursos.

Ao refletir sobre a importância da revisão dos programas sociais e do combate às fraudes, é fundamental que as ações do governo sejam direcionadas para garantir a correta destinação dos recursos e o atendimento das necessidades da população mais vulnerável. A transparência e eficácia na gestão dos benefícios sociais são essenciais para promover a justiça social e o desenvolvimento sustentável do país.

Vale desafia Lula e responde às acusações sobre Brumadinho: o que realmente aconteceu?

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A Vale contestou a manifestação do presidente Lula sobre o desastre de Brumadinho, afirmando que já foram feitos pagamentos de indenização às vítimas. Em janeiro de 2019, houve o rompimento da barragem I do Complexo Paraopeba II, causando danos sociais e ambientais. Desde então, a empresa tem feito acordos de indenização em valores que somam R$ 3,7 bilhões.

Já em relação ao desastre de Mariana em 2015, a Vale, juntamente com a Samarco Mineração e a BHP Billiton, também enfrentou as consequências do rompimento da barragem de Fundão. A empresa destaca que tem se empenhado em reparar os danos e compensar as vítimas, com investimentos que chegam a R$ 37 bilhões em ações de reparação e compensação.

É importante ressaltar que a responsabilidade das empresas em casos como esses é fundamental para garantir a segurança das comunidades e do meio ambiente. A atuação transparente e eficaz das mineradoras é essencial para evitar novas tragédias e promover a sustentabilidade no setor.

Diante disso, é imprescindível que haja uma fiscalização rigorosa por parte dos órgãos competentes e um comprometimento real das empresas em cumprir suas obrigações. A segurança e o respeito pelas pessoas impactadas por esses eventos devem ser prioridades, visando a prevenção de futuros desastres e a promoção de uma indústria mineradora mais responsável e sustentável.

Polêmica: Lula ataca novamente Campos Neto e acusa presidente do BC de prejudicar o país

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O presidente Lula (PT) fez declarações polêmicas sobre a atuação do presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, afirmando que ele estaria “trabalhando para prejudicar o Brasil”. As críticas de Lula surgiram durante uma entrevista à rádio CBN, na qual ele também mencionou um encontro entre Campos Neto e Tarcísio de Freitas (Republicanos), ex-ministro do governo Bolsonaro.

Segundo Lula, Campos Neto não demonstra autonomia, tem um lado político e estaria prejudicando o país mais do que ajudando. Além disso, o ex-presidente criticou a presença de Campos Neto em um jantar de homenagem feito por Tarcísio, insinuando que o presidente do BC estaria se posicionando politicamente e já teria planos de ser Ministro da Fazenda em um eventual governo de Tarcísio.

Essa troca de farpas entre Lula e Campos Neto não é algo novo. No início do mandato de Lula, o presidente e seus aliados já haviam criticado duramente o presidente do BC em relação à manutenção da taxa básica de juros em 13,75%.

Apesar disso, o conflito foi amenizado ao longo do tempo, com a intervenção de outras figuras políticas importantes, como Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, que trabalhou para apaziguar a disputa entre Lula e Campos Neto.

Em resumo, as críticas de Lula a Campos Neto revelam discordâncias sobre a atuação do Banco Central e a condução da política econômica. Essa discussão, que não é inédita na política brasileira, evidencia as tensões entre diferentes atores e interesses envolvidos no cenário econômico do país.

Desvende o segredo por trás do Giro do Ativo: A fórmula para o sucesso financeiro.

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Ao analisar empresas, investidores e analistas utilizam diversos indicadores, sendo um deles o giro do ativo. Este indicador é amplamente utilizado não apenas na avaliação de empresas listadas em bolsa, mas também em companhias limitadas e outros tipos de negócios.

O giro do ativo é calculado a partir dos dados do balanço patrimonial e do Demonstrativo de Resultado do Exercício (DRE) da empresa. Ele reflete a relação entre o lucro líquido e o valor médio dos ativos da companhia, indicando a eficiência desses ativos na geração de retorno.

Em termos práticos, o giro do ativo permite aos investidores entender quanto cada ativo contribuiu para o lucro obtido pela empresa. Quanto maior o giro do ativo, melhor, e a comparação desse indicador ao longo do tempo e com empresas do mesmo setor é essencial para compreender sua relevância.

Por exemplo, a Magazine Luiza (MGLU3) apresenta um giro do ativo de 0,99, porém, historicamente, a empresa já teve índices mais altos, o que pode indicar uma perda de eficiência. Já o Atacadão (CRFB3) e as Lojas Americanas (AMER3), apesar de enfrentarem desafios, evidenciam um bom desempenho neste indicador. Por outro lado, a B3 (B3SA3), por ser uma empresa de serviços, não tem a mesma expectativa de eficiência no giro do ativo.

