Na última sessão de mercado, os contratos de mini-índice (WINM26) registraram uma queda de 0,47% e fecharam em 200.750 pontos. Essa foi a segunda baixa consecutiva, indicando um movimento de correção após as recentes altas. O Ibovespa, por sua vez, também viu uma derrapagem, encerrando a jornada em 196.818 pontos, refletindo a cautela dos investidores frente às incertezas no Oriente Médio. Enquanto isso, os índices em Wall Street alcançaram novas máximas históricas, mas a dinâmica do mercado continua dependente das negociações entre EUA e Irã, além do aumento nos preços do petróleo, que acentuou a percepção de risco global.
No cenário brasileiro, o índice tentou uma recuperação durante o dia, mas perdeu força ao longo da negociação. O desempenho misto dos bancos e a queda das ações da VALE3 foram determinantes, mesmo com a alta das ações da Petrobras (PETR3; PETR4). Para os traders de mini-índice, as perspectivas sugerem a continuidade da correção a curto prazo, com volatilidade elevada e uma forte dependência das notícias externas para guiar a direção do mercado.
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Análise do Gráfico de 15 Minutos
Analisando o gráfico de 15 minutos, observamos que o mini-índice permanece pressionado após mais uma sessão negativa, situando-se abaixo das médias de 9 e 21 períodos. Essa condição acentua o viés baixista no curto prazo.
Para que a correção persista, será preciso testar a faixa de suporte entre 200.485 e 199.800. Ao perder este nível, o índice poderá acelerar as perdas rumo a 199.340 e 198.870, com um alvo mais longo em 198.060 e 197.475.
Em contrapartida, para interromper essa correção e retomar o fluxo comprador, será imprescindível romper a resistência situada entre 201.140 e 201.655. Superando esse patamar, há espaço para uma recuperação que pode alcançar 202.500 e 202.975, com potencial para atingir 203.420 e 203.835.
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Ao observar o gráfico diário, a tendência de alta principal ainda se mostra presente, mesmo com duas sessões seguidas de perdas. O ativo permanece acima das médias de 9 e 21 períodos, mas o afastamento das suas médias sugere uma continuidade de ajustes a curto prazo. Para um retorno à alta, será necessário romper a resistência em 203.835 pontos, com objetivos em 204.320 e 205.785.
A perda da faixa entre 200.485 e 199.685 poderá ampliar o movimento corretivo, levando a novos suportes em 198.825 e 195.660. O Índice de Força Relativa (IFR – 14) atualmente em 64,44, mostra uma perda de força se comparado a períodos anteriores, mas ainda se mantêm em um nível elevado.

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WINM26: Gráfico de 60 Minutos
Para que a baixa se mantenha, é necessário romper a faixa de suporte entre 200.485 e 199.340. Se essa região for superada, o ativo poderá buscar 197.475 e 195.660, com objetivos mais longos em 194.319 e 193.575.
Por outro lado, a retomada do fluxo comprador depende da superação da resistência localizada entre 201.600 e 202.975. Caso essa faixa seja conquistada, o índice poderá conquistar força para atingir 203.835 e 204.785, com projeções subsequentes em 205.815 e 206.715.
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(Rodrigo Paz é analista técnico)
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