Em suma, o giro do ativo é um importante indicador para avaliar a eficiência de uma empresa na utilização de seus ativos. Contudo, é fundamental analisar esse indicador em conjunto com outros e compará-lo com empresas do mesmo ramo para uma compreensão mais aprofundada. Ao considerar esse indicador juntamente com outras métricas, será possível ter uma visão mais completa e embasada da saúde financeira de uma empresa.

Tebet revela plano surpreendente para Lula: descubra o cardápio de opções para o ajuste fiscal!

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A ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB), anunciou nesta sexta-feira (14) que apresentará um conjunto de opções ao presidente Lula em resposta à pressão do mercado por cortes de gastos no Governo Federal.

Tebet afirmou ao jornal O Globo que é viável reduzir despesas sem prejudicar os investimentos sociais, ressaltando que todas as possibilidades estão em discussão. Ela destacou a importância de considerar não apenas a vontade do presidente, mas também do Congresso Nacional na tomada de decisões.

A ministra ressaltou que a equipe trabalhará diariamente para elaborar esse conjunto de opções, que será apresentado no final de junho. Ela enfatizou que aspectos como valorização do salário mínimo e desvinculação da aposentadoria serão preservados, mas que outros benefícios temporários, como BPC, abono salarial e seguro-desemprego, poderão passar por modernizações.

As declarações de Tebet surgem em um contexto de desconfiança em relação à política fiscal, com o mercado reagindo a declarações de Lula sobre o ajuste fiscal ser realizado através de juros baixos e aumento da arrecadação. A ministra destacou que tanto o Ministério da Fazenda quanto o Ministério do Planejamento estão focados em medidas para garantir a estabilidade econômica.

Para saber mais sobre os desafios econômicos enfrentados pelo Brasil e as estratégias do governo para lidar com a situação, continue lendo este artigo. Explore as opções e perspectivas apresentadas pela ministra Tebet e entenda como as medidas propostas podem impactar o cenário econômico nacional. Acompanhe as últimas atualizações sobre as discussões em torno dos cortes de gastos e das reformas necessárias para impulsionar o crescimento do país.

Ao se manter informado sobre as questões políticas e econômicas que afetam o Brasil, você também contribui para um debate mais consciente e crítico sobre o futuro do país. Compreender os desafios e oportunidades que se apresentam é fundamental para a construção de uma sociedade mais justa e próspera para todos. Junte-se a essa reflexão e compartilhe suas ideias e pontos de vista sobre o tema. juntos, podemos encontrar soluções e caminhos para um futuro melhor.

Para onde estamos indo, mesmo? – Opinião

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Uma cadeia de eventos envolvendo falas do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), culminaram no desgaste da imagem do ministro e no aumento das incertezas sobre o arcabouço fiscal.

A política fiscal do governo tem demonstrado fragilidade, com flexibilizações das limitações nos gastos, tanto discricionários quanto obrigatórios, que deixam os agentes econômicos inquietos. Dentro do PT, a ala mais à esquerda repete constantemente que a responsabilidade fiscal limita a capacidade do governo de investir em áreas essenciais e em políticas assistenciais, cruciais para aumentar a popularidade do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e garantir uma eleição tranquila em 2026.

A meta de déficit zero em 2024 sempre pareceu um pouco otimista demais. Logo no início do ano, com algumas surpresas positivas dos resultados fiscais, já foram abertas margens ao ímpeto de gastar o excedente. Houve aumentos nos gastos discricionários e a abertura de um espaço fiscal de R$ 15 bilhões, o que intensificou a desconfiança do mercado sobre a capacidade de Haddad e sua equipe econômica de manter a trajetória fiscal sob controle.

Além do rumo errado em pautas fiscais, o governo tem causado preocupações em diversas frentes: a judicialização de pautas; a MP da compensação, que na prática amplia a carga tributária através dos créditos de PIS/Cofins; e a ingerência em grandes empresas, como a Petrobras (PETR3;PETR4); além da tentativa de realizar indicações controversas para os conselhos de companhias privadas, como a Vale (VALE3) e a Braskem (BRKM5). Esse conjunto de ações erradas refletem um conteúdo ideológico que está nos levando para um caminho preocupante.

Por outro lado, temos o Centrão, que lidera o Legislativo e está alinhado com uma agenda mais razoável para a economia. Isso fez com que Haddad, que tem lutado por uma certa racionalidade fiscal, acumulasse vitórias importantes, como a reforma tributária. Mas o Congresso também impôs diversas derrotas ao governo, em questões mais relacionadas aos costumes e ideologia, como na recente derrota sobre o veto simbólico no projeto de lei das “saidinhas” dos presidiários.

Infelizmente, as novas iniciativas do governo não parecem tentar nos trazer para algo mais na direção de nos aproximarmos da sustentabilidade fiscal e de outras pautas que ampliam a eficiência do Estado. Pelo contrário, estamos testemunhando velhas pautas que comprovadamente não deram certo no passado.

E tem mais: a guinada à esquerda, provocada pela influência da ala mais extremista do Partido dos Trabalhadores, já tomada pelo governo, coloca em dúvida a trajetória da dívida do país. Os juros cobrados pelo endividamento, ao longo de toda a curva de juros, já estão subindo para cobrir o risco de não convergência da razão entre a dívida e o PIB. Esse aumento de risco deve resultar em um equilíbrio diferente em nossa taxa de câmbio, provavelmente levando a alguma depreciação do real. A combinação de juros mais altos e uma moeda mais fraca dificultam ainda mais a recuperação econômica e poderá trazer instabilidades financeiras.

Fica a reflexão de que o governo Lula precisa avaliar cuidadosamente os riscos e benefícios das medidas já adotadas e considerar os impactos futuros. Encontrar um equilíbrio, entre atender as demandas da ala mais radical do PT e manter a confiança dos agentes econômicos, será essencial para evitar turbulências mais à frente. Aumentar o custo de governabilidade sem a certeza de sucesso no Legislativo pode resultar em um período de estagnação e frustração para todos.

Em suma, não parece que estamos em direção de algo melhor. O atual governo ou trate de trazer uma agenda mais razoável para a pauta ou provavelmente irá se afundar com o seu voluntarismo de Estado e reduzir ao mínimo as suas chances de continuar governando em novos mandatos.

Luiz Fernando Figueiredo é presidente do conselho de administração da Jivemauá

Italo Faviano, economista da Buysidebrazil, é co-autor deste artigo

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Focus é o sintoma, não a causa – Opinião

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Nas últimas semanas, a pesquisa Focus do Banco Central do Brasil (BCB), feita com economistas de instituições privadas, ficou em evidência. O aumento da expectativa de inflação para 2025 e 2026 capturada pela sondagem pode levar o Comitê de Política Monetária (Copom) a interromper o ciclo de corte de juros. Segundo algumas análises, isso representaria um movimento orquestrado dos economistas privados, não respaldado na realidade, feito com o intuito de forçar a autoridade monetária a manter as taxas de juros elevadas.

Está análise é desfocada, em minha visão. Entendo que o Copom provavelmente fará uma pausa no processo de redução de juros na reunião de junho não por causa do resultado do Focus, mas porque seus técnicos devem estar vendo a mesma coisa que os analistas que respondem à pesquisa estão: existe uma chance considerável da inflação no ano que vem ficar acima da inflação deste ano que, por sua vez, já está acima da meta de 3,0%.

A pesquisa Focus foi estabelecida pelo BCB junto com a implementação do regime de metas de inflação em 1999, com objetivo de coletar a expectativa dos agentes privados sobre a perspectiva da economia brasileira. Expectativas são um elemento importante no regime de metas. Se o regime tiver credibilidade, as expectativas estarão em torno da meta, o que faz com que a inflação que efetivamente acontecerá também fique próxima à meta – os agentes remarcarão seus preços usando a meta como uma referência. Expectativas ancoradas à meta facilita o trabalho do BC, reduzindo o custo à sociedade.

Desta forma, expectativas acima da meta de fato ensejam uma resposta de política monetária. Mas elas de fato estão subindo sem respaldo na realidade?

Entendo que não. A teoria e prática do ofício de projeções econômicas sugere que a inflação tende a subir quando: i) os custos de produção de bens e serviços se eleva; ii) a demanda interna, turbinada pela expansão de gastos públicos e/ou aquecimento do mercado de trabalho, é forte o suficiente para absorver elevações de preços resultantes da alta de custos e compressão de margens.

Estes fatores parecem estar presentes na conjuntura econômica brasileira.

Os custos de produção estão se elevando. Em primeiro, os preços internacionais de insumos (commodities) subiram entre 10% e 25% este ano, quando medidos em reais. Esta dinâmica é resultado tanto da alta nos preços em dólares quanto da depreciação do câmbio. Esta tendência já vem sendo capturada pelo índice de preços no atacado da FGV. Em segundo, as medidas de redução de benefícios tributários às empresas, ainda que pertinentes em alguns casos, aumenta o custo final de seus produtos. Em terceiro, os indicadores do mercado de trabalho sugerem que salários engataram uma tendência clara de aceleração a partir do terceiro trimestre no ano passado. Uma boa notícia, mas que também significa custos de produção mais elevados.

Do lado da demanda, os dados do PIB mostram o consumo das famílias em firme ritmo de crescimento. Nossas medidas de renda disponível, que incluem as transferências governamentais e ganhos do mercado de trabalho, sugerem que esta tendência continuará nos próximos trimestres. Terreno fértil para que a alta de custos descrita acima se traduza em alta de preços aos consumidores.

Caio Megale é economista-chefe da XP Inc. (XPBR31)

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